Post publicado por Pedro I.
13.03

Hoje (13.03), o GRAMMYs confirmou a transmissão do “Elton John: I’m Still Standing — A GRAMMY Salute”, tributo a Elton John, em que Kesha é uma das que prestam homenagem ao cantor, compositor e produtor. O show de duas horas de duração tem sua transmissão marcada para o dia 10.04, pelo canal norte-americano CBS. Confira a prévia divulgada:

O tributo teve sua gravação realizada no dia 30.01, no Madison Square Garden. Kesha fez um cover solo de “Yellow Brick Road” e depois voltou ao palco acompanhada dos outros artistas presentes (incluindo Elton John) para uma performance de “I’m Still Standing”.

FONTE: Grammy


Post publicado por Pedro I.
28.01

A maior premiação da indústria fonográfica americana, o Grammy Awards, acontece hoje, 28, e nós, do Kesha Brasil, vamos fazer uma cobertura do evento pela nossas redes sociais. A premiação será transmitida diretamente da Madison Square Garden de Nova York, nos Estados Unidos, com a apresentação sendo feita pelo humorista inglês James Corden.

A cantora Kesha foi indicada a duas categorias da premiação: Best Pop Vocal Album e Best Pop Solo Performance. Além disso, Kesha já foi confirmada como uma das artistas que irão se apresentar durante o Grammy.

O pré-show começa a 18h e pode ser acompanhado pelo site https://www.grammy.com/

A cerimônia será transmitida ao vivo na telvisão brasileira pelo canal pago TNT (NET 151 e HD 651  |  Claro TV 58  |  Oi 48  |  SKY 60  |  TVA 77  |  GVT/VIVO TV 100) e na CBS na televisão norte-americana, a partir das 22h30, no horário de Brasília. O tapete vermelho será transmitido a partir das 20h30, também no horário de Brasília, pelo canal E!.

Quem tem o TNT em seu pacote de televisão por assinatura, mas não estará perto de um aparelho de TV na hora da festa, pode acompanhar o evento pela internet, pelo serviço de streaming TNT Go.

Para os que não possuem a disponibilidade dos canais, ainda é possível assistir o tapete vermelho clicando aqui. Além desse, um player para a premiação está disponível pelo site Stream Fare.


Post publicado por Samuel D
24.09

Na edição de hoje do jornal novaiorquino New York Times, Kesha foi destaque na primeira página da sessão de artes do veículo, com uma review do show que a cantora fez no estado na última quinta. Confira abaixo a matéria traduzida:

Fora Do Tribunal e de Volta aos Palcos

Canções pop atualmente são os frutos de colaborações – cantores, compositores, produtores, engenheiros de som e muitos mais, todos têm um papel a desempenhar. Esse arranjo gera uma ansiedade constante na vida do pop-star: são as canções que têm fãs, ou o cantor? E pode o cantor ganhar reconhecimento sozinho, destacando o ambiente que construiu as bases para o seu sucesso?

Kesha vivenciou essas perguntas em tempo real na quinta-feira à noite, quando ela fez um show no Warsaw, casa de shows localizada no Brooklyn, como parte de sua primeira turnê depois de três anos.

Ela tem passado por um tempo tumultuado: ações judiciais que buscam libertação de seu contrato, ela acusou o produtor Dr. Luke, seu colaborador de longa data e o chefe da gravadora com a qual ela assinou, de atos impróprios, incluindo estupro. Ele rebateu, afirmando difamação e tentativa de quebra de contrato. Como resultado, ela não lançou nenhuma música original desde 2013 e só recentemente começou performar suas músicas antigas ao vivo.

Mas músicas antigas são memórias e, como ficou claro neste show, Kesha estava esperando para performa-las da maneira mais inovadora possível, refazendo completamente os arranjos pop para um rock hostil. Ao longo da noite, ela desconstruiu seus antigos sucessos – “We R Who We R”, “Take It Off”, “Your Love Is My Drug” – e os reconstruiu com ajuda de sua banda (The Creepies) como um country-rock relaxado com leves toques de psicodelia.

Kesha estava vestida como uma amante de rockabilly chique – uma roupa com temática do velho oeste, incluindo uma jaqueta enfeitada com crânios e com franjas coloridas penduradas nas mangas – e o título da turnê, que inclui um palavrão, foi escrito em letras enormes em estilo saloon no fundo do palco.

Ela deu um toque de teatralidade típica de filmes de baixo orçamento durante todo o show, lutando contra um par de companheiros com máscaras de dinossauros durante “Dinosaur” e atacando um deles durante “Cannibal”, se levantando com sangue escorrendo de sua boca. O efeito foi carnavalesco, uma apresentação em débito com a era das novidade estilísticas e capricho excessivo.

Embora fosse difícil e raramente eficaz, o gosto de Kesha para a turnê não era inesperado. Por um tempo no início da década, ela prometia ser um tipo diferente de estrela pop – estilisticamente ágil, com a língua solta, fazendo rap tão bem quanto canta, aparentemente desinteressada no que o mundo pop geralmente promete. Naquela época, nunca foi claro o quão Kesha iria se levar a sério, ou sua música, uma atitude que se deu bem contra a solidibilidade de seus registros. Ambos os seus álbuns – “animal” (2010), “e” Warrior”(2012) foram excelentes.

