Post publicado por Samuel D
01.05

Sobre sua ascensão inicial à fama em 2009: “Eu pensei que tinha que ser muito forte e retratar que não dava a mínima, e esse não era o caso. Eu estava fingindo que tudo estava ótimo o tempo todo.”

Sobre a superação dos problemas em relação a seu corpo: “A última gota foi quando eu estava com minha mãe em um jantar de família e eu estava muito ansiosa. Dirigindo para casa, eu tive que parar e fiquei tipo ‘eu não posso mais manter esse segredo’. Foi assustador, mas eu finalmente escolhi a vida. Esse foi um grande ponto de virada. Eu não sou resumida a um tamanho. Eu não sou um número. Eu sou uma mulher forte foda, e, francamente, eu gosto das minhas imperfeições. Dez anos atrás, nunca pensei que seria capaz de dizer isso.”

Sobre seu último álbum, Rainbow “ Eu escreveria, e a dor se transformaria em arte, e a arte se transformaria em cura, e a cura se transformaria em um álbum. E então fui indicada a um Grammy!”

Sobre sua turnê com Macklemore: “Eu tomei o controle de mim mesma. Estou assumindo o controle da minha vida e meu nome e a música a que se vincula. Eu não sou uma seiva triste agora. Há algumas baladas, mas meu show ainda é extremamente divertido. Eu não vou ser menos maluco. Tem uma banda incrível e tem dança e glitter. Essa é uma promessa que vou manter – sempre haverá glitter. ”

Kesha também escreveu uma carta para si mesma: 

 


Post publicado por Samuel D
17.08

Após previsões apontarem que “Raimbow” estreará em #1 na Billboard 200, o tabloide norte-americano publicou um artigo dissertando sobre como Kesha não precisa de Dr. Luke, antigo produtor da artista, acusado de abuso psicológico e sexual. Confira alguns trechos da matéria:

“Agora, o mesmo cara que a impediu-a de lançar o álbum Lipsha com a banda The Flaming Lips, tem que permitir que ‘Let ‘Em Talk’ e ‘Boogie Feet’, duas colaborações furiosas com o Eagles Of Death Metal, duas músicas country, várias baladas e um single promocional feminista sejam lançadas em um álbum que deve se tornar o seu segundo #1. Quase não há sintetizadores eletrônicos ou Autotune no ‘Rainbow’ […] Se Luke gosta disso ou não, a mensagem foi entregue de qualquer forma. Ele pode possuir os direitos de publicação dessas músicas legalmente, mas o mundo sabe que seu tempo controlando Kesha é limitado a extratos bancários e ações judiciais. Kesha possui o ‘Rainbow’, todo o sucesso que vem com ele – incluindo artisticamente, pois é muito provável que seja seu melhor álbum (e certamente o mais aclamado) até o momento – e todos os relatórios indicam que ela mesma é a responsável por isso. Claro, Dr. Luke provavelmente recebe dinheiro com isso. Mas se o ex-produtor fizer uma festa na casa de um cara rico (referência a uma música da Kesha), provavelmente ela ficará mais vazia a cada ano que passar.”

Fonte: Billboard / RDT Pop


Post publicado por Samuel D
05.12

A nova edição da Billboard Magazine conta com uma matéria com Kesha! A cantora falou sobre novas músicas, seu carinho pelo público LGBT, apoio de Adele e luta contra ansiedade e depressão. Confira:

“Eu me  tornei uma mulher adulta que percebe o poder da minha voz”, diz Kesha, fotografado em 21 de novembro de 2016 no Harvard House Motel em Los Angeles. […]

A Kesha do topo dos charts – uma criança selvagem cuja orelha boa para identificar hits lhe rendeu 10 top 10 no Billboard Hot 100 – não era essa a mesma Kesha que cantou um cover maravilhosamente minimalista de Bob Dylan (“It Is not Me, Babe “) no Billboard Music Awards em maio, apoiado apenas por um violino e Ben Folds no piano. “Parecia a primeira vez que eu realmente me deixei ver por quem eu realmente sou”, diz Kesha, 29. “Eu abaixei minha guarda e apenas deixei minha voz levar a música. Foi um dos momentos mais especiais da minha carreira. “

Também foi cruel: desde 2014, Kesha esteve no meio de uma longa batalha judicial para se livrar de seu contrato de gravação com Lukasz (“Dr. Luke”), a quem ela acusou de abuso físico, sexual e emocional (embora ela tenha indicado recentemente que está disposta a lançar nova música através de seu contrato existente). Mais cedo em 2016, uma série de artistas (Kelly Clarkson, Lady Gaga, Lorde, Demi Lovato e Haim, para citar alguns) começaram um movimento chamado “#FreeKesha” nas mídias sociais, e, impulsionado por esse apoio, Kesha recentemente entrou em turnê. Ela diz que as músicas novas em que está trabalhando “mostram minhas vulnerabilidades como uma força e não como uma fraqueza. No passado, eu sempre senti que estava tentando provar algo. Agora, estou escrevendo o que quero compartilhar com o mundo, ao invés de tentar dar ao mundo o que ele quer. Para melhor ou pior, eu sou apenas eu. “

“Eu percebi que não importa o quê, temos que estar lá para o outro como seres humanos”, diz Kesha. “Eu acredito que é minha responsabilidade lutar pelos direitos dos outros quando eu puder.” […]

Na matéria, Kesha também comentou brevemente sobre tópicos aleatórios, confira:

Combatente pela liberdade:
“Durante esta eleição, eu conheci muitos jovens LGBT e fui incrivelmente inspirada por eles. Eu quero promover a igualdade até o dia que eu morrer.

Sistema de apoio:
“Adele tem muita classe. Ela me procurou em particular e publicamente após ganhar seu próprio prêmio [nos BRIT Awards]. Que linda alma.”
Co-escritores:
“Eu tenho escrito muito com Wrabel, que também é um artista. Nós nos divertimos muito juntos. Eu adoraria colaborar com Mick Jagger, David Byrne, Bob Dylan e Neil Young. Uma menina pode sonhar! “
“Eu tenho lutado contra um monte de coisas, incluindo ansiedade e depressão”, diz Kesha. “Encontrar a força para avançar sobre essas coisas não é fácil. Mas talvez, contando minha história, eu possa ajudar outra pessoa a atravessar tempos difíceis.” […] 
Confira fotos da matéria:

Post publicado por Samuel D
26.10

Hoje, a The New York Times Magazine, revista semanal associada ao jornal The New York Times, divulgou que Kesha será destaque na edição da semana do dia 30 de Outubro. Confira abaixo a capa, fotos promocionais e a matéria traduzida:

FOTOS:

MATÉRIA – “Kesha, interrompida”:

Kesha estava cansada; Kesha estava em sua fase do retorno de Saturno. Um retorno de Saturno, ela me explicou, acontece com as pessoas entre as idades 27 e 31. “É quando a [palavrão] fica muito real e muito difícil, e você tem que enfrentar a vida como um adulto”, disse ela. Seu cabelo estava molhado, e ela usava extensões de cílios e estava maquiagem. Seu rosto é coberto de sardas de cor de café muito leve que a fazem parecer mais jovem do que 29 anos. “É um período da sua vida onde você meio que vai de criança a um real adulto.”

No dia dessa entrevista, ela estava ensaiando no palco do clube Warsaw, no Brooklyn, cantando alto e baixo, se preparando para o show daquela noite, para o qual ela tinha que estar glamurosa, literalmente, então seu cabelo e maquiagem estavam sendo feitos. Ela já usou maquiagem para cobrir suas sardas, mas ela não faz mais isso. Vestiu-se em um de seus dois ternos estilo Nudie, o branco, com detalhes ocidentais personalizados para ela, com um olho bordado que combinava com a tatuagem da palma de sua mão; um coração com uma faca atravessada; algumas flores; um par de cruzes. O terno Nudie foi o mesmo que ela usou no Billboard Music Awards em maio. É com isso que ela vem se apresentando desde que abandonou as estampas de leopardo e os looks sem parte de baixo.

