Kesha fala sobre controle de armas e mashup de Obama e Hillary Clinton para a Glamour | Kesha Brasil

Post publicado por Samuel D
08.09

Recentemente, Kesha foi entrevistada pela Glamour e opinou sobre a violência armada nos EUA e um mashup de Obama e Hillary Clinton cantando “Timber”, música de Pitbull com participação da cantora. Confira a entrevista traduzida:

GLAMOUR: Você esteve na Convenção Nacional do Partido Democrata em julho, performando em um evento da PAC para soluções responsáveis. Quando e como foi seu primeiro contato com a questão da violência armada?

KESHA: Infelizmente, crescer nos EUA significa que é muito comum ouvir falar de pessoas sendo baleadas diariamente. Parte meu coração e me deixa enjoada cada vez que ouço de sobre pessoas inocentes sendo mortas por armas de fogo. A violência armada é uma epidemia nos Estados Unidos. Não podemos ignorar todos os fuzilamentos em massa e vidas perdidas devido à falta de controle de armas. As pessoas continuam jogando as mãos para cima em derrota em relação a este problema, mas isso não é mais uma opção, precisamos mudar imediatamente. E não devemos nos dividir por nossas preferências políticas em relação a esta questão, pois afeta a todos. É a nossa segurança coletiva – são nossos membros da família indo à escola, a um clube, ao cinema e voltando para casa seguros. Eu entendo que o direito de possuir uma arma é uma questão constitucional, mas a nossa primeiro direito como seres humanos é viver. Por não colocar algum tipo de limites à posse de armas, o direito de viver com simplicidade é tirado de algumas pessoas sem motivo. Por que um caçador precisa de um rifle de assalto? E se qualquer pessoa pode comprar um rifle de assalto, por que não podemos nós todos comprar lançadores de granadas propelidas por foguetes? Onde está essa linha exatamente? Você não pode prever quando a raiva ou ressentimento de alguém irá tornar-se tão profundo ao ponto de quererem matar outra pessoa, mas você pode controlar quem tem acesso a armas, e que tipo de arma eles têm acesso. Eu amo como nosso país e livre e acredita que o amor e empatia podem curar as divisões, mas se os nossos políticos, independentemente do partido, não fizerem algo para reduzir os frequentes fuzilamentos em massa e violência diária, eles não estão fazendo seu trabalho. Não podemos apenas continuar a fechar os olhos. Eu acredito em manter os EUA livres como qualquer outra pessoa, mas, como seres humanos, precisamos abrir essa discussão para a mudança real. Nós temos que fazer algo para manter a nós mesmos, nossas famílias, e todos os nossos irmãos e irmãs seguros, estamos todos juntos nisso.

GLAMOUR: Você frequentemente fala sobre como amor e empatia podem nos curar, como nós temos que amar uns aos outros e nos dar apoio, o que é uma contradição à mensagem de Donald Trump nesta eleição. Como você reagiu à retórica odiosa de Donald Trump?

KESHA: O amor derrota o ódio, ponto. E por favor não vamos dar o controle de armas nucleares a um homem que se descontrola por um comentário negativo no Twitter. Isso me assusta.

GLAMOUR: Você já viu o vídeo de Clinton e Obama”cantando” “Timber” e você tem algum pensamento sobre ele?

KESHA: Eu amo aquele mashup. Hillary e Obama formam uma ótima dupla de rap.

GLAMOUR: A que questão essa eleição se resume para você e por quê?

KESHA: Para mim, é sobre direitos humanos. É sobre quem vai dar apoio e lutar pela igualdade para todo humano, sem importar a cor de sua pele, orientação sexual, identidade de gênero, fundo socio-econômico, ou qualquer outra coisa. Eu acredito que nós precisamos de um líder que irá nos unir. Baseado na plataforma atual dela, eu apoio a Hillary Clinton. Essa eleição é sobre esperança contra o medo, e eu escolho a esperança.



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