Dr. Luke | Kesha Brasil

Post publicado por Samuel D
29.07

Segundo o TMZ, Dr. Luke não está satisfeito em como as coisas andam judicialmente na batalha contra Kesha, que vem se desenrolando desde 2014. Confira o último update divulgado pelo TMZ:

 Lady Gaga tem se esquivado de Dr. Luke, recusando-se a depor no caso contra Kesha, mas agora ele quer que o juri force-a a depor… TMZ ficou sabendo.
O Dr. Luke arquivou documentos que exigiam que a Gaga assinasse uma data em que ela se sentasse para o depor no tribunal. Nos documentos, Luke diz que ela tentou oferecer uma declaração escrita em vez disso… mas ele diz que isso não é o suficiente. Ele quer que seus advogados fiquem cara-a-cara com a cantora por mais de 3 horas.
A trama quente sobre a qual Luke quer que ela fale é uma conversa de mensagem de texto entre Kesha e Gaga. De acordo com os documentos, obtidos pela TMZ, os textos incluem Kesha dizendo que ela tinha sido abusada por Luke e implorando Gaga para se juntar a uma “campanha de difamação contra [Dr. Luke]”. Luke diz que a campanha incluiu Gaga demandando que a Sony Music cortasse os laços com ele e a promover “Free Kesha” nas mídias sociais.
Os advogados de Luke convocaram Gaga para obter uma cópia dos textos, mas de acordo com os documentos a cópia que obtiveram foi tão redigida que era incompreensível.
Luke quer que o juiz force Gaga a entregar uma versão original imediatamente.

Fonte: TMZ

UPDATE: De acordo com documentos judiciais obtidos pela E! News, a cantora de “Born This Way” aparecerá para uma deposição conforme a intimação de Dr. Luke nesta ação, durante o mês de setembro de 2017. Mais detalhes como data, local e hora ainda não foram divulgados. 

Fonte: E! News


Post publicado por Samuel D
23.06

Um processo de difamação arquivado em um tribunal do Tennessee por Dr. Luke contra a mãe de Kesha, Pebe Sebert, foi dispensado, de acordo com um representante do produtor. Uma declaração conjunta divulgada pelo Dr. Luke e pela Sra. Sebert diz que a mãe da cantora “admite que ela não tem conhecimento pessoal de primeira mão sobre os acontecimentos ocorridos na noite do suposto estupro”. O caso de Tennessee foi dispensado, porém a batalha legal entre Kesha e Dr. Luke, que está em Nova York, continuará. Confira a declaração emitida por ambas as partes:

O Dr. Luke contesta vigorosamente e nega que ele tenha estuprado Kesha Sebert, e ele está afirmando reivindicações de difamação em um tribunal de Nova York contra Kesha Sebert por fazer declarações em contrário, cujas afirmações o Dr. Luke nega com firmeza.

Pebe admite que não tem conhecimento pessoal de primeira mão sobre os eventos ocorridos na noite da suposta violação. Pebe não estava presente naquela noite. Naquela época, Pebe estava em Nashville, e Kesha estava em Los Angeles. A disputa entre Kesha e o Dr. Luke sobre os acontecimentos daquela noite é o assunto do caso de Nova York, e será decidido neste. Consequentemente, todas as partes acreditam que é apropriado descartar este caso do Tennessee e concentrar sua atenção no caso de Nova York.


Post publicado por Pedro I.
22.03

No início deste ano, Kesha e seus advogados levaram ao tribunal novas acusações contra o produtor Dr. Luke, mas parece que nenhuma delas foram aceitas pela juíza de Nova York.

Esta não é a primeira vez que isso acontece com a cantora, já que sua tentativa de acusar o produtor de cometer “crime hediondo” também foi rejeitava em abril do ano passado. Desta vez, Kesha acusava Dr. Luke de violação de contrato, ao não pagar a ela os royalties, tentar deixa-la sem dinheiro e de não aceitar as gravações para seu 3° álbum de estúdio. Kesha também alegou que não seria correto ela continuar num contrato com alguém que abusou dela e que a situação se tornaria mais difícil após o fim do contrato entre as empresas de Luke e a Sony, gravadora intermediária no processo de produção e distribuição dos álbuns da cantora, que ocorre neste mês.

