Post publicado por Samuel D
21.03

O advogado de Kesha arquivou um documento na corte hoje (21), dizendo que a decisão tomada na liminar de Kesha é semelhante a “escravidão”.

Mês passado, a corte negou à Kesha uma liminar que permitiria a cantora trabalhar fora do contrato dela com a Kemosabe Records (e, consequentemente, Dr. Luke). A corte negou dizendo: “Você está pedindo ao tribunal para dizimar um contrato que foi duramente negociado e típico na indústria”. Mark Geragos, advogado de Kesha, quer outra resposta. O advogado afirma que, embora a escravidão tenha sido abolida há muito tempo, e que não se pode trabalhar quando se há uma situação inaceitável por parte do empregado, a decisão do tribunal (que exige que Kesha continue trabalhando para a empresa de Luke, supostamente sem seu envolvimento direto) faz exatamente isso.

Mark também afirma que a corte pouco se interessou pelas declarações de influentes da indústria fonográfica, que mostraram os futuros danos que Kesha sofrerá, caso a liminar não fosse aceita. Mark também diz que o juri se mostrou “surpreendido” pelo fato da Sony permitir que Kesha trabalhe longe de Luke, mas ele considera isso uma “promessa ilusória”, ao perceber o quanto isso interfere as ações econômicas da Sony.

Fonte: Hollywood Reporter



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