Mas essas canções, ainda enquanto foram a moeda que ganhou a entrada dela na estratosfera pop, viraram albatrozes. As suas performances eram como rejeições. Quando Kesha entregou o hit que lhe deu popularidade (“Tik Tok”) no fim do seu show usando essencialmente seu arranjo original, foi como um raio de sol através das nuvens. 

Isso também foi um lembrete irritante do que fazia as suas canções tão presentes nos primeiros lugares das paradas – a ação recíproca do abandono salaz de Kesha e o extático comando de produção por Dr. Luke e outros. 

Nos meses recentes, as batalhas de Kesha a fizeram uma causa célebre; incontáveis outros performers ofereceram o seu apoio público, e Taylor Swift disse que a daria $250,000 (“para ajudar com as necessidades financeiras durante esse período de necessidade”, um representante de Srta. Swift disse em uma declaração). 

Depois de “Dinosaur”, Kesha se dirigiu à ansiosa multidão de cerca de 1.000 pessoas: “Faz muito, muito tempo”, disse ela, encontrando um rugido de elogios nutritivos. “Eu honestamente não sei se eu teria conseguido passar pelos últimos três anos sem vocês”. O público respondeu com gritos encorajantes. Quando eles gritaram “Liberte a Kesha” continuamente, ela foi para um lado do palco e pegou um celular emprestado para que pudesse filmar o momento. 

Mesmo que a maioria de suas afirmações contra Dr. Luke tenham sido rejeitadas por uma juíza, a sua situação legal continua complicada. Ela não tocou nenhuma música nova lá. Em adição de meia dúzia de hits próprios, ela encheu o seu show com covers, uma estratégia necessária mas também problemática. Cantar a música de outra pessoa te mostra descoberto e revela o que você pode adicionar à uma conversa que está acabada há tempos.

Havia um barulhento cover de “Nightclubbing” de Iggy Pop e uma deslocada chance em “Till The World Ends” de Britney Spears (uma canção que conta com a composição de Kesha). Durante o seu bis “não bem-vindo”, ela roeu o refrão de “Jolene” de Dolly Parton for alguns momentos de melancolia, então cantou “Old Flames Can’t Hold a Candle to You”, uma canção country escrita por sua mãe, fechando a redenção morna por afirmar: “Eu estou cansada de ouvir pessoas dizendo que eu não consigo cantar!” 

Ela foi melhor quando usou canções para fazer declarações: “You Don’t Own Me” (Você Não Me Possui) de Lesley Gore, ou “I Shall Be Released” (Eu Terei de Ser Libertado) de Bob Dylan, que encerrou o show. “Sempre tenham esperança em seu coração”, disse Kesha à multidão antes de começar a canção usando isso como um diário e luta.

*Em sua versão online, a crítica teve seu título editado para “Kesha, esquivando-se do passado, mas ainda contando com ele”.

Tradução: Natália H. e Samuel D.
Fonte: NYT; Leitor.


Post publicado por Samuel D
19.02

Hoje (19) aconteceu o julgamento que determinaria a decisão do juri para o pedido de liminar feito por Kesha. No momento, a cantora está processando seu produtor (Dr. Luke) por abuso sexual e psicológico, e ele está processando-a de volta, alegando que ela está mentindo e fazendo isso para se livrar do contrato. Após o adiamento do julgamento, que deveria ter ocorrido em Janeiro, a sessão aconteceu por volta das 14h de hoje. Conseguir a liminar significaria que Kesha estaria autorizada lançar material inédito sem a Sony (gravadora onde Luke trabalha). Inicialmente, uma reporter presente no local anunciou a resposta da liminar como negativa, e ficou nítido que o juri estava favorecendo a Sony. Porém, momentos depois, foi anunciado que o tribunal não havia conseguido chegar a uma conclusão final, solicitando mais detalhes sobre o alegado abuso para averiguar e divulgar o veredicto, que está para ser anunciado em breve, por escrito. Infelizmente, essa informação já foi negada, leia o final do post para mais informações. Confira abaixo relatos de uma reporter e fã clubes que presenciaram o acontecimento:

1. REPÓRTER DO BUZZFEED (@marygeorgant)

“Primeiro o tribunal está discutindo a liminar, na qual Kesha pediu para sair de seu contrato com o Dr. Luke. | O juiz diz que a Sony deu oportunidade a Kesha de trabalhar sem Dr Luke. O advogado dela diz que era uma promessa ilusória. | O advogado de Kesha também disse que, mesmo com a nova oferta da Sony, ‘eles estavam se preparando-a para falhar’  porque eles não iriam promover a música dela. Disse que Sony ficou do lado do Luke. | Juíz: você está me pedindo para presumir que uma entidade como a Sony, que está em uma posição competitiva… não iria querer ganhar dinheiro com o seu investimento. | Kesha está sentada no fundo do tribunal soluçando. A mãe dela está do lado dela. | Advogado da Sony: Nosso interesse não está no sucesso dela. está no sucesso de Dr Luke. Eles não são exclusivos. | O advogado da Sony diz que uma liminar ‘viraria a lei em seu rosto’ [significa ‘usar algo de maneira errada’, em inglês] | O pedido de Kesha pela liminar foi negado. ‘Não há mostra de dano irreparável. Foi dada a ela a oportunidade de gravar. | Kesha cumprimentou e abraçou os fãs que choravam ao lado de fora do tribunal. | Devo esclarecer: Juri requisitou mais detalhes sobre os alegados acontecimentos, incluindo quando e aonde aconteceram.”

 

 

2. FÃ-SITE PRESENTE NO LOCAL (@keshatoday):  

“Não há decisão no caso ainda! Estamos ao vivo no local esperando pelo veredicto! | O juiz não conseguiu chegar a uma decisão hoje. O veredicto está para ser anunciado por escrito. Estamos desapontados mas nós não vamos parar de lutar por ela.”

 

A cantora deixou o tribunal muito triste, mas fez questão de abraçar os fãs que protestavam por ela na rua. Confira todas as fotos e vídeos:

1. KESHA CHEGANDO AO TRIBUNAL:

Kesha chegando ao tribunal

 

 

2. KESHA DEIXANDO O TRIBUNAL:

Kesha deixando o tribunal

  [ATUALIZAÇÃO 1] O próximo julgamento do caso está marcado para 18 de maio, estamos aguardando confirmações da informação. Atualizaremos o post constantemente a cada nova notícia. 

[ATUALIZAÇÃO 2]  Infelizmente a liminar foi negada pelo juiz. A confirmação veio após o fã-clube @keshaTODAY (que anteriormente tinha divulgado que o tribunal não tinha conseguido chegar a uma decisão) ter divulgado o contrário em seu twitter. De qualquer maneira o juri pediu mais informações sobre as alegações de Kesha, as quais serão averiguadas para a decisão do caso. Ou seja, ao que tudo indica, o julgamento marcado para o dia 18 de maio decidirá se Kesha estará livre ou não de Dr. Luke, contratualmente falando. 

Parece que finalmente essa é a situação atual. De qualquer modo, se houver qualquer nova atualização iremos avisa-los. 

 

 

 

 


Post publicado por Samuel D
27.01

Segunda-feira a noite, a cantora foi flagrada deixando seu hotel. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já na noite de ontem, terça-feira, Kesha foi vista chegando ao hotel, após se encontrar com alguns fãs. Veja:


Post publicado por Pedro I.
18.06

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A batalha judicial entre Kesha e Dr. Luke continua e agora o produtor musical acaba de ganhar a ação que Kesha fez sobre abuso sexual contra ele, porém apenas em Nova York.

Em outubro do ano passado, Kesha moveu algumas ações judiciais contra o seu principal produtor e empresário, Dr. Luke, no estado da Califórnia, acusando-o de abuso sexual e outros tópicos. Luke, pouco tempo depois, moveu ações contra a cantora e sua mãe, porém em Nova York.

No primeiro bimestre deste ano, o estado da Califórnia teve que colocar o processo em espera, enquanto aguardavam os resultados das ações que ocorriam em Nova Iorque. Por quê? Em um clausula do contrato de Kesha com a Kemosabe, RCA e Sony, afirmava que qualquer quebra de contrato deveria ser resolvida nos tribunais de Nova York. Neste caso, nenhuma das ações envolviam “quebra de contrato”, muito menos as gravadoras, mas mesmo assim não tinha mais como reverter isso e anular as ações em Nova York.

Tentando evitar este resultado, Kesha afirmou semana passada que a Sony Music também tem sua parte de responsabilidade pelos abusos cometidos por Dr. Luke, mas isso parece não ter feito o efeito desejado pela cantora.

Ao que parece, Kesha está esperando a reabertura das ações movidas em Califórnia para poder apresentar as provas de suas acusações, sendo assim, as ações movidas em Nova York parecem ser de pouca importância para a cantora e seus advogados.

 

FONTE: Billboard


Post publicado por Samuel D
12.02

keshasocr

Kesha vem estado presente nos inúmeros desfiles de moda que ocorrem esta semana em New York! A cantora, além de passar pelo tapete vermelho dos eventos, esta se sentando na primeira fila para assistir aos desfiles e ganhando bastante atenção com os fotógrafos presentes.  Confira fotos do evento:

VFile’s Made Fashion Show:

Timo Weiland AW15 Show:

Tadashi Shoji Fashion Show:

Prada The Iconoclasts:

 Adam Selman Fashion Show (Saída do hotel e evento):

Christian Siriano Fashion Show:

DKNY Fashion Show:

Diane Von Furstenberg Fashion Show:

Indo e voltando do Hotel:

 Zac Posen Fashion Show: 

Saindo do hotel 17/01:

Saindo do Hotel 18/01:




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