3º álbum | Kesha Brasil | Page 3

Post publicado por Samuel D
28.07

Desde o lançamento de “Praying”, lead single do terceiro álbum de estúdio de Kesha, a cantora vem liberando singles promocionais semanalmente, exceto pelo dia 20 de julho, dia especulado para a liberação de “Hymn”, porém não ocorrido.

O fato é que, conforme comentado por insiders, o plano de Kesha e sua gravadora para a promoção do novo material seria transformar um dos singles promocionais no segundo Single oficial do registro, podendo explicar (ou não) o fato da canção ter tido seu lançamento segurado mesmo após alguns indícios de que sairia no último dia 20.

O lado bom é que parece que estamos cada vez mais perto de ouvir “Hymn”, música que também pode ser a aposta de Kesha e sua gravadora para o segundo Single oficial do álbum “Rainbow”. Fãs que compraram o álbum “Rainbow” no site oficial de Kesha receberam a seguinte mensagem via e-mail:

“Seu pedido lhe qualifica para baixar de graça o novo Single “Hymn” no dia 03 de agosto às 9h.”

Uma arte inédita também vem sendo associada a canção, porém ainda é incerto se servirá de capa para o Single ou apenas uma imagem promocional. 


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17.07

qKesha tem apostado em lançamentos em dias diferenciados quando se leva em consideração o calendário de contagem da indústria fonográfica, que reinicia sempre às sextas-feiras. Sendo assim, com lançamentos às quintas, Kesha tem apenas 1 dia de contagem para as paradas da semana seguinte, o que deixou “Praying” fora da Hot 100 na semana passada, debutando apenas no Bubbling Under em #4 (que lista as músicas que quase entraram para a parada principal). 

Porém, com o desempenho da semana passada, o novo single de Kesha conseguiu entrear direto dentro do Top 25 da parada, aparecendo em #25 na lista das 100 músicas que estão fazendo mais sucesso em solo norte-americano!

Já em solo Australiano, contabilizado pelo ARIA Australian Top 50, “Praying” debutou em #19.

 


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13.07

Seguindo a promessa de lançamentos semanais, essa semana foi a vez de sermos abençoados com  “Woman”, faixa que conta com a participação do grupo The Dap-Kings Horns e fará parte do terceiro álbum de estúdio da cantora, agendado para 11 de agosto.

O videclipe, que teve seu trecho vazado há algumas semanas, foi dirigido por Kesha e seu irmão Lagan, também creditado pelo documentário “My Crazy Beautiful Life”. O resultado você confere a seguir: 


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13.07

Seguindo a anúncio de lançamentos semanais, essa semana foi a vez de sermos abençoados com  “Woman”, faixa que conta com a participação do grupo The Dap-Kings Horns e fará parte do terceiro álbum de estúdio da cantora, agendado para 11 de agosto. Confira o resultado dessa parceria: 

Clique aqui.

 


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11.07

Desde o anúncio do novo álbum de Kesha, “Rainbow”, o newsletter oficial do site da cantora enviou um e-mail aos fãs cadastrados notificando que será lançada uma faixa por semana até o lançamento do álbum no dia 11 de agosto!

E, ao que tudo indica, “Woman” (feat. The Dap-Kings Horns), será a música da vez, visto que a faixa já pode ser descoberta com o aplicativo Shazam, ao ativa-lo ao som das prévias já vazadas na internet no último mês. Até agora nenhuma fonte linkada a equipe de Kesha se pronunciou sobre o lançamento, mas a faixa, que inclusive já possui videoclipe gravado, é esperada para quinta (13).

Confira um print do shazam: 

 

O Aplicativo também indíca a possível capa da canção:

 

 


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09.07

Recentemente, Kesha voltou ao mundo da música com um single inédito chamado “Praying” e o anuncio de seu terceiro álbum de estúdio, intitulado “Rainbow” que chega as lojas no dia 11 de agosto. 

Desde que os primeiros veículos de mídia começaram a comentar (e elogiar) o lançamento do single de retorno de Kesha, não demorou muito para Dr. Luke se pronunciar a respeito, anunciando que a artista só voltou a lançar matérial inédito porque teve sua permissão – apesar de não ter trabalhado com ela em estúdio ou não participado de nenhuma etapa do processo criativo.

O fato é que Kesha ‘deve’ mais dois álbuns a Sony/RCA (sem contar “Rainbow”) e, segundo a jornalista Taffy Akner do The New York Times, o terceiro registro de Kesha só foi possível graças a pressão imposta pelo tribunal e pelo público à gravadora, através de movimentos como a hashtag ‘#FreeKesha’ e sua adesão por inúmeras personalidades da mídia a favor de Kesha quando a cantora teve seu pedido de liminar rejeitado no último ano. 

