Dr. Luke | Kesha Brasil | Page 5

Post publicado por Samuel D
03.11

[ATUALIZAÇÃO 1] Hoje, foram divulgados os documentos oficiais de parte do processo judicial, onde podemos confirmar o que já havia sido dito pelo The Hollywood Reporter essa semana (“Kesha pressiona resposta da liminar para que ela possa gravar um álbum sem Dr. Luke“),  confira abaixo os documentos oficiais:

DocumentosJulgamentoAtualização

[ATUALIZAÇÃO 2] Tabloide japonés publica matéria sobre o caso de Kesha, assim como diversos outros sites estão dando mais visibilidade à situação da cantora!

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Post publicado por Samuel D
30.10

A Popstar disse que ela está disposta até a trabalhar com a Sony, a qual ela está processando também por apoiar as atitudes de Dr. Luke

Depois de ter dito à um Juiz de Nova Iorque que sua carreira está em perigo, Kesha Rose Sebert está evoluindo com seus argumentos a favor de sua liminar, para que ela seja permitida de gravar um álbum sem Dr. Luke.

Os dois estão em meio à uma batalha judicial, aonde Kesha alega ter sido vitima de abuso sexual e ele diz que a cantora está tentando extorqui-lo para se livrar do contrato com sua gravadora, a Kemosabe Records label, parte integrante da Sony Music.

Os documentos judiciais revelados em primeira mão pelo The Hollywood Reporter, em Setembro, mostraram a solicitação da liminar. Kesha está apresentando depoimentos de outras pessoas da indústria do entretenimento declarando que as gravadoras tradicionais não estão dando chance a ela no momento – com medo de serem processadas por interferirem no processo.

O que há de novo nos documentos apresentados nessa sexta-feira é Kesha dizendo ao juiz que enviou cartas à Kemosabe e Dr. Luke pedindo para gravar um álbum para a Sony sem ter que trabalhar com ambos.

“As cartas de resposta indicaram que tanto a Sony como Dr. Luke acreditam que as cláusulas de exclusividade permanecem em vigor e eles não concordam com a rejeição da mesma, além disso a Sony, em geral, não irá trabalhar com Kesha ao menos que ela concorde em trabalhar com a Kemosabe e a companhia de Dr. Luke, KMI” – Afirma Mark Geragos, advogado de Kesha.

Em 13 de outubro, um advogado da Sony rejeitou a proposta de Kesha com rigidez, e escreveu que não seria apropriado continuar aderindo ainda mais às alterações de pedidos de Kesha.

Isso foi uma referência ao fato de que Kesha não só estaria tirando proveito de Dr. Luke sobre o alegado abuso, como agora ela estaria processando a Sony, alegando que a ‘gigante da música’ apoiou e comprovou o comportamento de seu produtor, além de colocar artistas do sexo feminino em perigo físico. Sony rebate dizendo que foi “pega no fogo cruzado” e o que Kesha está fazendo equivale a uma “tentativa transparente e equivocada de renegociar seus contratos.”

“Kesha agora enfrenta uma decisão catastrófica: trabalhar com seu suposto agressor… ou esperar, de braços cruzados, a sua carreira desaparecer”, escreve o advogado dela. “Ela está impedida de trabalhar eternamente, porque a vigência de seu contrato exige que ela grave mais três álbuns. Kesha precisa de assistência do Tribunal de Justiça.”

Na época, a questão da liminar tinha sido apresentada pela primeira vez, e um porta-voz do Dr. Luke disse ao The Hollywood Reporter, “Se agora Kesha lamenta por sua carreira estar sendo atolada em processos legais, é inteiramente culpa dela. Foi Kesha quem escolheu iniciar um processo alegando um falso abuso para ganhar vantagem nas negociações do contrato, e agora ela deve aceitar as consequências de seus atos. Enquanto ela continuar mantendo suas falsas alegações de abuso contra Dr. Luke e quebrando seu contrato, ele [Dr. Luke] continuará protegendo sua reputação profissional e pessoal, bem como seus direitos contratuais, no tribunal de justiça. Ele está ansioso para obter sentenças a seu favor.”