Em 2014, Kesha (nome completo: Kesha Rose Sebert) processou Dr. Luke (nome completo: Lukasz Gottwald), um dos produtores de música pop mais bem sucedidos e poderosos da indústria da música, e suas várias entidades, dizendo que ele havia drogado e estuprado ela, além de tê-la abusado emocionalmente, e pediu para ser liberada de seu contrato. Ele rebateu ela por quebra de contrato e difamação. Um milhão de documentos e arquivamentos e contra argumentos depois, em fevereiro, um juiz de Nova York negou seu pedido de liminar sob seu contrato de gravação (um contrato de gravação pode fazê-lo de refém para toda sua vida, ou pelo menos durante a maior parte de sua carreira).

Naquele dia, seus fãs, conhecidos como os animais, jogaram brilho na frente do tribunal, um lembrete para ela de que não importa a situação, ela ainda era a rainha deles. Eles gritavam “Livre Kesha agora!” Foi em vão: Kesha, em um terno branco muito menos alegre do que o terno Nudie, sentou-se na galeria, com a cabeça no ombro de sua mãe, chorando. Naquele dia, a hashtag #FreeKesha invadiu a mídia social, e dentro de algumas semanas, Adele se pronunciou em apoio a ela. Taylor Swift, com quem ela tinha apenas casualmente familiarizado, doou US $ 250.000 para ajudar a cobrir os honorários legais exorbitantes. Kelly Clarkson acusou publicamente Dr. Luke de ser um mentiroso, e que ele era “uma espécie de humilhador”, e acrescentou que ela tinha sido chantageado para trabalhar com ele. Em abril, a mesma juiza disse que as alegações de Kesha não foram detalhados o suficiente para considerar e que já havia se passado muito tempo do suposto estupro.

Kesha não é mais a artista que nos conhecemos nos tempos passados: Cifrão em seu nome no lugar do S, seu carro Trans Am dourado, onde ela admitiu ter relações sexuais contínuas, garota festeira 24h por dia, mergulhada em óleo e coberta de glitter. Agora ela é alguém com sua alegria suspensa, incapaz de lançar novas músicas, ela está em turnê por clubes pequenos para ganhar algum dinheiro para ajudar a financiar o seu processo e garantir que seus fãs não a esqueçam; agora ela é alguém que quer trabalhar e fazer música, só que sem o homem que ela diz que a estuprou; agora Kesha é uma causa.

Fora do Warsaw, seus fãs também estavam glamurosos. Um jovem míope que segurava um frasco de brilho castanho me disse que ele perdeu a mãe há dois meses e que veio de outro estado só para este show. “Se Kesha conseguiu passar por este ano”, disse ele, “eu também consigo.” Uma jovem mulher com meia-calça e shorts rasgado usava um bastão de glitter azul para aplicar listras de tigre no rosto de um amigo. “Kesha é uma inspiração para mim”, disse ela. “Eu sou uma sobrevivente também.” Antes que eu pudesse perguntar se ela estava se referindo sobre a sobrevivência ao longo da vida em geral ou se ela tinha sido vítima de agressão sexual, seu amigo gritou: “Ela está aqui!” E uma massa de pessoas com seus 20 anos correram para a esquina para encontrar Kesha, que tinha saído do clube toda radiante. Um deles gritou: “Mãe! Ela é minha mãe! Tenho de ir ter certeza que ela sabe que ela é minha mãe!” Conforme seus animals se aproximavam, Kesha abriu os braços para um deles.

“Oi! Oi! Você estava no tribunal! “, Disse Kesha. “Você estava lá!”

“Sim, sim, eu estava lá”, disse o Animal. “Estou tão feliz que você está livre agora!”

Aqui Kesha ficou séria. Ela olhou o fã no rosto e disse com muito cuidado: “Não, não. Não estou livre. Não pense que, porque ainda há uma ação judicial. Eu tenho uma nova música. Eu -” Ela interrompeu a si mesma, abraçou os fãs mais um pouco, tirou uma foto com todos eles e e saiu.

Mais tarde, ela me disse que as pessoas realmente não entendem a situação em que estava. Eles acham que é simples, que ela é livre ou não, que ela deve ter ganhado seu caso na justiça porque ela está fazendo shows. “Eles estavam tipo, ‘Oh, meu Deus, você está livre”, e eu sempre respondia,’ Não, querido, eu te amo, mas não, eu não estou, e eu não sei onde você conseguiu essa informação.” Seus animals, o mundo em geral, eles realmente não conseguiram entender que ela tinha escrito novas canções – 22 delas – e gravado-as com o seu próprio orçamento e que eles estavam aguardando por aí para serem finalizadas , concluidas e lançadas. Ela me disse que ela queria ter a sua história divulgada para que as pessoas realmente entendessem o que estava acontecendo – que agora, é o oposto de livre.

No Warsaw, ela colocou luzes de natal em todo o palco e se apresentou na frente de um letreito iluminado com letras estilo vaqueiro Jaunty que diziam “[palavrão] o Mundo”, porque foi assim que ela estava se sentindo. Ela rondou o palco em seu terno de Nudie, que ela finalmente tirou-o para revelar uma calça com franjas negras estilo onesie com as iniciais “FTW” nas costas. Não foi um show previsível, sem mais coreografias pop, exceto por uma coisa, as máscaras de dinossauro, talvez como brincadeira. Em uma parte ela tocou guitarra com os dentes depois de ter fingido comer o rosto de seu namorado. Este foi apenas um show muito estranho e muito ‘Kesha’.

Ela cantou alguns dos seus maiores sucessos, muitas vezes modificados com um estilo country. Ela cantou um cover da canção que ajudou escrever para Britney Spears, “Till the World Ends”, com um canto fúnebre e assombroso. “I can’t take it, take it, take no more,” ela cantou com sua voz profunda. Em um ponto, ela gritou: “Qualquer coisa fora deste lugar não importa nesta noite. Estou falando de aluguel. Eu estou falando sobre lição de casa. Eu estou falando sobre o [palavrão] do seu ex-namorado. Eu estou falando sobre o meu processo judicial. “A multidão enlouqueceu. “[Palavrão] isso!”, Ela gritou enquanto os animais aplaudiam e jogavam glitter.

Na cobertura de seu hotel no Brooklyn, um dia após o show, Kesha estava falando sobre a situação particular e peculiar na qual ela se encontra – uma estrela pop suspensa e incapaz de lançar músicas novas até que tudo isso seja resolvido – quando uma abelha começou a circula-la intensamente e pousou no joelho de seu jeans preto, entre um de seus buracos artisticamente rasgados. “Se eu não surtar, eu irei ficar bem”, disse ela, com os olhos observando o inseto.

Foi uma conversa íntima, apenas Kesha e eu, uma abelha e quatro membros de sua equipe, incluindo o advogado dela, se inclinando e ouvindo tudo, pronto para me puxar pelo capuz e retirar-me dali caso nossa conversa abordasse qualquer coisa que pudesse parecer antagônico a seu processo judicial. Na noite anterior, em seu show, o advogado ficou ao meu lado como se estivéssemos em uma encontro.

O quão desconcertante tudo foi: Kesha é alguém cuja imagem foi construída sobre uma feracidade decididamente independente, uma espontaneidade e uma raia de rebeldia e falta de auto-consciência. Uma vez que ela cantou que ela escovou os dentes com uma garrafa de Jack Daniels. Ela cantou sobre pretendentes visitando seu metafórico Trans Am dourado. Um amigo meu entrevistou-a há alguns anos atrás e me disse que ele e a cantora tiveram uma experiência divertida, sentados do lado de fora de um bar alto, rindo e bebendo. Ele a descreveu como “vertiginosa” e “pronta pra fazer barulho.” Ele me mostrou um pedaço de papel sobre o qual ela havia rabiscado um esboço de um pênis com testículos e assinado “K$.” Sua inquietude ainda está lá, mas como bolhas de lava em baixo de sua fachada dormente. Ela tem tantas coisa para dizer, mas, enquanto ela falava, parava por alguns instantes para descobrir a melhor forma de formar a frase, ou como soaria para o ouvinte uma vez que ela dissesse tal. A restrição era visivelmente não natural;

Em fevereiro, 16 meses depois de ter preenchido seu primeiro processo e 38 meses após seu último álbum ter sido lançado, Kesha pediu para ter seu contrato, que estabelecia que ela ainda devia três álbuns a RCA, gravadora que é  braço de distribuição exclusiva para a gravadora de Dr. Luke, Kemosabe/Kasz Money, Inc. (KMI). Mas a Sony, que possui RCA, disse que não tinha sido parte do contrato original entre Kesha e KMI; Somente Luke, quem a descobriu e a fez famosa, teria o poder de libertá-la.