A juíza afirmou que não deve aceitar uma quebra de contrato apenas por problemas de aliança entre os dois lados e que o fato do contrato entre a Sony e Luke estar no fim é uma especulação, mas não é justificável, já que a Sony pode querer continuar com Dr. Luke. Quanto a acusação de Dr. Luke não pagar os royalties a cantora, a juíza acabou por recusar a acusação, já que, de acordo com Dr. Luke, Kesha e seus advogados não deram um aviso prévio. Também foi afirmado que após a finalização de seu 3° álbum de estúdio, a KMI pode optar por não lançar novos álbuns da cantora.

Ao citar a “Lei dos Sete Anos”, lei utilizada nos tribunais da Califórnia que aceita a quebra de contrato entre um artista e uma empresa/companhia após sete anos da última renovação de contrato, a juíza também rejeitou a utilização desta lei, já que dentro do tribunal onde está ocorrendo a batalha Kesha X Dr. Luke, apenas leis de Nova York devem ser aceitas e utilizadas.

FONTE: The Hollywood Reporter


Post publicado por Samuel D
14.03

Hoje, Kesha participou do evento SXSW, em um workshop de debate sobre bullying, ódio virtual e muitos outros assuntos. Sobre seu novo álbum, Kesha revelou já ter trabalhado em 70-80 músicas inéditas, mas reafirma que não há datas de lançamento ainda. 

Em relação ao ano turbulento de 2014, quando a cantora foi internada em um clínica de reabilitação para tratar de um transtorno alimentar, ela disse lacrimejando: “Eu quase morri […] Quando entrei em terapia de reabilitação, me disseram que eu poderia ter sofrido um derrame, porque eu não estava consumindo o suficiente de nada.”

Depois de uma “m*rda de terapia”, Kesha chegou à conclusão de que ela tinha construido uma fachada que ela descreveu como “ser tão forte e não dar a mínima pra nada.” E o símbolo de cifrão em seu nome artistico não fazia mais sentido. “Eu percebi que era besteira total”, ela explicou. “Eu tirei o $ porque aquela era a fachada.”

Uma entrevista exclusiva de Kesha para o site Refinery29 também foi liberada, nela Kesha falou sobre bullying, ódio online, Donald Trump, defesa de minorias e mais. Confira a tradução feita pelo Kesha Brasil:

“É uma tarde quente em East Austin, onde mais de 20 adolescentes estão reunidos em um quintal gramíneo, sob um céu azul limpo, tocando em um assunto que tocou todos e cada um deles: bullying.

‘Não fazer nada é a mesma coisa que deixar acontecer,’ um estudante do segundo ano do ensino médio diz ao grupo quando outra jovem mulher compartilha uma história sobre uma garota em sua comunidade que tentou suicídio após ser atormentada por seus colegas. Os adolescentes estão aqui hoje via uma organização chamada Gear Up, participando de um workshop anti-bullying com a Refinery29 e o Columbia University School of the Arts’ Digital Storytelling Lab. Eventos do SXSW estão ainda ??? na cidade, mas esse é talvez o único lugar onde uma nova geração está levantando ideias sobre como romper o que virou verdadeiramente um ciclo destrutivo todos os dias.

Cerca de vinte minutos lá dentro, um novo membro quietamente deslisa em uma cadeira dobrável e a energia do lugar pequeno muda assim que as pessoas percebem quem acabou de se sentar. Vestida em (n sei aqui), Kesha inicialmente parece com qualquer outra pessoa jovem atrasada para um encontro. E de um jeito ela é: Os que são familiares com a sua história pessoal, sabem como o bullying e assédio a impactaram tanto na vida real como online.