Fonte: Billboard/The Hollywood Reporter


Post publicado por Samuel D
05.10

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A mãe de Kesha, Pebe Sebert, é a uma das únicas fontes concretas que temos próximas a própria Kesha, e, que de vez em quando, vem ao público falar sobre detalhes do processo envolvendo Kesha e seu produtor. Confira abaixo o que Pebe publicou:

  • “Todas as alegações contra Dr. Luke são verdadeiras, Animals”
  • “Onde estão todas as pessoas que viram o que estava acontecendo? Eles com certeza estavam lá quando eles conseguiam dinheiro com ela [Kesha]!”
  •   “Onde estão todos os outros artistas que sabiam a verdade, de suas próprias experiências?”
  • “Covardes”

  •  “A paixão de Kesha foi tirada dela. Você poderia ajudar. Você sabe quem é. Mas o que é preciso para você fazer ‘A COISA CERTA'”?

  • “Vocês poderiam fazer protestos pela liberdade da Kesha em frente aos prédios da Sony em Nova Iorque, Japão, Alemanha, etc!”
  • “Vocês tem que se organizar pessoal! Escolham dias, façam cartazes, liguem para os noticiários locais”

 


Post publicado por Samuel D
21.09

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Alguma claridade poderia estar vindo na batalha legal entre a pop star Kesha Rose Sebert e o compositor-produtor Dr. Luke (Lukasz Gottwald). Isso porque Sexta-Feira, a ação foi para liminar, significando que um julgamento em Nova Iorque será feito em breve para determinar se Kesha poderá suceder nos meritos de uma reivindicação que os contratos de gravação seriam anulados.

A disputa se iniciou em outubro do ano passado, quando Kesha alegou ter sido vítima de abuso violento por Dr. Luke, incluindo uma queixa de que ele a drogou e a estuprou. O produtor arquivou suas própias reivindicações contra Kesha, dizendo que a disputa é uma tentativa de extorquir ele em troca de liberar ela de seus contratos com a, Kemosabe Records, gravadora dentro da Sony.

Em documentos judiciais, na Sexta-Feira, o advogado de Kesha, Mark Geragos, disse ao juíz porquê uma determinação é necessária em breve. “Até que o Tribunal de Justiça delibere sobre o pedido de sentença declaratória, Kesha está num impasse”, declara uma nota diplomática que apoia uma liminar que barraria Dr. Luke de interferir em qualquer contrato que a cantora assinasse com outra gravadora. “Ela não pode trabalhar com outros produtores, editores ou gravadoras musicais para lançar músicas novas. Sem músicas novas para apresentar, Kesha não pode sair em turnê. Fora do rádio e do palco e fora dos holofotes, Kesha não pode vender produtos, receber patrocínios, ou ganhar atenção da mídia. A marca valiosa dela caíu, e a não ser que a Corte emita essa liminar, Kesha irá sofrer danos irreparáveis, despencando a sua carreira onde não haverá volta.”

Em apoio, Kesha apresentou uma declaração de Jim Urie, ex-presidente e diretor executivo da Universal Music Group Distribuition de 2003 até janeiro passado. Ele concorda que sem uma liminar a carreira dela está acabada: “Nenhuma companhia de distribuição popular irá investir o dinheiro necessário para distribuir canções para uma artista que caiu fora do interesse do público, como está acontecendo com Kesha, nesse momento,” ele diz. “Portando, se Kesha não puder voltar imediatemente a gravar e ter a sua música promovida, comercializada e distribuida por uma grande gravadora, a carreira dela está efetivamente acabada.”

Kesha por si só apresentou uma declaração que repete a história de seu relacionamento de dez anos com Dr. Luke, além de acrescentar novas alegações. Eles se conheceram depois que ela fez 18 anos. Ela diz que em uma ocasião, eles foram para uma festa e ela tomou bebidas alcoólicas. Mais tarde, ele supostamente lhe deu uma pílula, e Kesha diz que acordou mais tarde em sua cama.