Em abril, depois que a juíza rejeitou a maioria das queixas civis de Kesha (que incluiu um pedido de danos monetários), os advogados da cantora apelaram à Corte, voltando aos estágios iniciais. A mesma juíza tinha dito que a Sony iria fornecer à Kesha um novo produtor, assim como disse que faria. “Por que eles pegariam uma artista que é popular, que está rendendo-lhes dinheiro, e não promoveriam seu trabalho mesmo depois de terem investido milhões nele?”, Ela perguntou, de acordo com uma transcrição do tribunal. Era uma pergunta boa. O advogado de Kesha argumentou que a cantora era menos valiosa para a Sony do que Dr. Luke. “O interesse de seus negócios é na promoção de Dr. Luke, porque ele é o hit-maker, não Kesha. Kesha ficou em pausa por dois anos.”

O advogado de Dr. Luke, Christine Lepera, Disse em um e-mail que as alegações de violação e abuso emocional são “horríveis” e “simplesmente não é verdade”, que Kesha nunca teve a intenção de realmente provar suas alegações no tribunal, apenas usou-as para sair de suas obrigações contratuais. Como parte do processo de difamação de Dr. Luke, sua equipe citou uma fato ocorrido em 2011, quando Kesha estava sendo processado por sua ex-gerente por quebra de contrato. Nele, ela foi questionada se Luke já tinha lhe dado drogas ou se eles já tinham feito sexo, insinuando que ele tinha um posse sobre ela. Kesha disse que ela não se lembrava, ela não sabia, e finalmente, ela disse que nunca tinha tido relações sexuais com o produtor. A equipe de Luke usa isto para dizer que após a época em que ela diz que foi violada, em 2005, ela disse sob juramento que eles nunca tinham tido relações sexuais e que ela mentiu em pelo menos algum de seus depoimentos.

Mas os apoiadores de Kesha dizem que para levar em consideração uma deposição em tribunal é fingir que não sabemos nada sobre a patologia das vítimas de agressão sexual e sobre a dinâmica de poder e o medo humano, algo muito discutido em tempos de Bill Cosby/Roger Ailes/Donald Trump no mundo. E também considerar que Dr. Luke, presumivelmente, não iria querer continuar trabalhando com alguém que o acusou publicamente de estupro, não importa se é verdade ou não.

Considere que, até que ela possa lançar música, Kesha tem meios muito limitados de renda, com o processo que já dura desde 2014 e que custa pelo menos US$100.000 por mês, a estimativa mais conservadora que eu poderia calcular. Considere que Kesha não tem capacidade de ganhar dinheiro a não ser via turnê para um público de algumas centenas de pessoas, pagar as despesas com seu próprio bolso e, como os advogados de Kesha tem sugerido, não sendo permitida de lançar música é uma boa estratégia para impedi-la de ser continuar podendo arcar com o processo. Mas a coisa menos gratificante você pode tentar fazer é tentar adivinhar essas coisas. Você pode ler cada uma das milhares de páginas de arquivamentos e chegar mais perto da verdade. Confie em mim, eu tentei. “Ler documentos judiciais não te levará a verdade”, Dan Stone, um advogado do mundo do entretenimento em Greenberg Glusker Campos Claman & Machtinger, disse-me. “Mesmo que este caso vá a julgamento, é possível que ninguém nunca saberá o que aconteceu ou deixou de acontecer quando ambas os times estavam sozinhos em uma sala.”

Na cobertura no Brooklyn, Kesha disse que ela enviou 22 músicas para a Sony no início do verão. De acordo com seus representantes, a Sony não forneceu nenhum feedback significativo até que um juiz interveio no final de agosto. Seus representantes me disseram que gravar e lançar o “Warrior”, seu segundo álbum, levou apenas oito meses do início ao fim. Eu sabia que eles estavam concordando em deixá-la falar sobre o caso pela primeira vez, em parte por causa do que Kesha disse: ela queria que as pessoas soubessem o que ela está passando. Eu acredito que eles também sabiam que a compreensão do público sobre o caso favoreceu Kesha até agora, e que uma maior compreensão da situação poderia ajuda-la. Ela queria tocar algumas músicas novas para mim. A abelha estava agora circulando seu rosto. “Por favor, vá,” Kesha sussurrou, mas ela demorou a sair.

Kesha supostamente teria que ser uma artista divertida. Isso é o que ela diz que foi dito para ela quando começou a preparar músicas para “Animal”, seu álbum de estréia. “Algo que sempre foi dito para mim é: ‘Você é divertida. Nós iremos capitalizar isso.'” Nós estávamos em sua casa em Los Angeles, alguns dias depois do show no Brooklyn. A equipe dela e eu esperávamos no andar de baixo, em meio a artes de fãs e uma decoração marroquina/psicodélica – sofás e tapetes estampados, duas ovelhas de veludo com cabeças de prata, estatuetas de dinossauros, crânios de cera, pedras de cristal e vários desenhos de pênis e testículos. Alguém em sua equipe tinha mencionado um descontentamento com avaliação do show feito no Warsaw pela Times. Eu tinha lido também, e eu tinha dito que parecia que o crítico era um fã de Kesha – ele tinha escrito em louvor a ela várias vezes – e que se ele não gostou do show, talvez eles deveriam pensar em como os fãs de Kesha vão reagir a suas recentes transições de gênero e experimentações.

Ela desceu as escadas usando leggings de leopardo cor-de-rosa e uma camiseta com uma foto do Iggy Pop de quatro escrito “I Wanna Be Your Dog”, e então ela começou a contar sua história. “Eu pensava tipo, ‘Eu sou divertida, mas eu também sou um monte de outras coisas.” Mas o Luke rebatia:’ Não, você é divertida. Isso é tudo o que será nesse primeiro disco.”

Kesha mudou-se de Los Angeles para Nashville com sua mãe quando ela tinha 4 anos, uma compositora responsável por co-escrever “Old Flames Can’t Hold a Candle to You”, interpretada por Dolly Parton. Dr. Luke disse à revista Billboard em 2010 que ele estava particularmente impressionado com um rap improvisado que Kesha havia feito em uma demo, que gostava dela “brava” e “atrevida”. Mas depois que ela chegou a Los Angeles e assinou com a Kemosabe, Luke estava ocupado demais com outros artistas. Kesha passou seu tempo escrevendo canções e, eventualmente, escreveu para e/ou com artistas, como Miley Cyrus e Alice Cooper. (De acordo com uma entrevista que sua mãe deu à revista Billboard, o estupro supostamente aconteceu em algum lugar em meio a isso, em 2005, depois de uma festa na casa de Paris Hilton.) Em seguida, em 2009, ela era a vocalista destaque em “Right Round”, de Flo Rida, produzido por Dr. Luke. As coisas mudaram rapidamente após isso.

O álbum “Animal” foi lançado na primeira semana de 2010, chegando a platina nos Estados Unidos e multi platina em outros países. Era algo completamente novo em uma cantora pop feminina, algo mais corajosos e menos “elegante” do que estávamos acostumados. Ela falou sobre ficar bêbada e festejar. Ela falou abertamente sobre sexo, sem o romance que estávamos acostumados, tudo em uma voz meio provocativa, meio gemida. O álbum contém as faixas “Party at a Rich Dude’s House” e, claro, “TiK ToK”, primeiro single da cantora, que foi multi platina, estabelecendo, em 2009, um novo recorde de downloads digitais em uma única semana por uma artista feminina.

“TiK ToK” foi escrito para ser mais sutil e, definitivamente, irônico em primeiro lugar. Mas os produtores, Dr. Luke e Benny Blanco, tinham que manter sua imagem em foco. Ela disse: “Lembro especificamente dele[Dr. Luke] dizendo: ‘Deixe mais burro. Deixe mais estúpido. Simples, faça apenas burrice'”. Ela tentou, brincando com alguns versos tolos. “Eu estava tipo, OK: ‘Boys try to touch my junk. Going to get crunk. Everybody getting drunk’, ou algo do tipo e, para ele[Dr. Luke], era tipo: ‘Perfect'”.