‘Eu lidei com doenças a minha vida toda,’ ela diz quando é a sua vez de falar. ‘As pessoas deveriam saber que um só comentário online me deixou em um espiral de depressão.’ E se ela pudesse voltar e mudar qualquer coisa sobre as suas próprias experiências com bullying?

‘Eu queria ter sido mais honesta sobre isso,’ ela reflete. Presumivelmente, porque apenas através de se abrir e dizer a verdade que a ferida começou a curar.

Quando Kesha voltou aos palcos no verão passado no Billboard Music Awards, soando menos como a ingenua que costumava ser e mais como a artista poderosa que ela está lutando para se tornar, nós só queríamos uma coisa: mais. E enquanto ainda estamos esperando ela retornar completamente para os holofotes, a artista de 30 anos estará surgindo um pouco nesta primavera — com próximas performances em Illinois, Nova Jersey e Arkansas, e esta rápida parada em Austin para o SXSW. Após o workshop anti-bullying de hoje, ela estará sentando para um Q&A exclusivo com Amy Emmerich do Refinery29, no mesmo assunto.

Antes dessa conversa, nós falamos com a ainda estrela ascendente sobre outro assunto o qual ela virou uma expert ao passar dos anos: assédio online. Descubra o que ela teve a dizer sobre vencer bullies, ficar sana criativamente, e viver na nossa nação com um troll-no-comando recentemente-instalado, abaixo.

Como você protege sua própria criatividade e energia, tanto online como offline?

O mundo é um lugar bonito e mágico quando você participa dele inteiramente. À medida que as pessoas se tornam constantemente ligadas à internet através de smartphones e outros dispositivos, eu sinto que as linhas entre a realidade virtual e a vida real se tornam cada vez mais desfocadas. Você pode fazer tudo online agora, desde compras a namoro e amizades.

Mas eu não acho que muitas dessas atividades podem ser totalmente apreciadas quando experimentada on-line apenas: Eu sinto que, especialmente com relacionamentos pessoais, é importante concentrar-se no momento, olhar alguém nos olhos ao ter uma conversa ou compartilhar experiências – isso é algo que não pode ser replicado.

Eu não quero viver minha vida virtualmente, porque eu acho que, em última análise, essas experiências virtuais nunca irão se comparar com a vida real. Estou mais feliz quando estou vivendo momentos com outro ser humano, especialmente quando estou conectando com a natureza. Nosso mundo natural é mais surpreendente do que qualquer coisa em uma tela. Quando você o perde de vista que e gasta a vida focado em uma tela, isso pode desencadear a depressão.

Atualmente, os músicos e os artistas têm um megafone enorme no mundo. Quais são as questões que você sente como você tem uma responsabilidade para falar sobre?

Eu acho que uma coisa positiva sobre a mídia social é que todo mundo tem uma plataforma para ter sua própria voz ouvida. Eu sinto que é o meu direito como uma mulher e artista falar sobre as questões que eu sou apaixonada. Eu sou a mais apaixonada quando se diz respeito a igualdade; Creio que todo ser vivo é igualmente importante e que cada pessoa merece as mesmas liberdades e direitos humanos que qualquer outra. Eu sempre vou defender os direitos LGBT, os direitos das mulheres, os direitos das minorias ou qualquer pessoa que tenha seus direitos humanos básicos desafiados.

Trolls [*pessoas que só se preocupam em falar mal e causar discórdia online] tornaram-se um componente enraizado da cultura da internet. Qual a melhor maneira de lidar com eles, na sua experiência?

Trolls só são poderosos se você deixá-los ser. Na maioria das vezes, acho que trolls são apenas pessoas inseguras projetando suas próprias inseguranças e problemas para os outros. Eu sei que é difícil ignorar trolls quando eles estão atacando você pessoalmente, e eu tive um tempo difícil com trolls porque eu sou uma pessoa emocional. Mas eu tento lembrar-me que estas são apenas pessoas escondidas atrás de uma tela, dizendo coisas que nunca diriam ao seu rosto. Eu tento limitar o poder dos trolls simplesmente ignorando-os e limitando o tempo que gasto com a mídia social.