Em sua última declaração, ela também diz que ele “tomou crédito por canções que ele não escreveu para um programa de televisão que ele nem chegou a produzir” e, após ele ter supostamente decidido que Kesha não era boa compositora o suficiente, ele chamou Will.i.am para escrever um verso para Kesha cantar. “Eu sei que não posso trabalhar com Dr. Luke,” ela diz. “Eu não posso fisicamente. Eu não me sinto segura de qualquer forma”.
Enquanto isso, a Sony está pesando sobre o caso pela primeira vez. A empresa disse ao juiz que foi “apanhada no fogo cruzado”.
Depois de ter processado Dr. Luke, Kesha incluiu a acusação de que a Sony apoiou e ratificou o comportamento de Luke. Ela alega que a enorme indústria da música coloca artistas do sexo feminino “em perigo físico, dando ao Dr. Luke controle criativo e administrativo por completo”. Sony e Kemosabe estão exigindo a rejeição de tais alegações, apoiando Dr. Luke, chamando Kesha para uma “tentativa transparente e equivocada de renegociar seus contratos”.
Sony argumenta que suas reivindicações não fornecem nenhuma responsabilidade corporativa e aponta para a admissão de Kesha que o Dr. Luke supostamente veio intimidado-a em silêncio.
“Esta admissão – que Kesha nunca havia falado ou denunciado a suposta má conduta – é fatal para todas suas alegações contra a Sony e Kemosabe Records”, argumenta. “Em suma, Sebert não pode ter as duas coisas: Ela não pode alegar que Luke a intimidava em silêncio, então – como uma reflexão tardia aparente – procurou assegurar Sony e Kemosabe Records como responsáveis por não agirem sobre a conduta que ela não relatou”.
Matéria original: http://www.hollywoodreporter.com/thr-esq/kesha-warns-her-career-will-825685
Traduzido por: Natália H. e Samuel D. (KSBR)

Post publicado por Pedro I.
18.06

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A batalha judicial entre Kesha e Dr. Luke continua e agora o produtor musical acaba de ganhar a ação que Kesha fez sobre abuso sexual contra ele, porém apenas em Nova York.

Em outubro do ano passado, Kesha moveu algumas ações judiciais contra o seu principal produtor e empresário, Dr. Luke, no estado da Califórnia, acusando-o de abuso sexual e outros tópicos. Luke, pouco tempo depois, moveu ações contra a cantora e sua mãe, porém em Nova York.

No primeiro bimestre deste ano, o estado da Califórnia teve que colocar o processo em espera, enquanto aguardavam os resultados das ações que ocorriam em Nova Iorque. Por quê? Em um clausula do contrato de Kesha com a Kemosabe, RCA e Sony, afirmava que qualquer quebra de contrato deveria ser resolvida nos tribunais de Nova York. Neste caso, nenhuma das ações envolviam “quebra de contrato”, muito menos as gravadoras, mas mesmo assim não tinha mais como reverter isso e anular as ações em Nova York.

Tentando evitar este resultado, Kesha afirmou semana passada que a Sony Music também tem sua parte de responsabilidade pelos abusos cometidos por Dr. Luke, mas isso parece não ter feito o efeito desejado pela cantora.

Ao que parece, Kesha está esperando a reabertura das ações movidas em Califórnia para poder apresentar as provas de suas acusações, sendo assim, as ações movidas em Nova York parecem ser de pouca importância para a cantora e seus advogados.

 

FONTE: Billboard


Post publicado por Samuel D
10.06

A pop star Kesha Continua em ativa no processo contra “Dr. Luke”, agora com uma queixa adicionando a Sony Music como um réu por supostamente “apoiar” o comportamento do produtor. Em novos documentos obtidos pelo The Hollywood Reporter, Kesha afirma que as gravadoras estão desesperadas por “sensações pop” em meio a queda nas vendas e, assim, fez um “investimento substancial” de 60 milhões dólares no Dr. Luke para sua capacidade de desenvolver “talentos cativantes e criativos”. Kesha ainda afirma que há um custo para fazer negócios com o famoso produtor.