Porém, como Dr. Luke deve se desvincular da Sony em alguns meses, a carreira de Kesha ficará completamente a seu controle, cabendo-lhe qualquer tomada de decisão sobre os dois próximos álbuns da artista, incluíndo quando e se serão lançados.

Caso o produtor implique em estagnar os próximos dois projetos de Kesha, a cantora continuará presa em seu contrato para sempre. 


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08.07

Pitchfork, remonado site na indústria músical, deixou sua opinião sobre o novo single de Kesha, “Praying”. A crítica foi positiva! Confira:

No final de “Praying”, Kesha solta um pequeno suspiro de alívio. Ela acaba de gritar alto, destacando-se acima de um coro jubiloso durante o clímax de sua primeira nova música em quatro anos. Mas, liricamente, a balada é ligeiramente restrita, pelo menos considerando tudo o que ela passou. É como dizer à pessoa que arruinou sua vida “se cuidar” quando você realmente quer dizer “foda-se”. Apenas uma vez ela realmente transpareceu raiva: “Quando estiver acabada, eles nem saberão o seu nome.” Kesha tem endurecido suas indiretas para os homens em suas músicas a algum tempo, mas o contexto aqui faz isso particularmente violento.

Alguma música sobre abuso já foram tão pública quanto? Nos últimos anos, confessionários como “Til It Happens To You” de Lady Gaga direcionaram uma luz necessária sobre o problema, mas raramente conhecemos os dois lados da história em detalhes tão minuciosos quando ouvimos essas músicas. Ainda mais raro que um homem poderoso veja sua carreira sofrer por essas acusações (embora a mulher sempre sofra). Embora a Sony finalmente tenha cortado os laços com o Dr. Luke, com quem Kesha trabalhou em estreita colaboração e esteve envolvido em uma batalha legal com anos por causa de seus abusos habituais, “Praying” foi lançado pela marca própria de Luke, Kemosabe, devido a obrigações contratuais.

Apesar dessas circunstâncias, “Praying” marca um novo começo significativo para a Kesha. A cantora bravamente assumiu seu abusador, viu #FreeKesha transformado-se em um grito de união, e agora decidiu que ela irá avançar vitoriosamente, mesmo que o tribunal não tenha exatamente aparentado isso. É uma declaração poderosa de resiliência, mesmo que a melodia de piano familiar da música resultante pareça comparativamente morna.

Em teoria, “Praying” era um grande hino antes mesmo de sua primeira nota ser composta, e parece que a música foi construída para fazer jus a essa qualidade. No seu início, ela expõe seus sentimentos mais profundos, como Adele cantando com palavras faladas; No fechamento, como Florence Welch comandando uma orquestra. Mas no meio há a voz de Kesha, menos manipulada digitalmente e mais forte do que costumava aparecer nos registros produzidos por Luke. Ele não pode mais tirar isso dela.

Por Jillian Mapes | Senior Editor da Pitchfork


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07.07

Divulgando seu novo single “Praying” e seu álbum “Rainbow”, que sai 11 de Agosto, Kesha também passou pelo programa de rádio de Zach Sang, onde conversou por 40 minutos sobre diversos assuntos que resumimos abaixo:

  • Kesha falou um pouco de como escrever músicas novas serviu de terapia para ela durante os momentos difíceis que  passou nos últimos ano, mas não esconde que agora está mais feliz do que nunca com o lançamento de “Rainbow” e o desempenho comercial do videoclipe de “Praying”.
  • A cantora reforçou a mensagem de empatia que tentou passar com “Praying”, o apresentador tentou linkar a mensagem da música com a situação de Kesha com o produtor Dr. Luke, mas Kesha não falou dele em específico. “Perdoar é difícil, mas eu oro por essas pessoas a noite, especialmente as mais díficeis [de se lidar], porque isso promove a minha cura”.
  • Kesha sobre o motivo de seu novo álbum se chamar “Rainbow”: “a representação de cor em cor para mim é muito simbólica, por exemplo, luz, alegria, juventude, e com juventude vem a ingenuidade, e eu sinto que quando você cresce, você passa por muitas coisas, tem seu coração partido e coisas do tipo, e as coisas te machucam e começam a arrancar pedaços do seu coração e pra mim foi o oposto, tentei curar meu coração da melhor maneira que pude e me conectar de volta com essa inocência, variedade de cores, diversão e ingenuidade […] Quis me reconectar com minha criança interior […] liberdade espiritual.”
  •  Kesha disse que ainda ama e tem uma enorme conexão com suas músicas antigas e que o fato de ter evoluido desde os últimos álbuns não significa que ela está ignorando seu passado, ela explicou que cada momento teve sua importância e esse álbum representa onde ela está agora.
  • Kesha falou sobre a “Fuck The World Tour” e como ela era livre de cerimônias, não haviam cantores de fundo nem dançarinos, era “uma bagunça,” segundo Kesha, e foi isso que a tornou tão divertida.
  • Kesha disse que as pessoas deverão estranhar o novo álbum por ser diferente dos antigos.
  • Kesha cometou sobre a música “Spaceship”, onde ela estava em Joshua Tree e avistou um monte de naves espaciais no céu. Ela jurou que estava sóbria.
  • Kesha falou sobre o monólogo que inicia o vídeo de “Praying”, que é meio que uma metáfora que sintetiza pensamentos que uma pessoa que sofre de depressão pode desenvolver eventualmente, como ela mesma chegou a enfrentar.
  • Kesha falou que ficou chocada com seu próprio desempenho vocal em “Rainbow”. No último refrão da música, há uma nota muito alta que se destaca, segundo a cantora, levaram 10 tentativas para finalmente conseguiu alcançar o resultado desejado, e ela ficou extremamente feliz com o feito. A artista também comentou que percebeu que sua voz mudou um pouco desde os últimos álbuns.
  • Kesha reforçou que todas as músicas são extremamente pessoais, e disse que os fãs provavelmente não se importarão se ela derramar algumas lágrimas ao performá-las.
  • Ao ser questionada sobre quais músicas suas serão eternas, Kesha ficou com “Tik Tok” e “Timber”, o apresentador apostou também em “Praying”
  • “Eu sou a Rainha do glitter, esse título nunca será tirado de mim” – Kesha sobre o uso de glitter em seus shows.
  • Kesha reforçou que o “$” não a representa mais, por isso retirou de seu nome artístico, mas querendo ou não, está tatuado em sua mão.
  • Kesha falou sobre os sapatos que estava usando na entrevista, ela comprou eles em Londres no começo da semana em uma loja vintage, pois eles supostamente teriam sido usados por David Bowie. Ela afirma que talvez tenham a enganado.
  • Questionada sobre o episódio com Jerry Stainfeld, Kesha respondeu “Nunca consegui aquele abraço”, em compensação, ela estava feliz por ter conhecido (e abraçado 2 vezes) Bob Dylan semanas depois.


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07.07

Essa madrugada foi ao ar a entrevista de Nick Grimshaw, do programa BBC Radio 1 Breakfast, com Kesha. Foram liberados o áudio transcrito da entrevista completa e alguns vídeos. Confira a transcrição:

N: Ok, hora de dizer olá e bom dia para nossa convidada de hoje, Kesha, deveríamos aplaudi-la pois temos pessoas o suficiente nesse estúdio, façam barulho para a Kesha! [aplausos] Oi Kesha…

K: Oi, estão tão animada de estar aqui

N: Estou muito animado, faz um tempo que você não vem aqui…

K: Faz muitoooo tempo…

N: Como você está?

K: Muito bem, muito bem, estou muito animada e feliz, não poderia estar mais feliz com a música e com a experiência toda

N: Como é ter música nova depois de tanto tempo?

K: Acho que essa música é a que eu mais tenho orgulho em toda a minha vida, de tudo que eu já fiz, o que é tão animador dizer, tipo, minhas músicas são como meus filhos e eu tenho tantos e não gosto de ficar escolhendo entre elas, mas tive as melhores crianças com esse álbum [risos]

N: Sim, são crianças ótimas

K: É o primeiro filho é tipo ‘oh’, eu amo esse primeiro [“Praying”]

N: Sim, esse é um ótimo parto. A música é boa, muito boa. Não era algo esperado de se ouvir de você-

K: Eu passei por muita coisa, então quis meio que começar do zero e ver o que ia acontecer e não tentar ser outra pessoa ou viver outra situação, então fiz um álbum o qual estou muito feliz com, é  maravilhoso porque é um presente pros meus fãs que foram inacreditáveis através dos anos, não sei o que teria feito sem eles, todo dia recebia inúmeras lindas mensagens do mundo todo e o álbum é totalmente dedicado a eles, de minha alma para eles.

N: Isso é legal, da sua alma para eles. Quanto tempo você tem essa música?

K: Foi tão dificil manter isso em segredo, não sei se você entende mas eu gosto de contar tudo, eu quero contar até meu endereço pras pessoas, então manter essa música em segredo por um ano e pouco foi bem difícil, eu só ficava orando para que um dia ela pudesse ser lançada, e houveram tempos em que eu não sabia se iria sair ou não, então eu dizia pra mim mesma ‘esse é o motivo pelo qual irei acordar hoje’, então eu fingia que a música seria lançada algum dia para poder me levantar quando eu estava desmotivada, entrar no meu carro e ir ao estúdio de pijama para chorar enquanto compunha músicas novas, e os coitadinhos dos produtores tinham que me aguentar [risos] mas, ao mesmo tempo, se você ouvir o álbum eu tenho vários momentos, e depois volto para mim mesma.

