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07.08

Essa semana chegou ao fim a The Adventures of Kesha & Macklemore Tour, turnê conjunta que percorreu a América do Norte durante o verão estadunidense. Macklemore usou o Instagram para demonstrar seu carinho aos momentos compartilhados com Kesha. Confira: 

Uma publicação compartilhada por Ben Haggerty (@macklemore) em


“Aprecio muito essa mulher aí. Uma das pessoas mais genuínas que conheci nesta indústria da música e alguém que considero uma verdadeira amiga. A partir do momento que entramos em estúdio para gravar “Good Old Days”, senti seu espírito. Nossa turnê de dois meses finalmente terminou e é a sensação muito boa e ruim ao mesmo tempo. É incrível estar de volta com minha família antes de ir para a Europa para terminar este ciclo de shows. Tão bom estar de volta ao verão de Seattle, o lugar mais lindo do mundo. Mas vou sentir falta do nosso esquadrão de aventuras. Os fãs fenomenais. Sua equipe inteira. E ela. Os shows eram mágicos. O amor foi esmagador. E as memórias vão viver. Eu faria tudo de novo em um segundo @iiswhoiis.”

 


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16.08

Em uma matéria para a Rolling Stone, Dolly Parton comentou brevemente sua colaboração com Kesha para o novo álbum da cantora (“Rainbow”), na regravação de Old Flames (Can’t Hold a Candle To You), originalmente escrita por Pebe (mãe de Kesha) e gravada por Dolly. Confira: 

E falando de novas gerações, Dolly também falou sobre colaborar com a Kesha para uma recriação de seu sucesso de 1980 “Old Flames”, que aparece como um dueto no recente álbum de retorno da cantora, “Rainbow”. 

“Eu conheço [Kesha] por causa de sua mãe”, disse Parton sobre Pebe Sebert, um compositora de Nashville que originalmente escreveu “Old Flames”. “Foi uma das minhas músicas favoritas que já fiz”, continuou Parton, relembrando como ela aceitou o convite de Kesha para regravar a música com ela. “Eu disse:” Por que você escolheu fazer essa música? Essa é uma escolha incomum para você “. Ela disse: “Bem, porque minha mãe escreveu isso”.

Fonte: RS


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15.08

O cantor Elton John mandou uma mensagem para Kesha em seu através  da rádio Beats1. Confira:

 “Eu estou tão feliz que Kesha fez um álbum tão maravilhoso. Estou tão animado por ela porque ela passou por um inferno. E eu fiquei sabendo [de sua volta] porque Ben Folds me mandou um e-mail para me falar que estava trabalhando em seu álbum, e eu sou muito amigo do Ben. Estou tão animado por ela.”

 


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09.07

Confira as críticas mais relevantes de “Praying”, novo single de Kesha:

 The Musical Hype com 4 estrelas de 5:

“A estrela pop Kesha fez um retorno triunfal após tempos turbulentos, com uma balada surpreendente e emocionalmente sincera.

Enfrente: quem não achou que a carreira de Kesha estava morta? “Praying” definitivamente prova que a peculiar artista pop definitivamente tem mais vida. Além disso, ao invés de retornar com uma faixa gimmicky pop, ela apresentou uma balada que é facilmente a música mais sincera de sua carreira. Adicione a ascensão de cordas e os tambores, e está aí uma grande e poderosa balada  – uma balada com poder celestial.”

– Telegraph UK:

“Praying é uma balada poderosa e sincera que traz luz sob as experiências traumáticas que ela passou durante seu tempo em pausa.” 

– Variety:

“A balada gospel ultrapassa desafios a cada novo verso até que a voz de Kesha esteja mais alta, forte e mais relevante do que nunca […] ela canta com total convicção, aparentemente referenciando-se a Dr. Luke. A narrativa da música é a de uma jornada de autoconfiança após anos de abatimento. Deixar sua angústia de lado e vir ao encontro de seu abusador com uma mensagem de paz é uma jogada corajosa por si só, suficiente para induzir arrepios até mesmo aos mais cínicos.”

– Seattle Times:

“No início (uma batida de piano que nos leva até a introdução), a música simplesmente explode pela segunda ou terceira vez que o cantora chega ao refrão. Em algumas notas, Kesha apenas grita. É um refúgio de extremesser os ossos que todos devem escutar.”