O problema, de acordo com a cantora, é de que não houve equilíbrio. Cada canção era uma canção sobre a festa e, sim, era quem ela era, Kesha afirmou que foi definitivamente quem ela era, mas ela é uma pessoa real, tendo uma experiência humana completa, e ela queria que seu álbum refletisse sobre isso. “Até hoje, eu nunca lancei um single que é uma verdadeira balada, e eu sinto que aquelas são as canções que contrabalançam a minha percepção, porque você pode ser uma menina divertida, ter uma noite louca, mas você também, como um ser humano, tem emoções que são vulneráveis. Você tem amor”.

Quando o álbum foi lançado, Kesha disse que ficou surpresa com as críticas que recebeu pelo fato dela cantar sobre as mesmas coisas que seus ídolos (Bob Dylan, Beastie Boys, Iggy Pop, Fugazi e Johnny Cash). Ela acha que a música “(You Gotta) Fight for Your Right (to Party)” é a alma-gemêa de “Tik Tok”: “quando estreei minha carreira, queria ‘igualar o campo’. Eu sou uma super-feminista, uma feminista-até-o-dia-que-eu-morrer e eu posso fazer, falar e participar de todas as atividades que os homens participam. Os homens são aceitos por isso, já as mulheres, castigadas por isso.

Logo, ficou claro que as pessoas pensavam que ela era algo que ela realmente não era. As pessoas não entenderam que o cifrão no nome dela era irônico – que não era uma imagem, mas sim uma espécie de comentário na imagem. Não conseguiram entender que seu modo de cantar não era uma tentativa de rap, mas que era algo autoral, apenas uma maneira que ela fez música.

Ela fez uma turnê para o álbum e observou seu grupo de fãs solidificado e organizado e decidiu dar um nome ao grupo. Sua estranheza, sua conversa de “inclusão” e suas formas de mudar sua imagem com o glitter foi o mastro que os loucos e rejeitados começaram a se reunir. Havia nela algo sobre liberdade, sobre ela nunca tolerar qualquer discriminação, e foi isso que chamou a atenção dos seus fãs. “Eu olhei para as pessoas e elas diziam: ‘Você me ajudou’, ‘Você me ajudou a contar a verdade para meus pais’, ‘ Você me ajudou a salvar a minha vida”. E, de repente, eu, sem algum conhecimento disso, estava mudando o mundo de uma forma positiva, e agora que eu ganhei o conhecimento de que isso é possível através da música, essa se tornou a parte mais importante dela”.

Em seus arquivos legais, ela diz que durante esse tempo, Luke passou a agredi-la verbalmente, chamando ela de “fat [palavrão] refrigerator” e criticando seu peso na frente de outras pessoas.

“Eu estava me auto-pressionando a morrer de fome”, disse ela. “E eu tentei e quase me matei durante o processo.” Ela lançou o EP “Cannibal” no final de 2010, em seguida, “Warrior” em 2012, que teve um som ainda mais ousado do que o “Animal”. Ainda era dançante e papoula, mas tinha uma inspiração do rock grosseiro de 1970. Nele também tem uma música com uma influência punk chamada “Dirty Love”, que ela gravou com Iggy Pop.

Ela começou a se rebelar contra os versos que encontrava no caminho de composição de suas canções. “versos que diziam: ‘Get that heifer out my face. I’m going to pull your ponytail back because you don’t know me, bitch, you phony trick’. Eu estava tipo ‘OK, eu não vou cantar isso. Tipo, NÃO’. Então, ali estava os argumentos sobre isso” (Em declarações de representantes do Dr. Luke, eles negam que Luke tenha criado e imposto uma imagem a Kesha que ela não queria, que ele tinha pressionado a cantora para colocar apenas baladas em “Animal”, que ele tinha ditado versos para ela, ou que ele tinha emocionalmente abusado dela de alguma maneira).

Em 2013, Kesha saiu em turnê para promover o “Warrior”. No final do ano, ela estava exausta e deprimida. Tinha sido oito longos anos desde que ela assinou seu contrato com a gravadora. Sua auto-consciência sobre o seu corpo se encontrava com seu sentimento de desamparo. A única coisa que ela podia controlar era o que entrava e saía de seu corpo. Em Janeiro de 2014, Kesha entrou em um centro de tratamento especializado em transtornos alimentares.

Neste momento da entrevista, em sua casa, ela parou por um minuto, em seguida, se inclinou para mim e tocou meu joelho. Disse: “À medida que você cresce e passa a ter consciência, alguns vão te dizer que a ignorância é a felicidade, e em alguns aspectos é, mas uma vez que você percebe isso e ganha conhecimento, ele está lá, e você não pode negá-lo. Agora eu estou muito consciente das coisas que eu não era antes, e isso me mantém mais responsável por minhas ações agora”.

Enquanto ela estava na clínica, ela ficou desesperada para escrever novas músicas. O namorado dela encontrou um teclado de brinquedo, e depois de algumas negociações, a equipe deixou-a ficar com ele. Ela escreveu canções com o teclado de brinquedo, fez a terapia e recebeu cartas de fãs. Ela fez terapia de colorir e um dia ela começou a escrever mensagens em volta dos desenhos para seus fãs. “Alguém com quem trabalho me levou, literalmente, para esta doença, me torturado e [palavrão] comigo e minha família. Então, eu estou aqui ganhando tempo e recebendo minha magia de volta”, ela escreveu em uma carta que foi enviada para os meios de comunicação. Esta foi a primeira vez que o público escutou essas alegações. Em março, dois meses depois, ela saiu da clínica de reabilitação e a primeira coisa que fez foi retirar o cifrão de seu nome artístico. “Eu sou apenas curtição”, ela repetiu, dessa vez com uma tom mais amargo: “Isso é tudo o que eu sou. É isso aí: ‘Isso é tudo o que você é. Isso é tudo o que você é’. Eu estava tomando minha força, minha voz, meu corpo e meu poder de volta. Eu estou apenas voltando para a minha [palavrão] vida”.

Após isso ela passou a falar sobre seu processo.

Em 2009, Kesha foi apresentada a Ben Folds, o cantor-compositor, músico e produtor. Foi bem quando ela estava estourando e ela se encontrou ferida pelas coisas que as pessoas diziam na internet, incluindo, como Folds lembra, “Coma m**** e morra, sua p**** de vadia.” Folds a tranquilizou. Parecia claro para ele que ela era forte o suficiente para sobreviver a isto. Depois, ele fez um arranjo de cordas para ela em “Past Lives,” a última música na versão deluxe do “Warrior.” O que ele ama sobre ela, algo que ambos ele e outro produtor me disseram, é que ela é não-auto-consciente sobre ser selvagem e imperfeita. Ela entende porque uma nota deve soar louca.

Enquanto ela estava na reabilitação, Kesha escreveu uma canção chamada “Rainbow” no seu pequeno teclado de brinquedo. A sua mãe sempre lhe disse que podia dizer se uma música era ótima se pudesse ser cantada em uma nota e ainda sim soar boa. Enquanto ela sentava cantando com uma só nota, no chão da instalação da reabilitação, ela sabia que tinha algo. Ela imaginou “Rainbow” como uma grande produção orquestral, algo que Brian Wilson teria feito em “Pet Sounds.” Ela quis que essa música fosse produzida por Ben Folds, que aconteceu de ter amigos que podiam tocar violoncelos e violas e timbales e o oboé e a flauta e a trompa. Ele chamou todos eles e eles alugaram uma sala grande na Capital Records e tentaram fazer a música rápido e barata. Ele queria que ela ficasse onde Nat King Cole e Freank Sinatra ficaram, para entender a importância dela na linha de músicos que as pessoas se lembram.

Ele mexeu na ponte (bridge) um pouco com ela, mandando ideias no seu correio de voz por alguns dias até eles acertarem direito para a gravação. O processo foi revelador para ela. “Ele realmente ajudou a tirar de mim exatamente o que eu quis ser, mas eu sempre tive medo de tentar,” ela se lembra. “E ele estava tipo: ‘Tente cantar aquele C agudo. Tente cantar mais agudo. Tente fazer essa coisa estranha com a sua voz.’ Ao invés de ser envergonhada, foi como eu estivesse sendo encorajada e validada, e foi tão mágico e lindo.” Folds produziu a versão final da música usando apenas dois takes.