N: Deveríamos ouvir o primeiro pedaço do novo álbum, deveriamos introduzir isso porque sinto que é um momento importante…

K: Isso é tão animador, eu poderia chorar mas olhando pra você e sua cara esta tão animada que não consigo-

N: Devo parecer mais triste?

K: [risos] Não… Mas estou tão animada!

N: Eu também, vamos ouvir!

K: Eu sou a Kesha e essa é minha nova música, “Praying”.

N: Oi Kesha!- [risos]

 


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06.07

Título: Rainbow

Data de lançamento: 11 de Agosto

Gravadora: Kemosabe Records [Sony]

Tracklist: 

1. Bastards [Explicit]
2. Let ‘Em Talk (feat. Eagles Of Death Metal) [Explicit]
3. Woman (feat. The Dap-Kings Horns) [Explicit]
4. Hymn [Explicit]
5. Praying
6. Learn To Let Go
7. Finding You
8. Rainbow
9. Hunt You Down [Explicit]
10. Boogie Feet (feat. Eagles Of Death Metal) [Explicit]
11. Boots [Explicit]
12. Old Flames (Can’t Hold A Candle To You) [feat. Dolly Parton]
13. Godzilla
14. Spaceship

Artwork: 

*Versões Clean (censurada) e Explícit (com palavõres) respectivamente.

+ INFO: 

  • Old Flames é um cover da música original, porem conta com a parceria da dona do hit, Dolly Parton. A música foi escrita pela mãe de Kesha anos atrás para Parton.
  • Segundo newsletter oficial, será lançada uma música toda semana até o lançamento oficial do álbum no dia 11/08.
  • O álbum já se encontra em pré-venda nas plataformas digitais de todo o mundo.
  • Rumores apontam que Kesha já tem vários vídeos filmados para as músicas do álbum, mas não sabemos se ela lançará toda semana como previsto.
  • “Praying”, lead-single do álbum, foi co-escrita com Ryan Lewis. A música será enviada às rádios no dia 18 de Julho.
  • A música “Rainbow” Kesha compôs enquanto estava em uma clínica de reabilitação (para tratar um distúrbio alimentar no início de 2014), no chão, apenas com seu teclado de brinquedo.
  • O surgimento da letra de “Woman” ocorreu quando Kesha estava revoltava com o vazamento de um áudio em que o presidente norte-americano Donald Trump afirmava que, caso ele achasse alguma mulher bonita para ele, ele “agarraria ela pela b*ceta”. Kesha estava furiosa no momento e começou a gritar, na janela de seu carro, sobre ser uma “mulher fila da p*ta” e ela até acha que as pessoas ao redor devem ter pensado que estava louca, mas, na realidade, ela estava gritando para manter a melodia da canção na mente e não esquecer.
  • Kesha já realizou uma listening-party de seu álbum com jornalistas em um clube britânico na última terça-feira. Kesha não apresentou todas as faixas para a imprensa convidada, mas agradou aos que estavam no local, principalmente por mostrar gratidão e pelo fato de estar tão presente assim, já que, geralmente, os artistas não estão presentes nessa comitiva.
  • O álbum marca a volta de Kesha para a música depois de um hiatus de 5 anos como artista solo. “Warrior”, segundo álbum de estúdio da cantora, foi lançado em Novembro de 2012.
  • Esse lançamento é uma grande vitória para Kesha, depois de lutar muito para conseguir lançar músicas outra vez, desde que foi impedida por problemas contra seu antigo produtor e abusador, Dr. Luke.
  • Infelizmente, Kesha ainda não está livre de seu abusador, visto que a cantora perdeu a maioria dos processos contra ele. O lançamento do álbum é devido ao acordo feito com a Sony Music onde Kesha poderia lançar músicas sem o envolvimento de Luke, que antes tinha total controle sobre os materiais da cantora, porém, o produtor ainda irá lucrar sobre Kesha pelos próximos 3 álbuns da cantora (contando com “Rainbow”) pois Kesha ainda está sob o “domínio” de sua gravadora.
  • O lado positivo disso tudo é que Kesha finalmente tem a liberdade criativa que sempre desejou e lutou muito por esse novo recomeço. O álbum conta com músicas mais “puras e verdadeiras”, como descrito pela cantora e mostra a vulnerabilidade, vocais e composições magníficas antes não vistas em seus trabalhos anteriores.
  • “Rainbow” tem canções com participações da banda de rock Eagles of Death Metal, da cantora country Dolly Parton e a banda The Dap-Kings Horns.

 


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