De acordo com a queixa alterada, Kesha afirma que a Sony Music sempre soube dos abusos cometidos pelo Dr. Luke e que eles não “abrem os olhos” para investigar sobre seus abusos. Representantes de Kesha alegaram que a Sony deve ser realizada, em parte, responsável também pelos abusos cometidos pelo produtor musical. “A conduta do SME colocado Jane Doe artistas do sexo feminino, incluindo a Sra Sebert, em perigo físico, dando Dr. Luke total controle criativo e empresarial, com recursos financeiros quase ilimitadas, sobre jovens artistas do sexo feminino que, necessariamente, estavam obrigados a se tornar dependente de sua boa vontade. ”

A denúncia alega ainda que alterado Kesha reclamou sobre os termos de seus acordos com Dr. Luke – que ele não vai renegociar “, como ele prometeu e de acordo com a indústria de costume” – e que a Sony tem de “ratificado” isso dando Dr. Luke um acordo gravadora e uma “plataforma para continuar seu abuso.” “Com base no comportamento da PME, PME forçou um relacionamento abusivo entre Dr. Luke e Ms. Sebert a este dia”, diz a denúncia alterada. A ação também afirma que a Sony continua a apoiar de Dr. Luke. Sony se recusou a comentar. “Este parece ser um esforço desesperado”, responde Christine Lepera, advogado de Dr. Luke. “São conclusões sem fatos, e não há nada de novo. Eles estão tentando enredar Sony e isso não vai funcionar.”s


Post publicado por Samuel D
25.05

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Quinta-Feira, um Juíz se apossou de um pedido vindo do produtor Dr. Luke, para negar ou colocar em espera a ação judicial da cantora alegando que ele drogou e estuprou a cantora de “Tik Tok”.

A Juíza da Corte Superior de Los Angeles, Barbara Scheper, disse que quer ponderar o caso ainda mais e ver uma queixa alterada que os advogados de Kesha dizem que vão apresentar em breve.

Dr. Luke, cujo nome verdadeiro é Lukasz Gottwald, alega que Kesha inventou a história do estupro como parte de um esquema de extorsão para sair de seu contrato de gravação exclusivo.

O advogada de Dr. Luke, Christine Lepera, disse Kesha assinou acordos com Dr. Luke afirmando que quaisquer disputas judiciais seriam decididas em Nova York. Portanto, o caso da Califórnia deve ser negado ou armazenado para que todas as acusações possam ser ouvidas em Nova York, disse ela.

“O que realmente está ocorrendo é um ‘eu quero sair ‘”, Lepera disse em referência a Kesha, a quem a advogada alega ter processado  Dr. Luke como parte de um esforço para ter seu contrato rescindido.

A observação trouxe uma forte reação de advogado principal de Kesha, Mark Geragos. Ele disse que o caso do cantor envolve acusações de abuso sexual que ocorreram na Califórnia, não New York. Ele negou que a ação judicial da sua cliente, apresentada no mesmo dia (em Outubro) que a de Dr. Luke, estava relacionado com a disputa de contrato.

Kesha, 28, apareceu no tribunal hoje, mas não falou durante o processo. Ela se reuniu com Geragos e seus outros advogados no corredor após a audiência.

Lepera e outro advogado de Dr. Luke, Adam Levin, disse que eles estavam “cautelosamente otimistas” que Scheper (Juíza) acabaria por descartar a acusação em nome do seu cliente.


Post publicado por Samuel D
19.05

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Pouco tempo depois do lançamento de seu segundo álbum de estúdio, “Warrior”, Kesha já vem escrevendo novas canções que poderão entrar no próximo álbum ou acabar sendo descartadas como “Woo Hoo”, “Meet Me In Space” e inúmeras outras que já cansamos de contar. O fato é que o lançamento do próximo álbum bate de frente com toda a polêmica envolvendo Dr. Luke, mas a cantora garante que irá lançar músicas novas o mais rápido possível. Será que vai ser mais rápido do que imaginávamos?