Há pessoas que alegam que Donald Trump é um troll. O que você acha?

Acho que ele é o comandante-chefe dos trolls. Nosso presidente deve representar todo o nosso país. Sob o governo de Obama, fiquei orgulhosa em termos um homem inteligente, distinto e gentil falando em nosso nome; Sob Trump, nós temos alguém que usa a retórica divisiva, cruel, e às vezes racista ao falar como o líder dos Estados Unidos.

Quando as pessoas, e especialmente as crianças, vêem o presidente agir de forma tão negativa em relação aos outros, acho que isso pode levá-los a justificar um comportamento semelhante em suas próprias vidas – e isso não é bom. Precisamos de um líder que promova a unidade e a aceitação, que trate os outros como eles próprios gostariam de ser tratados. É triste para mim que nosso presidente se recuse a fazer isso. O lado bom para mim é que eu vi milhões de americanos se unirem contra Trump em nome da aceitação e da unidade para lutar contra seu comportamento de intimidação.

 


Post publicado por Pedro I.
10.03

De acordo com os documentos obtidos pelo site Pitchfork,  Michael Eisele, organizador dos protestos #FreeKesha e quem atualiza a conta @KeshaTODAY no Twitter, pode ser intimado pela equipe de Dr. Luke, que acusam o fã de coordenar os protestos, difundir “declarações difamatórias” e manchar a imagem do produtor. Caso a intimação seja ordenada pelo juiz, Eisele vai ter que testemunhar sob interrogatório pelos advogados do Dr. Luke.

Michael Eisele também foi quem criou a petição on-line #FreeKesha, que conseguiu acumular mais 230.000 assinaturas.

Até o momento, a próxima audição do caso está agendada para 14 de abril, que será feita por telefone.

FONTE: Pitchfork


Post publicado por Samuel D
21.02

Segundo o tabloide TMZ, o time judicial de Dr. Luke adicionou ao processo alguns e-mails trocados entre ele e a equipe da cantora (gerentes e assistentes), incluindo uma mensagem enviada de um gerente empresarial para outro: “Ela realmente soa como uma usuária de drogas. Há algumas horas tudo estava indo bem agora ela quer chutar o balde. Isto não está certo nem nos padrões da Kesha. ” A resposta foi: “Ela é louca !!!”. 

Havia também referências sobre o controle de fast food à Kesha, com um gerente escreveu: “Eu definitivamente acho que não pode haver comida fast food lá.”

O site afirma ainda que entre os documentos adicionados pelo produtor está um e-mail enviado pelo próprio Dr. Luke à cantora em 2010: “Eu sei que você disse que você parecia um lésbica, mas eu discordo – você parecia radiante e bonita. Você está fazendo exatamente o que você está destinada a fazer agora. Está realizando seus sonhos Estou orgulhoso de você e te amo muito. Beijos, L.”

Apesar de o TMZ não ter esclarecido de onde vieram as atualizações, elas provavelmente foram adicionadas hoje em uma conferência de status do caso.  

Fonte: TMZ


Post publicado por Samuel D
31.01

Na última segunda-feira, Kesha e Dr. Luke aperfeiçoaram seus pedidos reconvencionais. Os documentos foram disponibilizados online, porém devido ao número excessivo de páginas, 84 para sermos exatos, uma tradução completa fica inviável. Porém resumimos algumas informações até então desconhecidas: 

