Kesha ficará livre em 2018 mesmo se perder caso contra Dr. Luke? Entenda | Kesha Brasil

Post publicado por Pedro I.
13.07

É isso mesmo! O contrato feito entre a Kesha e a Sony/RCA/Kemosabe pode ser desconsiderado em 2018, caso ela não ganhe nas ações judiciais movidas contra Dr. Luke e as gravadoras Kemosabe, RCA e Sony.

Hoje (13.07), Austin (fã conhecido por ter contato direto com a cantora) publicou no Twitter :

Kesha estará 100% livre em 2018, mesmo ela perdendo na ação judicial [Kesha X Dr. Luke] por conta da “regra de 7 anos”.

Essa “regra de 7 anos” que Austin está se referindo é a De Havilland Law, lei válida apenas no estado da Califórnia, EUA. A De Havilland Law define que um contrato exclusivo de serviços pessoais (no caso da Kesha, o de gravar músicas), independentemente das cláusulas do contrato, tem sua invalidez 7 anos a contar desde o início do serviço. A lei é muito utilizada na indústria da música, como nos casos de Courtney Love e Smashing Pumpkins, que citaram a regra ao contestar contratos que exigem a entrega de vários álbuns (embora as gravadoras haviam pressionado para que houvesse uma exceção, fato que lhes permite recuperar o prejuízo pelos álbuns não entregues em contratos anulados pela regra).

No caso da Kesha, o contrato de exclusividade com a Kemosabe, em conjunto com a RCA e a Sony, foi assinado em 2006, mas renovado em 2011, contanto os 7 anos a partir da última renovação de contrato, terminando então em algum momento de 2018.

Como o contrato da Kesha tem, além de serviço de exclusividade, a entrega de, no minimo, 8 álbuns (tendo apenas 2 entregues, aceitos e lançados), ela teria que, no caso de usar a De Havilland Law, pagar para as gravadoras uma quantia pelo fato dela não ter entregado a meta minima de álbuns.

FONTE: Reuters



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