 – Forbes:

“Praying baseia-se em quase nada além do piano e dos vocais de Kesha, que ela aprendeu a controlar depois de anos empurrando seu estilo de rap falado. A faixa se constrói de forma constante, crescendo apenas nos vocais e no piano para algo tão grande que envolve o ouvinte. Liricamente, o novo single de Kesha a vê abraçando sua fé de maneira que seus fãs nunca a ouviram fazer na canção, mas a trilha não é tudo sobre Deus.”

-The Ringer:

“Praying é uma triste, espirituosa afirmação de si mesmo: Não é o primeiro “Foda-se” que Kesha tenha mencionado em alguma música, mas é o mais inspirador, o mais maduro e de longe o mais poderoso.”

-New York Times:
“O primeiro single de Kesha desde 2013, “Praying”, é um perfeito míssel destinado de vingança e tomada de carreira. Com “Praying”, Kesha enterra a imagem relaxada de garota festeira que a fez famosa e retorna como uma injustiçada, íntegra sobrevivente; superando um abuso psicológico e a depressão.”

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17.01

Wayne Coyne deu uma entrevista a revista Paste para falar um pouco sobre o novo álbum de sua banda, The Flaming Lips, e Kesha foi pauta de algumas perguntas. A cantora já trabalhou com o grupo no passado em um álbum colaborativo que foi impedido pela gravadora. Confira:

P: Eu gosto que você mantenha ela [Miley Cyrus] e outros artistas com quem você trabalhou no passado em sua órbita.

W: Sim, eu gostaria de fazer mais coisas com, digamos, Kesha, mas ela é uma espécie de artista muito volátil* agora.

*inconstante, instável, imprevisível.

P: Sim, as coisas são um pouco precárias para ela, judicialmente falando.

W: É, e essa parte vem e vai. Às vezes parece importante e às vezes não. Eu acho que para ela é muito mais estressante do que para alguém como Miley. Miley tem mais controle e é relaxada; Ela é mais aberta a tudo e Kesha é um pouco mais introvertida. Ela é maluca quando ela está em seu personagem, mas ela é um pouco mais introvertida quando é só ela mesma e um pouco mais tímida e arrependida sobre as coisas, já Miley não é assim. Ela fala sempre, “Foda-se, vamos.”

P: Kesha e Miley vêm de origens muito diferentes.

W: […] Eu acho que Kesha às vezes luta com ela mesma tipo “devo ser assim ou de outra maneira?”, ou, “devo dizer essas coisas na minha música?”. Quando eu estava ao seu redor não tinhamos discussões feias, mas íamos de um lado para o outro sobre o que poderíamos dizer nas letras e eu ficava tipo “quem se importa? É música.” Ela estava ciente de que alguns de seus fãs têm oito anos e se perguntam se podemos dizer aquelas coisas. Miley e eu nunca tivemos uma conversa como essa, nunca importaria tanto. 

P: Você é próximo o suficiente da Kesha para ter verificar como ela tem estado durante o último ano?

W: Sim. Eu mando mensagens de texto pra ela e trocamos fotos e coisas assim, mas eu não vejo motivo para saber como ela está toda vez que vejo alguma notícia dela em revistas ou sites de entretenimento idiotas. Ocasionalmente, tocaremos nos mesmos lugares e eu direi: “Ei, venha para este show” e ela virá ao show. Acho que ainda somos grandes amigos, mas não sei o quão confortável ela está comigo tentando levá-la a fazer coisas que ela não tem certeza se ela é capaz de fazer. É onde eu acho que sou muito intenso.