  • Dr. Luke insiste que os contratos permanecem inalterados e em plena força, e que ele, como CEO da gravadora Kemosabe Records, mantém poder de veto sobre cada decisão importante sobre o terceiro álbum de Kesha, incluindo aprovação de músicas, aprovação de plano promocional, e se e quando o álbum será lançado. Dr. Luke declarou que só permitia a Sony participar do projeto como uma “comodidade”, deixando claro que a Sony não tem o direito de fazer qualquer coisa sem sua aprovação.
  • A situação atual é insustentável e só vai piorar. Dr. Luke está preparado para adquirir ainda maior controle sobre Kesha e sua carreira em março de 2017, quando o contrato da Sony com o Dr. Luke e suas empresas devem chegar ao fim. O final deste contrato significa que a Sony não terá qualquer papel na criação da música de Kesha, deixando o sustento de Kesha completamente nas mãos de Luke. 
  • Entre dezembro de 2005 e meados de 2009, o Dr. Luke exigiu que a Kesha assinasse uma série de contratos de exclusividade quanto sua música, envolvendo empresas que o Dr. Luke possui ou opera,
    incluindo um contrato de produção e fornecimento, um contrato de publicação e um contrato de gravação (somando assim, três contratos).
  • Apesar de ter direito sob os royalties da canção “Timber”, Dr. Luke nunca pagou-os a Kesha. A cantora recebeu alguns royalties que estavam em débito ano passado, depois de ameaçar levar o problema para o tribunal. 
  • Kesha declinou uma oferta milionária para participar como jurada do The Voice australiano. Kesha também recusou múltiplas oportunidades de aparecer na Broadway. Kesha recusou estas oportunidades para que ela fosse capaz de concentrar seu tempo e esforço em gravar seu novo álbum.
  • A próxima audiência em tribunal de Kesha e Dr. Luke foi marcada para 14 de fevereiro.

Confira a contra-reivindicação completa (em inglês) de Kesha:

ATUALIZAÇÃO:

Dr. Luke, por sua vez, está procurando adicionar outro processo de difamação contra Kesha. Tudo por causa de mensagens de texto enviadas à Lady Gaga pela cantora em fevereiro de 2016, onde supostamente Kesha havia dito que além dela mesma, ‘uma outra artista’ havia sido estuprada pelo produtor.

“Desde essa conversa via mensagens de texto, Lady Gaga espalhou mensagens negativas sobre Gottwald na imprensa. Na verdade, Lady Gaga chegou a sugerir durante uma entrevista de rádio que ela possui informações secretas sobre Gottwald que são prejudiciais para ele. As declarações de Lady Gaga durante esta entrevista na rádio foram repetidas e difundidas por muitos meios de comunicação internacionais […] Kesha não tinha nenhuma motivação econômica para fazer essas falsas afirmações a Lady Gaga. Em vez disso, Kesha fez essas declarações como uma vingança por perder seu pedido de liminar e com o propósito de promover seu plano malicioso para destruir os demandantes. Como Lady Gaga observou nesta conversa de mensagem de texto, ‘NÃO será fácil para ela (ou seja, o outro artista de gravação) ou qualquer artista trabalhar com ele (isto é, Gottwald) depois disso.'” – Dizem os documentos legais por parte do produtor. 

A ‘outra artista’ não teve seu nome divulgado, porém, há algumas semanas, foi divulgada uma notícia de que Dr. Luke teria ganhado uma permissão do juri para mostrar a mensagem de texto também para Katy Perry. 


Post publicado por Samuel D
31.01

Novas informações sobre a briga judicial entre Kesha e Dr. Luke são divulgadas pelo Hollywood Reporter. Confira a tradução completa logo abaixo.

Ambos os lados arquivaram novos documentos judiciais atualmente, entre os documentos, Dr. Luke afirma que Kesha está apresentando provas falsas, incluindo as acusações de estupro a Lady Gaga.

No início deste mês, uma juíza de Nova York estava otimista quanto à intermediação de um acordo entre a cantora Kesha e o compositor/produtor Dr. Luke (Lukasz Gottwald), mas, infelizmente, a paz não está prevalecendo numa disputa onde ela alega ser vítima de abuso sexual e ele afirma ter seu nome manchado pelas acusações.

 Segunda-feira (30.01), ambos os lados pediram permissão à juíza da Suprema Corte de Nova York, Shirley Kornreich, para aperfeiçoar seus pedidos reconvencionais. Para Kesha, isso significa tentar novamente, após ter sua moção para uma liminar negada, em uma tentativa de escapar de seu contrato, onde a juíza rejeitou a maior parte de suas contra-reivindicações de “crime de ódio”.

