Post publicado por César
23.12

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Recentemente, a defesa do produtor musical, Lukasz Gottwald (aka Dr. Luke), apresentou “evidências”, para tentar contradizer os relatos de Kesha, em sua ação judicial movida contra o produtor, onde a cantora alega ter sofrido abusos de diversos tipos, nas mãos de Dr. Luke. Uma dessas evidências, se trata de um cartão de aniversário, escrito e enviado por Kesha, para o produtor, em 2009, ou seja, alguns anos depois de quando é relatado, por Kesha, em sua ação judicial, que os abusos tenham se iniciado.

Confira abaixo a foto do cartão:

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[Clique na imagem para ampliar]

No cartão, Kesha escreveu:

Para o melhor produtor de sempre! Você está ficando melhor com o tempo! Obrigado por ajudar-me a fazer meus sonhos mais loucos se tornarem realidade! Eu te amo! Beijos – Ke$ha + Lauren

Além do cartão, a defesa de Luke apresentou trocas de e-mails antigos, em tom amistoso, que foram enviados por Pebe Sebert (mãe da Kesha) para o produtor. Em um dos e-mails, enviado de Pebe para Luke em 2009 está escrito:

Eu espero que você saiba, que por mais que você tenha estado lá por Kesha e por mim, nós também sempre estaremos lá por você, como família e amigos, se você precisar de alguma coisa.

Em outro e-mail enviado de Pebe para Luke em 2011, a mãe de Kesha parabeniza Dr. Luke pelo aniversário de sua filha:

Eu sei que você será um grande pai!

Vale lembrar, de um outro processo, que a, DAS Communications, moveu contra Dr. Luke e Kesha. A DAS era a empresa de gestão, que cuidava da carreira de Kesha, por volta de 2007/2008, antes do produtor Dr. Luke e sua gravadora, Kemosabe Records (joint venture com a RCA Records/Sony Music), a partir de 2009 (quando Kesha foi lançada no mundo da música com TiK ToK, pela RCA Records/Sony Music/Kemosabe Records). A DAS Communications é subsidiária da Warner Music, e em 2011, essa empresa moveu uma ação judicial contra Kesha e o produtor. Nesse processo de 2011, a DAS alega que Dr. Luke exerceu influência para que Kesha quebrasse o contrato com eles. No processo de 2011, Kesha também foi questionada sobre abusos sexuais que ela teria sofrido nas mãos de Luke, e nessa época, Kesha negou que tivesse se envolvido sexualmente com o produtor, mas simplesmente disse que “não lembrava” de ter acordado machucada em um quarto de hotel de Dr. Luke, depois de tomar uma substância oferecida por ele, em dias anteriores. No processo atual, Kesha alega que essa substância oferecida por Luke, se tratava de algo chamado pelo produtor como “pílulas da sobriedade”, que também é algo conhecido como o “Boa noite Cinderela“. Em 2011, Kesha também negou que tenha utilizado cocaína oferecida por Dr. Luke, mas ela disse que chegou a usar substâncias oferecidas por ele, que não são encontradas nas farmácias comuns.

Em relação a essas declarações de Kesha no processo de 2011, o seu advogado, Mark Geragos, alegou que Kesha negou os abusos, por conta de, ela e sua família, terem sofrido ameaças. Não há dúvidas a respeito da forte influência, que o produtor Dr. Luke exerce sobre a carreira de Kesha e sobre a Sony Music também. Como exemplo, podemos lembrar do recente episódio, com a canção Lover” (trabalho de Kesha com o produtor Spookey Ruben), cujo áudio oficial e lyric video foram bloqueados pela Sony Music nas plataformas do Youtube e Vimeo. O produtor de Lover, revelou pelo Twitter, que o responsável por esse bloqueio, foi Dr. Luke.

É interessante relembrar também, que Kesha alegou em sua ação judicial contra Dr. Luke, que ele forçou para assumir a produção executiva do documentário/reality show, My Crazy Beautiful Life (Ke$ha: Vida Louca e Linda) em 2013, na MTV, que é uma espécie de versão televisionada para o photobook My Crazy Beautiful Life, lançado em 2012. E recentemente, a mãe de Kesha também entrou com uma ação judicial contra o produtor, por conta de ter adquirido o Transtorno de Estresse Pós-traumático.

Resta apenas aguardarmos o desfecho de toda essa situação, e que o final seja favorável para Kesha.

 

Fonte: TMZ.com | Idolator.com



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