Fonte: Paste Magazine


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11.10

Recentemente, a Billboard divulgou uma lista com as 10 melhores músicas de Zedd (segundo seus redatores) e “True Colors”, parceria com Kesha, ficou em 8º lugar! Confira o que o tabloide teve a dizer sobre a colaboração:

“Zedd cavou mais profundo que seu habitual festeiro neste hino que dá nome ao álbum. Há uma vibe um pouco ‘velho oeste’ em seus acordes ricos. A voz poderosa de Kesha expõe uma força ardente. Não é surpresa alguma o fato da música ter sido associada a um hino de empoderamento durante a sua batalha legal com Dr. Luke. Ouça-a quando precisar se animar antes de momentos competitivos. “

Fonte: Billboard


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24.09

Na edição de hoje do jornal novaiorquino New York Times, Kesha foi destaque na primeira página da sessão de artes do veículo, com uma review do show que a cantora fez no estado na última quinta. Confira abaixo a matéria traduzida:

Fora Do Tribunal e de Volta aos Palcos

Canções pop atualmente são os frutos de colaborações – cantores, compositores, produtores, engenheiros de som e muitos mais, todos têm um papel a desempenhar. Esse arranjo gera uma ansiedade constante na vida do pop-star: são as canções que têm fãs, ou o cantor? E pode o cantor ganhar reconhecimento sozinho, destacando o ambiente que construiu as bases para o seu sucesso?

Kesha vivenciou essas perguntas em tempo real na quinta-feira à noite, quando ela fez um show no Warsaw, casa de shows localizada no Brooklyn, como parte de sua primeira turnê depois de três anos.

Ela tem passado por um tempo tumultuado: ações judiciais que buscam libertação de seu contrato, ela acusou o produtor Dr. Luke, seu colaborador de longa data e o chefe da gravadora com a qual ela assinou, de atos impróprios, incluindo estupro. Ele rebateu, afirmando difamação e tentativa de quebra de contrato. Como resultado, ela não lançou nenhuma música original desde 2013 e só recentemente começou performar suas músicas antigas ao vivo.

Mas músicas antigas são memórias e, como ficou claro neste show, Kesha estava esperando para performa-las da maneira mais inovadora possível, refazendo completamente os arranjos pop para um rock hostil. Ao longo da noite, ela desconstruiu seus antigos sucessos – “We R Who We R”, “Take It Off”, “Your Love Is My Drug” – e os reconstruiu com ajuda de sua banda (The Creepies) como um country-rock relaxado com leves toques de psicodelia.

Kesha estava vestida como uma amante de rockabilly chique – uma roupa com temática do velho oeste, incluindo uma jaqueta enfeitada com crânios e com franjas coloridas penduradas nas mangas – e o título da turnê, que inclui um palavrão, foi escrito em letras enormes em estilo saloon no fundo do palco.

Ela deu um toque de teatralidade típica de filmes de baixo orçamento durante todo o show, lutando contra um par de companheiros com máscaras de dinossauros durante “Dinosaur” e atacando um deles durante “Cannibal”, se levantando com sangue escorrendo de sua boca. O efeito foi carnavalesco, uma apresentação em débito com a era das novidade estilísticas e capricho excessivo.

Embora fosse difícil e raramente eficaz, o gosto de Kesha para a turnê não era inesperado. Por um tempo no início da década, ela prometia ser um tipo diferente de estrela pop – estilisticamente ágil, com a língua solta, fazendo rap tão bem quanto canta, aparentemente desinteressada no que o mundo pop geralmente promete. Naquela época, nunca foi claro o quão Kesha iria se levar a sério, ou sua música, uma atitude que se deu bem contra a solidibilidade de seus registros. Ambos os seus álbuns – “animal” (2010), “e” Warrior”(2012) foram excelentes.

Mas essas canções, ainda enquanto foram a moeda que ganhou a entrada dela na estratosfera pop, viraram albatrozes. As suas performances eram como rejeições. Quando Kesha entregou o hit que lhe deu popularidade (“Tik Tok”) no fim do seu show usando essencialmente seu arranjo original, foi como um raio de sol através das nuvens. 

Isso também foi um lembrete irritante do que fazia as suas canções tão presentes nos primeiros lugares das paradas – a ação recíproca do abandono salaz de Kesha e o extático comando de produção por Dr. Luke e outros. 

Nos meses recentes, as batalhas de Kesha a fizeram uma causa célebre; incontáveis outros performers ofereceram o seu apoio público, e Taylor Swift disse que a daria $250,000 (“para ajudar com as necessidades financeiras durante esse período de necessidade”, um representante de Srta. Swift disse em uma declaração). 