“Você pode pedir divórcio de um cônjuge abusivo”, começa o novo contra-argumento da cantora. “Você pode dissolver uma parceria se o relacionamento torna-se irreconciliável. Uma mesma oportunidade – para ser liberado da escravidão física, emocional e financeira de um relacionamento destrutivo – deve estar disponível para um artista de gravação. Após uma audiência preliminar em 19 de abril de 2016, Kesha Rose Sebert não é, por enquanto, obrigada a gravar na mesma sala que ‘Dr. Luke’, o produtor musical abusivo que a contratou há 11 anos. Compor e produzir fora da presença de Dr. Luke não a livra do controle de seu agressor”.

De acordo com os últimos documentos arquivados pela cantora, ela começou a gravar um novo álbum, mas “nenhuma canção foi aprovada, nenhuma data de lançamento foi definida e não houve acordo sobre a questão crítica de se o álbum será promovido proporcionalmente a um artista do nível da Kesha e seu sucesso histórico”.

Ela diz que Dr. Luke está tentando puni-la e forçá-la a falar. Kesha afirma que suas finanças foram cortadas, e que até o mês passado, ela não poderia obter demonstrações contábeis nem centenas de milhares de dólares de pagamentos alegadamente devidos sob o seu contrato de edição de música.

“Nada foi liberado até que o advogado da cantora recentemente ameaçou com novas ações legais contra o produtor, que fez com que Dr. Luke liberasse certos fundos devidos à Kesha em dezembro de 2016, dois anos depois que eles eram devidos”, continua sua reconvenção alterada. “Ainda assim, ele não pagou a ela todos os montantes devidos, privando Kesha de royalties de ‘Timber’, o sucesso multimilionário que ela gravou e co-escreveu com Pitbull. Com a Corte, Kesha ainda não havia recebido nenhum dos royalties de gravação ou publicação sobre ‘Timber’, que lhe era devido”.

Os advogados de Kesha caracterizam o que está acontecendo como uma “vingança”.

“Para ser claro, Kesha não busca a renegociação de termos contratuais”, escreveram seus advogados. “Ela não está exigindo mais dinheiro, Kesha pede algo muito mais básico: a liberdade de fazer música sem estar ligado indefinidamente ao produtor que a submeteu a anos de abuso e que continua fazendo isso até hoje. Dr. Luke tentou tirar milhões de dólares em danos punitivos de Kesha e sua mãe. Se bem-sucedido, Kesha e sua mãe estariam sem um tostão.”

Enquanto isso, Dr. Luke tem uma história diferente.

Representado pela advogada Christine Lepera, ele ainda está alegando que Kesha e a sua mãe, Pebe, começaram uma “campanha de difamação”, e que a cantora de “Tik Tok” não irá cumprir as suas obrigações contratuais, mas agora ele está adicionando que desde o pedido de liminar, a equipe de Kesha “embarcou em um esforço consciente e coordenado para deixá-lo na ‘lista negra'” da indústria da música.

As queixas alteradas de Dr. Luke alegam que Kesha e seus representantes estão espalhando declarações difamatórias na mídia, encorajando a criação de “petições falsas na internet” para pressionar a Sony, e falsamente afirmando que ele estuprou outra artista de grande nome na indústria.

“Em 26 de Fevereiro de 2016, uma semana depois de perder o pedido de liminar, Kesha iniciou uma conversa em mensagem de texto com Stefani Germanotta, a artista que é profissionalmente conhecida como ‘Lady Gaga'”, declara na sua proposta de queixa alterada. “Durante essa conversa por mensagem de texto, Kesha falsamente e sem base afirmou que ela e outra artista feminina (a ‘Outra Artista’) tinham sido ambas estupradas por Gottwals. As afirmações de Kesha à Lady Gaga eram completamente falsas. Gottwald não estuprou Kesha, e ele não estuprou a Outra Artista.”