Kesha foi convidada para cantar no Billboard Music Awards em 22 de maio. Em 17 de maio, os produtores do show lançaram uma declaração dizendo que a KMI tinha anulado a sua aprovação da performance dela. KMI suspeitou que ela usaria plataforma para fazer o seu caso contra Dr. Luke. No fim das contas, eles cederam e permitiram que ela cantasse um cover, depois que ela assinou uma declaração dizendo que ela não iria falar sobre Luke ou dar entrevistas na premiação. Folds perguntou apra ela se ele achava que podia fazer uma versão lenta de “It Ain’t Me, Babe,” e ela disse que ela podia. Então ele chamou o seu amigo violinista, e Kesha botou o seu traje Nudie branco e subiu lá com apenas um piano tocado com duas notas e alguns violinos sobrepostos, e com lágrimas nos seus olhos ela cantou a versão da canção que era mais aguda e linda e agitada do que qualquer um dos seus aguçados e literais covers nos seus shows em clubed. As suas pausas foram extraordinárias; a voz dela, que era a voz nova dela, foi reveladora – nós já ouvimos essa voz antes?

“É isso o que me mata, é a quase parábola de ela ser contida por um tempinho,” Folds diz. “Ela é a única performer que eu consigo pensar que foi de ser moldada para ser real. A maioria do tempo que as pessoas começam, e é como se a sua inexperiência é o que os faz estourarem, e então eles têm que continuar a construir uma coisa mais polida comercial. O que ela está fazendo na verdade é o oposto, onde ela está agora mostrando que na verdade, há algo realmente enorme sob a coisa toda.

Kesha estava cansada; Kesha estava bem no meio de ser retono de Saturno. Um contrato de gravação age como um formol para a pessoa que você era quando assinou. Kesha pode criar um som novo. Ela pode usar a sua nova voz. Ela pode cantar os seus hits pop como canções country. Mas não há garantia que de alguém irá lançar essas canções: Há uma cláusula no seu contrato original que insiste que ela se mantenha “razoavelmente consistente em conceito e estilo para o conceito artístico e estilo” das gravações originais; há uma cláusula que diz que ela não está permitida nem a mudar o seu nome sem aprovação.

A alegação de estupro borbulha debaixo de cada processo e cada arquivamento e cada movimento nesse cado. Isso sombreia cada palavra de cada página desses fatos. O nosso sistema legal não foi feito para lidar com um caso como Lukasz Gottwald p/k/a Dr. Luke, Kasz Money, Inc. and Prescriptions Songs, L.L.C. v. Kesha Rose Sebert p/k/a Kesha: uma alegação de estupro que já passou da sua data de validade e se tornou uma disputa de contratos banal. Kesha não vai ceder das suas acusações, e Dr. Luke não vai ceder no seu fato de difamação. Como eles poderiam se acertar? Acertar só fará parecer como se os dois tivessem mentido. A história de Luke vs Kesha é uma história de assasinato-suicídio reputacional; é uma granada do qual pino foi puxado; é uma história de Terra arrasada.

Nos últimos dois meses, eu fui dado a informação que você é dado quando se trabalha em uma grande revista da qual história se evicendia para influenciar a situação. Kesha foi provida com produtores de fora, a Sony me disse dias antes disso ir para a imprensa, e Kesha e Kemosabe tinham concordado em trabalhar com quase uma dúzia. A Sony disse que isso “foi feito possível para Kesha gravar sem nenhuma conexão, envolvimento ou interação alguma com Luke.” Mas um dia depois, representantes da Kesha me disseram esse não era o caso, dizendo, “Dr. Luke insistiu na participação da Sony é só uma ‘acomodação’ e não negou que todas as decisões em relação ao álbum ainda estão sendo feitas por Dr. Luke.” A advogada de Luke me disse que Luke está animado para limpar o seu nome da corte. A advogada dela dis que Kesha sempre foi bem-vinda para gravar e que pode estar em um estúdio de gravação o mais cedo nessa semana. Mas se você tivesse que criar um espectro de experiência emocional, você descobriria que Luke vs Kesha senta no fim oposto de onde nós sentamos quando queremos ouvir uma canção pop. A música velha deles já soa distorcida e estragada para mim. A única coisa que sabemos com certeza é que esse caso vai definir para sempre os dois, e que enquanto ele ainda estiver acontecendo, o mundo não irá conseguir ver esse novo lado de Kesha. A única coisa da qual temos certeza é que mesmo se ele for resolvido, essa história é para sempre.

Por fim, eu pude quatro das músicas novas de Kesha. Eu fui à um escritório em Manhattan e sentei em uma sala e escutei enquanto dois dos representantes dela obeservavam. Kesha me disse que quando a inspiração a acerta com uma música – uma letra, um refrão, uma melodia, qualquer coisa – ela fica com isso na cabeça até botar no papel, que a inspiração em si é como um ato divino. Eu ouvi “Hunt You Down,” que era uma verdadeira canção country com banjo e uns verdadeiros sentimentos country: “Se você f**** por aí, eu vou te caçar.” Eu ouvi “Learn to Let It Go,” que soava como algo que você ouviria em rotação pesada no rádio com a voz linda e grave de Kesha cantando que um final feliz depende de você. Eu ouvi “Rosé,” uma torrada para um velho namorado que se casou. “As coisas boas nunca duram,” ela canta.

Mas a canção que eu quero mais contar a você é “Rainbow”. Se algum dia ela chegas aos seus ouvidos, será a sua canção favorita da Kesha. É grande e extensa, e você pode ouvir cada instrumento que Ben Folds e os seus amigos tocaram – tem uma vibe Beach Boys, assim como ela queria. E como Folds disse, o jeito que ela canta a canção é tão rico e tão real que te tira da sua expectativa de uma canção pop. “Eu achei um arco-íris, arco-íris, baby,” ela canta. “Confie em mim, eu seu que a vida é assustadora, mas apenas bote essas cores, garota, e venha pintar o mundo comigo hoje á noite.” Na seção final, a voz dela fica mais forte e mais tensa e o efeito é devastador. Eu pedi para ouvir mais três vezes.

Tradução: Samuel D., Pedro I., Natália H.

Fonte: NYTimes


Post publicado por Samuel D
13.05

A Forbes publicou um artigo sobre o desempenho comercial de ‘True Colors’ e como isso não afeta o que a música representa de modo geral. Vale a pena ler, confira abaixo a matéria traduzida:

Faz um tempo desde que o mundo ouviu a voz de Kesha de maneira apropriada, e é realmente maravilhoso tê-la de volta, não importa o que ela está cantando.

Esta semana o novo single de Kesha, “True Colors” , finalmente apareceu no Hot 100, estreando na posição 74. A faixa, que é uma colaboração com o DJ de EDM favorito do momento, Zedd, apareceu na internet nos últimos dias de abril, e, enquanto teve um forte desempenho inicial nas paradas de eletrônicas, não parecia que a música iria fazer barulho nos rankings mais tendenciosos. Agora que começou a crescer, não há como prever o quão longe a canção pode subir.

“True Colors” pode ter tido um início lento, mas isso realmente não importa. De fato, seria ótimo ver a cantora pop de volta ao topo das paradas, mas eu não acredito que os grandes números de vendas ou presença no Top 10 seja o necessário para definir essa música como um sucesso ou não. Mas, só o fato de apoia-la e ouvi-la fazer o que ama é incrível, e o mundo deveria comemorar seu retorno, mesmo que o single esteja mais ou menos em termos críticos. Sua mera presença está se engrandecendo, e isso é maior do que qualquer canção.