Depois de “Dinosaur”, Kesha se dirigiu à ansiosa multidão de cerca de 1.000 pessoas: “Faz muito, muito tempo”, disse ela, encontrando um rugido de elogios nutritivos. “Eu honestamente não sei se eu teria conseguido passar pelos últimos três anos sem vocês”. O público respondeu com gritos encorajantes. Quando eles gritaram “Liberte a Kesha” continuamente, ela foi para um lado do palco e pegou um celular emprestado para que pudesse filmar o momento. 

Mesmo que a maioria de suas afirmações contra Dr. Luke tenham sido rejeitadas por uma juíza, a sua situação legal continua complicada. Ela não tocou nenhuma música nova lá. Em adição de meia dúzia de hits próprios, ela encheu o seu show com covers, uma estratégia necessária mas também problemática. Cantar a música de outra pessoa te mostra descoberto e revela o que você pode adicionar à uma conversa que está acabada há tempos.

Havia um barulhento cover de “Nightclubbing” de Iggy Pop e uma deslocada chance em “Till The World Ends” de Britney Spears (uma canção que conta com a composição de Kesha). Durante o seu bis “não bem-vindo”, ela roeu o refrão de “Jolene” de Dolly Parton for alguns momentos de melancolia, então cantou “Old Flames Can’t Hold a Candle to You”, uma canção country escrita por sua mãe, fechando a redenção morna por afirmar: “Eu estou cansada de ouvir pessoas dizendo que eu não consigo cantar!” 

Ela foi melhor quando usou canções para fazer declarações: “You Don’t Own Me” (Você Não Me Possui) de Lesley Gore, ou “I Shall Be Released” (Eu Terei de Ser Libertado) de Bob Dylan, que encerrou o show. “Sempre tenham esperança em seu coração”, disse Kesha à multidão antes de começar a canção usando isso como um diário e luta.

*Em sua versão online, a crítica teve seu título editado para “Kesha, esquivando-se do passado, mas ainda contando com ele”.

Tradução: Natália H. e Samuel D.
Fonte: NYT; Leitor.


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28.07

Após a festa de 4 de julho que Taylor Swift deu, Ruby Rose começou a se referir a Kesha, Cara Delevingne e Uzo Aduba como a “patrulha fantasma”, e finalmente sabemos a razão do apelido.

Recentemente, Cara participou do Talkshow Late Late Show with James Corden e compartilhou um episódio ocorrido na festa de Swift. Segundo a modelo, enquanto Kesha e as irmãs HAIM estavam dormindo, ela, Ruby e Uzo decidiram pregar uma senhora pegadinha nelas, e precisaram pedir permissão a Taylor Swift e seu namorado Tom Hiddleston, pois a casa possui muitos sistemas de segurança que precisariam ser desligados para a brincadeira, confira o relato:

“Kesha estava dormindo no andar de cima com as irmãs Haim, na parte mais assustadora da casa. Elas ficaram assistindo um programa sobre assassinatos misteriosos o todo o dia. Eu, Ruby Rose, e Uzo Aduba decidimos nos tornar uma tripulação fantasma e montamos um plano super elaborado para dar um super susto nelas. Pegamos tochas, alto-falantes, fizemos até efeitos sonoros. Íamos pegar cadeiras de balanço e colocar pedaços de fio para balança-las. Fizemos o pacote completo.”

Segundo Cara, Kesha e as irmãs HAIM quase chamaram a polícia durante a pegadinha: “O que é engraçado, porque eu amo o fato de você ter que chamar a polícia por pensar que havia um fantasma na sua casa” – Completou a modelo.

Confira o vídeo da entrevista:

Fonte: EW


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04.06

Kesha revolveu responder publicamente um hater que a críticava no Instagram. Confira o que Kesha escreveu:

“Querida @ jackknife76, vejo que você gostaria muito que eu ficasse sabendo que você me acha feia e também uma “prostituta”. Bem, entendo que essa é a sua opinião, mas eu discordo. Eu não sou perfeita, mas eu sou muito foda e mágica. E também, eu não sou, de fato, uma prostituta. Na verdade, fazer bullying com alguém que tem lutado publicamente com as questões do corpo é bastante ruim. Graças a Deus eu estou em um lugar de minha vida onde eu me sinto capacitada para enfrentar seus comentários desagradáveis em vez de deixá-los me destruir. Então, em nome de todos que tem problemas com sua imagem corporal, PARE COM ISSO. Meu corpo não é da sua conta. Concluindo, beije minha bunda imperfeita mágica.”