Há algum tempo já haviam sido registrados títulos como “You Fucked With the Wrong Bitch”, “Brutus”, “Skeleton”, “Wolf Song”, “U Suck Ass” e “Child Of The Moon”, inclusive Kesha já nos deu um gostinho das quatro primeiras faixas mencionadas na segunda temporada de seu documentário, “Kesha: My Crazy Beautiful Life” (aonde chegou a descrever o próximo álbum como “destemido”, mas isso antes de toda a polêmica já mencionada). Um tempo depois, mais 3 músicas foram registradas! Chamadas “!! PELICAN”, “Darko” e “OKAY 12 30 09” (lembrando que os títulos podem ser provisórios). Vale ressaltar que apesar das 3 canções estarem registradas em nome de Kesha, ela não esta creditada como compositora (inclusive “Darko” consta como escrita por Dr. Luke), então é provável que essas últimas acabem descartadas visto que Kesha tem o costume de escrever todas as suas músicas e vem tentando se desvincular de Luke. De qualquer jeito, nada impede que a mesma adicione novos versos as músicas em questão. Continuamos esperando por mais informações…


Post publicado por Samuel D
25.04

Após um período longe dos olhos do público em meio a um confronto com seu colaborador de longa data, a estrela pop se apresentou em uma pequena casa de shows de Rock em Washington.

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É impossível saber realmente o que uma figura pública esta sentindo, o que explica o porque de ser um passatempo nacional especular sobre isso. E isso vale em dobro para o mundo da música pop, aonde a canção de um músico caminha ao lado de sua “narrativa” – ambas criadas pelo próprio ou não – na maioria das vezes. Kanye West foi recentemente cercado pela história de estar sendo transformado pela paternidade, casamento e um contrato com a Adidas. Lady Gaga, como todo mundo sabe, esta em sua fase “normal” depois de seu estouro nas campanhas publicitárias. Beyoncé, se você acredita no Instagram, está aproveitando a melhor vida na Terra como recompensa pelo seu trabalho duro e perfeição própria.

Kesha, antigamente Ke$ha, de nome real Kesha Rose Sebert, é… bem, é difícil dizer. Depois de reinar como uma celebridade no topo das paradas por alguns anos sobre a força de sua grande potência e hinos dançantes irreverentes – com uma presença visual que contou com glitter, pintura facial e dedo do meio – a sua imagem como super humana guerreira começou a rachar. Alguns singles tiveram desempenhos inferiores em 2013; pessoas do seu time começaram a se queixar sobre o produtor, Dr. Luke, ser muito controlador; ela foi para uma clínica de reabilitação por causa de um transtorno alimentar; tirou o cifrão de seu nome. Depois de passar boa parte de 2014 fora dos olhos do público, ela entrou com uma ação judicial alegando que Dr. Luke a abusou sexualmente e emocionalmente, incluindo uma acusação que ela havia sido dopada e estuprada por ele. Ele rebateu a acusação, dizendo que ela estava apenas tentando sair de seu contrato.

Dr. Luke, de nome real Lukasz Gottwald, não é apenas um produtor. Ele era uma parte essencial da história de Kesha, a pessoa que assinou com ela aos seus 19 anos e que co-produziu ou co-escreveu basicamente a maior parte de seus hits (para não mencionar outros esmagadores de Katy Perry e Kelly Clarkson). Mesmo antes da ação judicial de abuso, ela e sua mãe haviam confirmado publicamente suspeitas de fãs que Luke estaria sufocando a criatividade de Kesha e que ela queria se ramificar em diferentes tipos de música. Agora que a separação é oficial, o que isso significa para Kesha, a performer? E pra onde essa narrativa pop vai depois de uma virada tão feia?

Semana passada, o Black Cat Rock Club, em Washington, anunciou que Kesha iria se apresentar lá na terça-feira à noite, e que os ingressos iriam à venda ao meio-dia por 25 dólares cada. Na sequência de algumas apresentações em campus universitários e shows beneficentes, a aparição seria sua primeira performance pública nos Estados Unidos desde 2013, em um local que não é nada como os estádios nos quais ela tinha tocado antes: escuro e pequeno, com uma capacidade para cerca de 750 pessoas. A apresentação se aproximava. Por que uma estrela pop ultra-famosa planejava seu retorno em um pequeno local que geralmente acolhe cantores de indie e rock? Iria ela abandonar todas as suas canções com Luke e tocar coisas inéditas? Seguir a onda de seu cover divisor de opiniões de Bob Dylan e fazer um acústico? Apostar novamente em sua recente imagem Rock Star e fazer um show metal? Dizer algo sobre as controvérsias? Os ingressos se esgotaram em menos de quatro segundos.