Por um longo tempo, nos pareceu que a carreira musical de Kesha estaria acabada, pelo menos para um futuro breve. No início deste ano, a cantora recorreu aos tribunais para permitir que ela gravasse e lançasse música, alegando que todo o tempo gasto fora dos holofotes estava causando danos irreparáveis à sua carreira. E essa afirmação não é errada, já que a música pop se move rapidamente, e até mesmo não ter suas músicas tocadas no rádio por um curto período pode ferir as trajetórias e o impulso da maioria dos artistas, que trabalham incrivelmente duro para construir suas carreiras. Mas, ela não ganhar sua liminar, o que significa que Dr. Luke e sua gravadora podem, tecnicamente, impedi-la de lançar a música para sempre.

“True Colors” marca a primeira aparição de Kesha no Hot 100 depois de dois anos, desde seu lugar de destaque pelo hit “Timber”, do Pitbull, o qual lhe rendeu um terceiro número um. A gravação teve o seu pontapé inicial quando Zedd estendeu a mão para Kesha publicamente via Twitter e lhe disse que gostaria de fazer música com ela, apesar de suas complicações legais. Os dois acabaram se reunindo para trabalhar em algo e ainda performaram a música durante o set de Zedd no Coachella, o que rendeu bastante publicidade.

Artigo original: Forbes


Post publicado por Pedro I.
10.03

Hoje (10.03), Pebe concedeu uma entrevista exclusiva para a revista digital norte-americana Billboard, para falar sobre a relação de mais de 10 anos entre sua filha e o produtor musical, acusado de estupro pela Kesha, Dr. Luke. A entrevista durou horas, com Pebe, pelo telefone, em Nashville. Kesha se recusou a dar uma entrevista.

Na matéria, a Billboard lembra que Kesha não lançou nenhum projeto fonográfico (dela mesma) novo, desde Warrior, em 2013, porque se recusava a voltar a trabalhar com Dr. Luke e a Sony Music. Pebe disse: “Kesha tem permissão para trabalhar com outros produtores, mas somente os produtores aprovados pelo Luke. Aí ele começa a aprovar apenas com quem ele já trabalha. Ele tem a palavra final sobre tudo”.

“Foi como se alguém te batesse e te prendesse numa cadeia todos os dias e, em seguida, lhe oferece um pedaço de pão. Luke dizia: ‘você está linda’ e a deixava feliz, porque ela já estava preparada para tudo, menos o abuso”.

Billboard também relembra da repercussão que o caso entre Kesha e Luke ganhou desde o dia que Kesha apareceu no tribunal. Ao dizer sobre Taylor Swift, que doou 250 mil dólares para Kesha no dia 22 de fevereiro, Pebe comentou: “Foi do nada”. “Recebi um e-mail do empresário de Taylor sobre a oferta. Kesha disse: ‘você tem certeza de que não é um spam?’ e logo após ela: ‘eu ficaria honrada se ela quer fazer isso'”. Logo após, Kesha conversou diretamente com Taylor.

“Eu queria que a Kesha tivesse acabado esse relacionamento há muito tempo, desde o estupro”, diz Pebe. “Mas ela queria ter uma chance na indústria da música, então ela não teve escolha senão [a trabalhar com ele]”.

Kesha provou ser um talento. “Ela é uma das melhores co-autores que eu já trabalhei”, diz Justin Tranter, compositor que também trabalhou com Selena Gomez e Justin Bieber. “Seu instinto de melodias e letras é do mais alto nível”.

Sobre o dia do suposto estupro, na festa de aniversário de Nicky Hilton, em 2005, a Billboard tem uma testemunha que confirma que Kesha e o produtor estavam na festa, mas diz não ter visto nada de estranhos entre os dois.

Pebe disse que no dia seguinte ao acontecido, ela tentou ligar várias vezes para a Kesha durante a tarde, já que elas costumavam falar por horas no telefone. Kesha então retornou as ligações. “Mãe, eu não sei onde estou. Eu acho que nós [Kesha e Luke] fizemos sexo. Estou ferida e doente. Eu não sei onde minhas roupas estão. Eu acho que eu preciso ir para o hospital”, disse Kesha quando estava nua e onde achava ser um quarto de hotel do Luke. Em seguida, a bateria do celular da Kesha acabou e Pebe não teve outro contato com a Kesha até ela conseguir ligar de um telefone fixo do hotel.

Pebe também disse que, após um amigo de Kesha ter levado ela até seu quarto, ela acabou não indo ao hospital. “Olhando para o passado, eu não sei por que eu não fui à polícia. Kesha disse para eu não fazer nada: ‘Mãe, eu só quero cantar. Eu não quero ser uma… vítima de estupro. Eu só quero que minhas músicas sejam lançadas”. ” Eu não segui meus instintos”, disse Pebe sobre o fato de não ter ido dar queixa na polícia.

Dois meses depois, Kesha e Pebe foram convidadas por Max Martin e Luke para um restaurante, afim de decidir quem seguiria como empresário da Kesha (Max Martin se recusou a comentar sobre isso). Kesha queria o David Sonenberg, da DAS Communications, que já havia trabalhado com o Black Eyed Peas e The Fugees, e que ela conhecia através de um amigo da indústria. No entanto, de acordo com Pebe, Luke queria Larry Rudolph, que trabalhou com Britney Spears na maior parte de sua carreira. Kesha acabou em lágrimas e Luke frustrado. Kesha e Luke não se falaram novamente por dois anos e, sem o conhecimento do Luke, Kesha assinou com Sonenberg e começou a procurar por uma gravadora.

Após uma negociação falhada com a Warner, pelo fato de Dr. Luke ter descoberto e impedido o contrato, Kesha disse para sua mãe: “Sempre que eu conseguir um contrato, ele vai atacar e basicamente dizer que ele é meu dono”.

Em um vôo para Los Angeles, depois de Kesha assinar com a RCA, Luke forçou a cantora a inalar uma droga ilícita e iniciou jogadas sexuais pra cima da cantora. Kesha teria contado sobre o que estava ocorrendo, ainda dentro do avião, para sua mãe por telefone, “Ela me disse que se sentia muito mal e estava tentando se afastar dele e depois vomitou”.

Pebe também afirma que Dr. Luke interferiu em sua relação pessoal e profissional com a Kesha durante a gravação de seu álbum de estreia, Animal. Ele se recusou deixá-la trabalhar nas músicas. Em 2013, ela enviou e-mails, confirmados pela Billboard, a Dr. Luke e sua equipe, sobre os maus-tratos que Kesha estava sofrendo por parte de Luke, dentro e fora do estúdio, incluindo o suposto estupro. Pebe diz que ele nunca retornou os e-mails.

Um ex-executivo da Jive disse que Luke “tem um ego enorme” e é conhecido por ser “difícil” de trabalhar. Um gestor que conheceu Luke por mais de 20 anos, diz: “Lucas é uma pessoa terrível. Ele é muito talentoso, obviamente, mas ele é diabólico. Ninguém gosta de lidar com o cara. Este caso com a Kesha é um exemplo perfeito”.

O foco que Luke teve na Kesha só se intensificou com seu sucesso, a partir de 2010: “Isto é, quando Luke começou realmente a ficar detestável”, diz ela. “Ele viu ela como uma vaca de dinheiro e começou a manipulá-la o tempo todo. Ela pensou que todos os seus sonhos foram, finalmente, se tornando realidade, mas isso foi apenas uma maldita viagem ao inferno”.

Durante a gravação do Warrior, Kesha disse que foi ridicularizada em relação ao seu peso, por Luke. “Ele me incentivou a não comer, mesmo quando eu estava oito dias sem comida sólida e ter pulado refeições para malhar duas vezes por dia”.

Em uma das canções, de acordo com Pebe, Luke queria que Kesha adicionasse uma letra que incluía a frase “algumas cadelas gordas no bar”. “Ela nunca diria algo assim. Nem em um milhão de anos”, diz um colaborador da Kesha. “De maneira alguma Kesha iria querer degradar um certo tipo de corpo em uma canção”.

Pebe diz que Luke constantemente criticava Kesha, dizendo coisas como: “Katy Perry é muito melhor que você. Você não é uma boa compositora”, depois que ela trabalhou longas horas no estúdio. Kesha e Katy Perry eram amigas mais próximas, antes que ambas ficaram famosas”, diz Pebe.

Pebe lembra que em 2012 Dr. Luke começou a gritar com a Kesha e ela durante três horas no estúdio. Ela fugiu para seu carro e mandou uma mensagem a sua mãe: “.. Mãe, eu não estou brincando, estamos indo para o México! Foda-se o negócio da música”.

