Post publicado por Samuel D
17.01

Wayne Coyne deu uma entrevista a revista Paste para falar um pouco sobre o novo álbum de sua banda, The Flaming Lips, e Kesha foi pauta de algumas perguntas. A cantora já trabalhou com o grupo no passado em um álbum colaborativo que foi impedido pela gravadora. Confira:

P: Eu gosto que você mantenha ela [Miley Cyrus] e outros artistas com quem você trabalhou no passado em sua órbita.

W: Sim, eu gostaria de fazer mais coisas com, digamos, Kesha, mas ela é uma espécie de artista muito volátil* agora.

*inconstante, instável, imprevisível.

P: Sim, as coisas são um pouco precárias para ela, judicialmente falando.

W: É, e essa parte vem e vai. Às vezes parece importante e às vezes não. Eu acho que para ela é muito mais estressante do que para alguém como Miley. Miley tem mais controle e é relaxada; Ela é mais aberta a tudo e Kesha é um pouco mais introvertida. Ela é maluca quando ela está em seu personagem, mas ela é um pouco mais introvertida quando é só ela mesma e um pouco mais tímida e arrependida sobre as coisas, já Miley não é assim. Ela fala sempre, “Foda-se, vamos.”

P: Kesha e Miley vêm de origens muito diferentes.

W: […] Eu acho que Kesha às vezes luta com ela mesma tipo “devo ser assim ou de outra maneira?”, ou, “devo dizer essas coisas na minha música?”. Quando eu estava ao seu redor não tinhamos discussões feias, mas íamos de um lado para o outro sobre o que poderíamos dizer nas letras e eu ficava tipo “quem se importa? É música.” Ela estava ciente de que alguns de seus fãs têm oito anos e se perguntam se podemos dizer aquelas coisas. Miley e eu nunca tivemos uma conversa como essa, nunca importaria tanto. 

P: Você é próximo o suficiente da Kesha para ter verificar como ela tem estado durante o último ano?

W: Sim. Eu mando mensagens de texto pra ela e trocamos fotos e coisas assim, mas eu não vejo motivo para saber como ela está toda vez que vejo alguma notícia dela em revistas ou sites de entretenimento idiotas. Ocasionalmente, tocaremos nos mesmos lugares e eu direi: “Ei, venha para este show” e ela virá ao show. Acho que ainda somos grandes amigos, mas não sei o quão confortável ela está comigo tentando levá-la a fazer coisas que ela não tem certeza se ela é capaz de fazer. É onde eu acho que sou muito intenso.

Fonte: Paste Magazine



Twitter



Facebook