BIOGRAFIA | Kesha Brasil

Kesha Rose Sebert nasceu dia 1 de março de 1987  em Los Angeles, California porém cresceu em Nashville, Tennessee. Retornou para sua cidade natal aos 18 anos a fim de tentar ser alguém na industria fonográfica. Ainda com seus 18 anos, Kesha assinou com a gravadora do produtor Dr. Luke e começou a utilizar Ke$ha como seu nome artístico. Seus primeiros trabalhos no ramo musical foram fazer voz de fundo para cantoras como Britney Spears e Paris Hilton, escrever músicas para Miley Cyrus etc.

Kesha teve seu primeiro destaque no mundo da música em 2009, quando colaborou com o rapper Flo Rida na música “Right Round”. Ainda em 2009 foi lançado o primeiro single próprio de Kesha (ou Ke$ha, na época), o famoso “Tik Tok” que, até 2012, havia vendido mais de catorze milhões de cópias em nível global, o que lhe garantiu a segunda posição da lista das músicas com mais downloads pagos no mundo. Em 2010 foi lançado seu primeiro album, o “Animal” de onde foram extraídos os singles “Tik Tok”, “Blah Blah Blah”, “Your Love Is My Drug” e “Take It Off”. O sucesso do debut album foi tanto que em novembro de 2010 foi lançado um EP, o “Cannibal” da onde saíram os singles “We R Who We R” e “Blow”. Com um album e um EP nas costas, Kesha saiu pelo mundo com sua primeira turnê própria, a Get Sleazy Tour, que inclusive passou pelo Brasil, onde Kesha se apresentou no Rock in Rio 2011.

Após sua primeira turnê, Kesha tirou um tempo para descansar e se inspirar para seu segundo album, nesse período ela foi contratada pela Sociedade Humanitária e se tornou a primeira embaixadora global da organização, voltando a ativa no mundo musical apenas no segundo semestre de 2012, com o primeiro single do novo álbum (“Die Young”) e o lançamento de sua autobiografia, chamada “My Crazy Beautiful Life”.

“Definitivamente haverá uma diferença. Eu estou sempre mudando e evoluindo, porque escrevo todas as minhas músicas, isso será refletido no disco. Mas ainda continuará divertido, jovem e irreverente.” – Kesha sobre “Warrior”.

Seu segundo album de estudio, o “Warrior”, chegou aos fãs em novembro de 2012. Neste novo projeto foi possível perceber o amadurecimento da sonoridade, onde foram deixados de lado efeitos como o auto-tune, o qual foi responsável por inúmeras criticas aos trabalhos anteriores de Kesha. Apesar do desempenho razoável, o album recebeu criticas positivas. Foram extraídos do  album mais 2 singles após “Die Young”, são eles: “C’Mon” e “Crazy Kids” (que ganhou um remix com Will I Am). “Warrior” também ganhou um EP, o “Deconstructed”, contendo 5 faixas no total (4 das 5 faixas são versões acústicas de musicas do “Cannibal” e “Warrior”, e a outra �� uma música escrita pela mãe de Kesha, a Pebe [Rosemary Patricia Rose Sebert], chamada “Old Flames Can’t Hold a Candle to You”). Depois de ter lançado seu segundo album, Kesha partiu em turnê novamente com a chamada “Warrior Tour”, que passou pela América do Norte, Europa e Asia.

No ano de 2013, aproveitando o periodo de divulgação do “Warrior”, foi lançado a versão documentário da autobiografia de Kesha, a qual foi exibida pela MTV, tendo sua primeira temporada baseada no período entre o final da Get Sleazy Tour e o inicio do processo criativo do album “Warrior”, e a segunda temporada baseada no processo de divulgação do “Warrior” e na “Warrior Tour”.

Após o final da sua segunda turnê, Kesha teve seu segundo período de descanso, desta vez um pouco conturbado. A cantora acabou indo parar na reabilitaç����o no começo de 2014, por conta de um distúrbio alimentar. Durante esse período foi divulgado que seu produtor, Dr. Luke, tinha inúmera parte nisso, pressionando Kesha para emagrecer.

“Ele (Dr. Luke) falou pra ela que não importava se ela iria enfiar a mão na garganta ou usar drogas ilegais, mas ela tinha que perder peso. […] Ela estava se exercitando e fazendo dieta, mas nunca ficou magra o suficiente. Foi quando ela virou bulímica” – Pebe (mãe da Kesha).

Além do problema da bulimia, chegou aos fãs a informação de que Kesha não tinha controle criativo por suas músicas, visto que todos os seus singles eram sobre festas e coisas do gênero, limitando as musicas lentas (“The Harold Song”, “Last Goodbye”) ou as mais ‘rock n’ roll’ (“Machine Gun Love”, “Dirty Love”) a estarem presentes apenas nos álbuns sendo conhecidas por uma parte mais limitada do publico, já que não ganham tanta divulgação fora da turnê (“Machine Gun Love” não foi aprovada pela gravadora a estar presente no album, entretanto entrou para a setlist da “Warrior Tour”).

Não tenho muito [controle criativo]. O que foi lançado como single apenas perpetua uma imagem em particular que pode ou não ser correta. Eu gostaria de mostrar ao mundo outros lados da minha personalidade. Eu não quero ficar me repetindo e me tornar uma paródia de mim mesma. Eu tenho tanto a oferecer e mal posso esperar para que o mundo possa ouvir isso nas rádios. – Kesha para a revista Rolling Stone.

Com toda essa polêmica, parece que Kesha conseguiu o controle criativo de suas musicas e até retirou o $ de seu nome artístico e, atualmente, enfrenta Dr. Luke perante tribunal para tentar se livrar contratualmente do produtor.




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