A mãe da Kesha afirma que desde quando a Kesha saiu da clinica de reabilitação, estava fazendo terapia e sabia que sua vida não seria saudável se continuasse presa ao contrato com o Dr. Luke. Ela também afirma que Sonenberg, da DAS, é o único, além das duas, que sabe sobre o estupro.”

“Dr. Luke, basicamente, tem o poder sobre Kesha até sua morte. Ela não pode lançar, legalmente, nenhuma música nova, ou ele pode e vai processá-la”, diz Pebe .

“Artistas ficam presos em  ontratos horríveis e muitas vezes não têm o poder de dizer ou fazer qualquer coisa sobre isso, mas a situação da Kesha está em um nível totalmente diferente”, diz compositor Tranter. “Para ser tão valente, para ser tão honesto como ela está sendo, é uma das coisas mais inspiradoras que eu já vi”.

FONTE: Billboard


Post publicado por Samuel D
30.12

Mais um ano está chegando ao fim, mas não podemos entrar em 2016 sem antes relembrar os principais acontecimentos da carreira de nossa cantora favorita nesse ano que passou! Como Kesha vem passando por uma situação delicada em sua carreira, não foi possível termos as mãos em nenhum material inédito, fato que com certeza desapontou muitos. Por outro lado, toda essa ‘pausa’ possibilitou, ou obrigou, a cantora a investir em outros ramos, como atuar e marcar presença em eventos e tapetes vermelhos. No final das contas, tivemos um pouco de tudo, e adoramos! Confira:

– Janeiro: Kesha no Brasil 

Depois de ter pausado a “Warrior Tour” após a leg Asiática, Kesha finalmente atendeu aos milhares de “COME TO BRAZIL” que recebia em suas redes sociais e resolveu trazer a turnê baseada em seu último álbum de estúdio para a terra de Dilmãe.  A cantora veio ao país para realizar 4 shows.

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Saiba mais: KSBR | Kesha no Brasil

– Fevereiro: New York Fashion Week 

Kesha surpreendeu a todos ao comparecer em inúmeros desfiles de moda da semana da moda de Nova York. A cantora foi elogiada por diversos tablóides e, desde então, vem ganhando atenção da crítica com looks deslumbrantes.

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 Saiba mais: Kesha marca presença nos desfiles da New York Fashion Week

– Abril: Delete Blood Cancer Gala

Kesha marcou presença no evento beneficente e, além de performar, passou pelo tapete vermelho e tirou fotos ao lado de Peyton List, Katharina Harf e Georgia May Jagger.

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  Saiba mais: [FOTOS E VÍDEOS] Kesha marca presença e performa no 9th Annual Delete Blood Cancer Gala

– Junho: Campanha para a Humane Society

Como embaixadora da Sociedade Protetora dos Animais, Kesha estrelou um vídeo de conscientização contra o teste de cosméticos em animais.

 Saiba mais: Kesha grava vídeo para campanha contra violência aos animais

– Setembro: Convidada especial no show de estréia da banda “The Hollywood Vampires”

Kesha subiu ao palco no show de estréia da banda formada por Johnny Depp, Alice Cooper e Joe Perry para performar “School’s Out”

 Saiba mais: Kesha sobe ao palco no show de estréia da banda “The Hollywood Vampires”

– Setembro: Kesha é fotografada em gravação suspeita no Havaí

A notícia levou muitos a acreditarem que a cantora estaria gravando material relacionado com suas novas músicas, mas no final descobrimos que a gravação em questão era para um programa chamado “Super Into”.

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Saiba mais: KESHA É FLAGRADA GRAVANDO NO HAVAÍ

– Outubro: Kesha em “Jane The Virgen” 

Esse foi, sem dúvidas, um marco na carreira de Kesha como atriz. A cantora fez a vizinha barulhenta no segundo episódio da segunda temporada do seriado.

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Saiba mais: [VÍDEO] Confira entrevista feita com Kesha no set de “Jane The Virgin” |  Kesha em “Jane The Virgin”: Assista online ou baixe o episódio

– Outubro: Kesha em “Jem And The Holograms”

Dessa vez vimos Kesha nas telonas, a cantora fez uma participação pequena porém incrível no filme “Jem And The Holograms”, que deve estrear no Brasil ano que vem.

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 Saiba mais: Kesha fala sobre “Jem and The Holograms” e músicas novas para o Entertainment Weekly

– Novembro: #FreedomForKesha

Não podemos esquecer do protesto que organizamos para divulgar a situação atual de Kesha. Mesmo com um número de participantes menor que o esperado, conseguimos chamar a atenção da própria cantora e incentivar outros fã-clubes internacionais a fazer o mesmo!

I’m crying. thank you. thank you.

Uma foto publicada por Kesha (@iiswhoiis) em

 

– Dezembro: “Yeast Infection” Para fechar o ano com chave de ouro, Kesha anunciou a formação de sua banda e o show de estréia surpresa da mesma. O grupo, formado por Kesha e amigos da cantora, tocou versões alternativas de sucessos de Kesha.  Não se sabe que Kesha seguirá com a banda ou se foi apenas um show experimental, de qualquer modo, eles arrasaram!

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Saiba mais: “The Yeast Infection”: Kesha faz show surpresa acompanhada de banda


 NOTA DA EQUIPE: Enfim estamos prontos para 2016, e que esse novo ano nos traga muita saúde, paz e alegria. Obrigado a você que está lendo isso agora, você é o motivo pelo qual alguém passou a noite em claro escrevendo essa matéria. Somos gratos pelo apoio de vocês, é assustador, de um jeito bom, ver quanto crescemos e tivemos o apoio de vocês nos últimos anos, palavras não podem descrever a sensação que sentimos ao ler comentários positivos em nossas redes sociais, esse carinho é a nossa remuneração. Estamos aqui por vocês, e não vamos a lugar nenhum! Que venha 2016!

 


Post publicado por Samuel D
09.11

Não é surpresa alguma que Kesha evoluiu mais do que musicalmente falando no decorrer dos anos; a cantora também mudou radicalmente a maneira de se vestir, e, como a própria já admitiu, passou a levar a definição de moda mais a sério, sem perder sua essência. Com essa evolução no guarda-roupas, Kesha ganhou destaque nas premiações e eventos, assim com a atenção e crítica da mídia. Nessa edição do “Listando”, iremos listar (jura?) os 5 looks usados por Kesha que mais foram bem falados pelos tablóides. Confira:

5. American Music Awards 2013

Kesha compareceu a premiação em um vestido preto da Michael Costello, deixando à mostra uma de suas pernas, um dos looks mais simples da cantora, porém isso não quer dizer algo ruim. Neste caso, menos foi mais, garantindo a presença de Kesha na lista das mais bem vestidas do evento em diversos sites, inclusive pelo Slyle Bistro. Veja o look:

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4. Video Music Awards 2014

Kesha deu as caras na mais importante premiação da MTV vestindo um lindo vestido branco com detalhes prateados, nada muito extravagante, porém foi suficiente para chamar a atenção da crítica americana, que não poupou elogios ao look da cantora.

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“Uma de nossas celebridades favoritas estava linda no tapete vermelho em um vestido branco longo da Johanna Johnson, ela estava de tirar o fôlego. O lindo vestido de tom neutro apenas destacou seu fantástico cabelo de arco-íris” – The Gloss.

3. New York Fashion Week | Desfile da Prada

Kesha surpreendeu no começo do ano e resolveu atender a todos os desfiles da semana da moda de Nova Iorque.  Kesha usou mais de 10 looks diferentes em uma única semana, o que lhe rendeu o título de “mulher mais bem vestida da semana da moda”, pelo StyleCaster. Dentre todos os looks fabulosos, o que mais se destacou foi o que a cantora usou durante o desfile da Prada, confira:

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“A popstar está praticamente dominando a semana da moda de Nova Iorque, e ela está fazendo isso maravilhosa” – StyleCaster. | “Kesha proporcionou aos manequins da exibição uma difícil competição […] a cantora certamente atraiu olhares durante a semana da moda. Kesha desfilou suas fabulosas pernas tonificadas em uma curta mini-saia que ela combinou com um suéter preto” – Daily Mail.