Mas desde a abertura do show, estava claro que aquilo não seria o lançamento de uma nova versão de Kesha (Kesha 2.0). Ela começou o show com a faixa-titulo do album Warrior, que teve uma grande produção de Dr. Luke em 2012. Dançarinos movimentando espadas como samurais, e o público, cheio de glitter, cocares e adereços de unicórnio, inspirados em clipes da cantora, gritava. E continuaram gritando durante o resto o show, que ofereceu praticamente qualquer coisa que um fã poderia querer: confete, adereços, “Tik Tok” e “Timber”.

Membros da banda tocavam guitarra e teclado e, ao cantar Die Young – musica que a cantora disse que foi forçada a cantar – foram usados tambores. Em quase todo o show, Kesha tinha performado como uma performer pop: cantando com uma base pré-gravada, com troca de figurinos e o uso de efeitos visuais. Ela se mostrava feliz por estar lá, balançando as vigas e promovendo um clube de strip gay no local. Tirando seu cover/mashup de “Loyal” do Chris Brown e “Jealous” do Nick Jonas, a setlist foi formada inteiramente por músicas que a cantora já havia lançado; “Lover”, a música livre de Dr. Luke que vazou ano passado, não fez parte.

Após o show, a cantora tweetou “esta noite foi tudo para mim” e “estar em turnê me dá vida”, então talvez a cantora tenha optado por fazer shows em palcos pequenos e com pouco aviso prévio apenas para se divertir, e mais precisamente para evitar que haja uma pressão do publico para o relançamento de sua carreira. Ela logo vai se apresentar em outro campus universitário em Baltimore, e depois vai entreter a parada gay de Los Angeles. Você pode imaginar esses shows – todos com público fanático garantido – como um refresco psicológico para ela ou como um despertar de seus fãs, ou como uma prova de que ela é uma artista completa totalmente independente de Dr. Luke, ou como uma indicação de que ela quer deixar para trás o drama. Ou, como os muitos fãs revestidos de brilho contentes por terem tido uma terça-feira à noite épica, você poderia esquecer a narrativa e ver a performer fazendo o seu trabalho, e fazendo bem.

Fonte: The Atlantic


Post publicado por Pedro I.
20.03

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Meses após o inicio da batalha judicial entre Kesha e Dr. Luke, ação movida pela Kesha se torna prioridade entre as que envolvem Kesha, sua mãe e o produtor Dr. Luke.

Hoje (20.03), o Supremo Tribunal de Nova York decidiu colocar a ação movida pela Kesha como prioridade entre outras duas movidas pelo produtor musical, Dr. Luke, contra a cantora. O porque? O simples fato de que cada ação foi movida em um estado americano diferente.

Quando Kesha entrou em processo contra Dr. Luke, sua única ação foi arquivada no estado da Califórnia. Logo após, Luke também arquivou outros dois processos (os dois semelhantes): um em Nova York e outro no Tennessee.

Pelo fato do Dr. Luke mover duas ações semelhantes, em estados diferentes, fez com que juízes desconfiassem de que essas ações poderiam afetar o resultado da que foi feita pela Kesha (a primeira a ser arquivada). Então Shirley Kornreich decidiu que a ação da Califórnia deve manter-se em primeiro lugar. Como justificativa, a juíza disse que as ações de Dr. Luke “apresentam reivindicações semelhantes, com a possibilidade de decisões contraditórias, já o caso da Califórnia alega reivindicações legais e especificamente ocorridas na Califórnia.”

Desde o mês de Outubro do ano passado, processos jurídicos foram arquivados entre Kesha, Pebe e Dr. Luke. De lá para cá, muitas coisas ocorreram nesta batalha judicial e para entender melhor o que ocorreu desde o inicio, clique aqui.

FONTE: Hollywood Reporter


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