Quanto às performances ao vivo de Kesha e seu novo material, Dr. Luke reclama que Kesha está “agindo de má fé em tentar forçar a KMI”, companhia de Dr. Luke, “em uma suposta violação de suas obrigações em fornecer os serviços de Kesha à Kemosabe Records. Kesha mais adiante violou o dever de boa fé e de justo acordo por tentar estabilizar uma relação contratual direta com a Kemosabe Records, assim forçando a KMI fora e a privando dos benefícios como o fornecedor dos serviços de gravação de Kesha para a Kemosabe Records”.

Segundo Kesha, os números da situação atual só pioram. Isso porque o contrato da Sony com o Dr. Luke e suas empresas terminam em março de 2017.

“O fim deste contrato significa que a Sony já não pode ter qualquer papel na criação da música Kesha, deixando Kesha totalmente nas mãos de uma pessoa com o objetivo de falir ela e sua família através de litígios, cortando sua renda legítima e pessoal. Sem a intervenção da Corte e da facilitação da Sony, Kesha permanecerá contratualmente vinculada a Dr. Luke até que ela lance três álbuns adicionais, cada um contendo seis músicas produzidas individualmente pelo Dr. Luke, não importando quantos anos leve.”

O próximo passo nesta disputa serão os testemunhos. Na próxima semana, Kesha e Dr. Luke terão que se submeter ao interrogatório sob juramento. O Dr. Luke está fornecendo documentos mostrando como sua carreira foi ferida financeiramente com essa luta amarga.

[ATUALIZAÇÃO]

Dr. Luke e seus advogados, representando a Kemosabe e suas empresas no caso, apresentaram novos documentos, afirmando que a cantora deve cerca de US$1,3 milhões em royalties auxiliares. Isso acontece porque, em sua série de contratos com as empresas de Dr. Luke, Kesha concordou em pagar 10% de suas receitas líquidas sempre que alguém utilizar seu nome ou imagem.

Dr, Luke também acusa novamente a cantora de tentar difamar sua imagem na mídia e afirma que as músicas, até então entregue, não foram aceitas e nenhuma data foi estipulada porque o o projeto ainda está em fase de criação.

FONTE: Hollywood Reporter


Post publicado por Samuel D
04.01

Segundo o DailyMail UK, Lady Gaga e Katy Perry foram arrastadas para a batalha judicial entre Kesha e seu ex-produtor musical Dr. Luke, acusado de agressão sexual.

Uma mensagem de texto de abril de 2016, que Kesha teria enviado a Lady Gaga, foi adicionada as evidências do caso no início deste ano (2017), e a juíza teria a dado a Dr. Luke permissão para mostrar a mensagem à Lady Gaga e Katy Perry.

A evidência foi apresentada como parte de uma audiência em 26 de dezembro, em Nova York, quando ambas as partes trabalharam para eliminar um acordo de descoberta, decidindo quais documentos e registros eles trocariam entre si.

O conteúdo da mensagem de texto de Kesha para Lady Gaga é desconhecido pois foi mantido como confidencial pela juíza, portanto, o envolvimento de Katy com a notícia fica desconhecido. Segundo a publicação do tabloide, a evidência favorece Kesha.

FONTE: DailyMailUK


Post publicado por Samuel D
16.12

Hoje, os fãs da cantora Becky G estão subindo a tag #FreeBeckyG, na tentativa de expor a mídia o fato de o produtor estar barrando as músicas novas da artista, impedindo que elas sejam lançadas, visto que ele é o responsável pela palavra final.  A única saída para Becky está sendo o lançamento de músicas em espanhol, pois são trabalhadas por outros produtores.

Lembrando que Dr. Luke já demonstrou seu caráter de má fé com Kesha no passado, além de ter controle criativo sob as músicas da cantora, Luke congelou a carreira de Kesha após o álbum Warrior, e o único lançamento da artista depois disso foi “Timber”.  

Apoie essa causa usando a tag #FreeBeckyG


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