dear @jackknife76 , I see that you would very much like me to know that you think I’m ugly, and also a “whore”. well, I understand that that is your opinion, but I disagree. I’m not perfect but I’m pretty fucking magical. and also, I am not, in fact, a whore. also bullying someone who has struggled publicly with body issues is pretty mean. thank god I’m in a place in my life where I feel empowered to address your nasty comments instead of letting them destroy me. so. on behalf of anyone anywhere who struggles with body image, STOP IT. my body is not your business. ✨in conclusion, kiss my magical imperfect ass ❤️✌️

Uma foto publicada por Kesha (@iiswhoiis) em


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24.05

Após convidar Kesha para cantar “It Ain’t Me, Babe” em um de seus shows, a cantora o convidou para comandar o piano durante sua performance no Billboard Music Awards 2016. Essa semana, Ben concedeu uma entrevista, e foi questionado sobre sua relação com Kesha, os antecedentes das performances que realizaram juntos e até sobre a situação judicial de Kesha. Confira a tradução:

Como o sua performance com Kesha na última quarta-feira aconteceu?

“Tivemos sorte, musicalmente falando. Quando ficamos sabendo que a performance de Kesha não ia acontecer, eu fiquei tipo: ‘Por que você não sobe ao palco e performa com a gente hoje à noite?’. A música tem apenas piano e vocais, mas para aquele show criamos um arranjo mais amplo. Eu acho isso a deu um bote salva-vidas – visto que ela tinha ido muito bem no meu show.”

O que você achou da escolha dela de fazer um cover de “It Ain’t Me, Babe”?

“Achei que a escolha foi ótima. Ela tinha várias músicas para escolher – Bob Dylan e alguns dos Beach Boys. Essa canção a deu a oportunidade de andar por um caminho pelo qual poucas pessoas andam bem, e fazer algo iluminando e diferente em relação a música. Você tem que levar em consideração que performances de premiações são, em sua maioria, altamente programadas, com coreografias e efeitos sonoros; até mesmo as performances mais despojadas são extremamente coreografadas. Mas, nessa apresentação, ela interpretou uma música completamente despojada. Eu pensei que fosse um lugar seguro para ela fazer algo corajoso assim, porque ela sabe que tem meu apoio o tempo todo. Eu ajudei a cuidar dela. Eu não teria aparecido no Billboard Music Awards se [nossa amizade] não fosse real.”

Como você e Kesha se tornaram amigos?

“Conheço Kesha faz um tempo. Estou orgulhoso dela, pessoalmente e musicalmente. Ela é autêntica. Eu a conheci através de um amigo em comum. Ela me contou como costumava entrar de penetra em meus shows quando ela estava na escola. Eu não sei por que exatamente ela tinha que entrar de penetra [risos], mas temos discutido isso.”

Ela já te disse qual álbum seu é o favorito dela?

“Eu acho que é o ‘Rockin’ the Suburbs’, com certeza. É incrível a quantidade de estrelas pop femininas da idade dela que giram em torno desse álbum.”

Quando você a convidou para performar, foi um momento crucial e raro para a música pop. Isso bateu de frente com a proibição artística que ela havia recebido, que é um grande assunto agora.

“É muito complicado. Estou interessado sobretudo na parte artística da situação, mas a parte artística está ligada à parte pessoal, que está vinculada com a parte judicial. A principal coisa é que Kesha teve as mesmas opções que todos teriam: tomar o caminho difícil e defender-se por si mesma ou simplesmente ficar na fila. O fato é que seu crescimento pessoal e artístico é tão importante para ela que ela está disposta a não participar de programas de televisão e não lançar um disco – que é o que as pessoas estão pedindo. É preciso coragem para desenvolver a sua voz, reinventar-se e ser você mesmo como David Bowie ou qualquer outro grande artista. Ela só tomou uma atitude de grande risco. Além disso, ela é boa pra caralho no que faz.”

Fonte: Rolling Stone


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