2. Humane Society 60th Anniversary Benefit Gala

Esse foi o primeiro tapete vermelho de Kesha após sua saída da reabilitação, no primeiro bimestre de 2014. A cantora chocou à crítica não só pelo seu look incrível, mas também por sua aparência saudável e feliz. Na ocasião, a Kesha usou um vestido preto brilhante com uma saia comprida e volumosa.

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“Kesha brilhou em sua primeira aparição após sair da reabilitação” – Mirror UK 

“Kesha estava absolutamente deslumbrante, radiante, feliz e saudável em sua primeira aparição após ter saído da reabilitação e mudar se nome [Ke$ha para Kesha].” – Z100 New York

1. Billboard Music Awards 2014

Também em 2014, Kesha compareceu ao Billboard Music Awards para promover o programa “Rising Star”, o qual foi jurada na época. Na ocasião, a cantora usou um vestido preto longo estampado com renda e uma calda estilo sereia, o qual foi extremamente aclamado pela crítica com unanimidade. Sites como o GramourE! não pouparam elogios ao look da cantora.

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“Kesha estava tão deslumbrante no Billboard Music Awards 2014 que ela conseguiu superar Kylie Jenner em nossa enquete […] É tão bom vê-la feliz, brilhante e saudável depois do momento difícil que ela passou no início do ano. Seu look inteiro estava perfeito. A maneiro como seu cabelo rosa foi suavemente fixado, a sombra lilás suave, a maneira como tudo colaborou de algum modo para fazer seu dente de outro parecer ilustre – foi um bom trabalho.” – Glamour

“Vestido mais glamuroso até agora” – E! Online 

 

Fontes: Style Bistro | The Gloss | StyleCaster | Daily Mail | Mirror UKZ100 New York | Glamour | E! Online


Post publicado por Samuel D
07.11

Kesha Rose Sebert estreou no mundo da música lá 2009, com uma vibe festeira e carregada de auto-tune, o que lhe rendeu inumaras crítica em relação ao seu alcance vocal. A cantora, por sua vez, sempre deixou claro que o uso do filtro vocal foi uma opção dela mesma, por achar interessante o resultado. Kesha, inclusive, sempre lidou bem com as críticas negativas, não levando nada muito a sério; uma prova disso foi um vídeo gravado para o talkshow de Conan O’Brien, onde a própria cantora brinca com a situação, tirando sarro de si mesma em relação ao uso do artifício. Confira:

Kesha repetiu a formula de seu álbum de estréia (“Animal”) em seu primeiro EP, denominado “Cannibal”, e, como consequência, as críticas em relação sua capacidade vocal continuaram as mesmas. Farta disso, a artista resolveu que iria se reformular um pouco musicalmente falando, e o resultado disso foi o seu segundo álbum de estúdio, chamado “Warrior”, o qual apresentou uma edição vocal bem mais natural e praticamente livre de filtros robóticos e artifícios semelhantes, uma das características que tornou o álbum bem aclamado pela crítica. Não satisfeita, Kesha lançou simultaneamente com o “Warrior” um EP chamado “Deconstructed”, que trouxe versões acústicas de suas músicas já lançadas. Segundo a própria artista, esse EP acústico representou o seu ‘dedo do meio’ a todos os haters que um dia duvidaram de seu talento vocal.

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Em termos técnicos, Kesha é classificada como mezzo-soprano (Meio-Soprano), apresentando um timbre encorpado que pode atingir grandes extensões. Isso significa que sua voz pode facilmente sofrer variações, soando tanto doce e gentil como cheia de atitude e vigor; e esse é certamente um ponto positivo da voz de Kesha: ela pode retratar a sonoridade de um coração partido com a mesma facilidade que pode passar uma abordagem mais cômica, ou também demonstrar uma atitude de ‘bad girl’. Ela é hábil em transições, permitindo sua voz percorrer por vários gêneros como rock, baladas, Country, Eletrônico, Pop, Rap e até Teatro Musical.

“Kesha utiliza um estilo voz falada/cantada/rap para a maior parte de suas músicas. A voz geralmente se mantém em notas médias e é capaz de se comunicar de maneira eficaz com o humor e tom de suas letras. A habilidade em manipular sua voz permite a Kesha projetar uma variedade de emoções diferentes, desde desagradavelmente malcriada [Ouça: Blah Blah Blah]; a descolada e descontraída [Ouça: VIP]; a suave e melancólica [Ouça: Dancing With Tears In My Eyes]. No entanto, há uma marca identificável de canal nasal que se faz presente ao longo do alcance vocal, uma característica irreverente típica vozes adolescentes. É possível ela moderar um pouco isso, cantando com um timbre mais quente, suave e arejado [Ouça: Blow (Deconstructed Mix)], mas não é usado com frequência.” -Divadevotee

Em relação a seu alcance vocal, os graves de Kesha são confortáveis, mas são a parte mais fraca de sua abrangência, já seu médio alcance é completo e pode ser mantido por longos períodos sem desafinar. Quanto maior a ascensão de seu alcance vocal, maior será sua ressonância, podendo atingir a nota #F5 (aguda). Com uma voz bem conectada, Kesha pode transcender da voz de peito (notas mais graves) para a voz de cabeça (voz aguda, fina e mais suave) sem esforço.

“O alcance de belting (voz projetada com volume alto) de Kesha é surpreendentemente grande – a partir de uma nota B4, estendendo-se até um F#5 [Ouça: Dirty Love]. A qualidade das notas produzidas são claras e penetrantes, porém finas e um tanto forte. O tom, timbre e textura de seu alcance de belting é consistente, indo das notas mais graves as mais agudas. Um feito incomum comparado com a maioria dos cantores, que tem as suas notas de belting afinando e mudando de qualidade conforme mais alto cantam. Ainda assim, Kesha não parece estar carregando tensão em sua voz, mesmo nas notas mais altas, o que sugere uma boa técnica e a possibilidade de poder superar o que já nos foi mostrado vocalmente. Ela também é capaz de cantar por períodos prolongados [utilizando o belting] sem problemas [Ouça: Supernatural (Deconstructed Mix) ou a nota F5 alcançada em Crazy Kids / E5 alcançado em C’Mon]” -Divadevotee

Fontes: Critic of Music | Divadevotee | Studio Vocal Range


Post publicado por Samuel D
22.10

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Hoje, 22 de Outubro de 2015, fazem exatos 5 anos que o Single “We R Who We R” foi lançado mundialmente. A música foi carro-chefe do primeiro EP de Kesha, intitulado “Cannibal”, e também a responsável pelo segundo #1 da cantora no Hot 100. A faixa estourou nas rádios, sendo o segundo maior hit de toda a carreira de Kesha. Um grande fator de destaque foi a letra da canção: havia sido a primeira vez que a cantora cantava sobre aceitação, ou, pelo menos, o primeiro single que se travava do assunto, surpreendendo a muitos e agradando diversos tipos de públicos, principalmente a comunidade LGBT. Consequentemente, o single foi muito bem aclamado pela crítica, rendendo a Kesha um prêmio BMI de “Compositora do Ano”, além de 5 indicações ao Billboard Music Awards.

DESEMPENHO COMERCIAL

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RECEPÇÃO DA CRÍTICA

Kesha encontrou uma fórmula incrível, combinando batidas matadoras com letras sobre festas super-divertidas e calças apertadas – Jocelyn Vena [MTV News]

‘We R Who We R’ demonstra que Kesha ainda tem caminhos a explorar em seu som electro-pop enquanto ela prepara seu próximo álbum. – Jason Lipshutz [Billboard] 

‘We R Who We R’ segue a vibe de seus hinos festeiros anteriores, trabalhado em vocais exclamados e imprevisíveis – Leah Greenblatt [Entertainment Weekly]

Nós nunca questionamos que ela carrega tudo isso [atitude] de uma forma franca, destemida, divertida e sem vergonha – Robert Copsey [Digital Spy] 

 

[LISTANDO] As 5 melhores performances de Kesha para o hit “We R Who R Are”

5º. Get Sleazy Tour

4º. American Music Awards 2010

3º. The X Factor Australia

2º. The X Factor  Suécia

1º. Kids Choice Awards 2013

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