Post publicado por Pedro I.
16.03

Hoje (16.03), Kesha atiçou os fãs ao publicar um vídeo em suas redes sociais, com uma legenda afirmando que ela está em estúdio no momento e alertando aos animals a ficarmos ATENTOS. No vídeo, conseguimos escutar um trecho de uma faixa ainda desconhecida. Confira:

Com este alerta, acreditamos cada vez mais de que um relançamento do último álbum da cantora pode acontecer ainda neste semestre. Isso porque, no final do ano passado, um dos produtores do “Rainbow” havia afirmado que duas músicas por ele produzidas estariam no relançamento do álbum. Além disso, supostos insiders já falaram sobre o assunto no Twitter.

Vale lembrar que Kesha está para iniciar uma turnê conjunta com Macklemore, que também pode ser um motivo para a divulgação de novas faixas, diferenciando o repertório dessa turnê com a “Rainbow Tour”.


Post publicado por Samuel D
27.01

Após rumores de que Kesha dividiria o palco com outras artistas durante sua performance de “Praying” na 60º edição do GRAMMYs, uma confirmação mais pontual foi dada pelo tabloide la times. 

Kesha performará a deslumbrante e redentora faixa do álbum “Rainbow”, “Praying”, ao lado de um coro de mulheres com algumas as estrelas, incluindo Cyndi Lauper, Camila Cabello, a nova indicada a Best New Artist, Julia Michaels, Andra Day e Bebe Rexha. Eles serão acompanhados por membros do Resistance Revival Chorus, um coletivo de mulheres que se unem para cantar músicas de protesto.

“Será poderoso”, afirmou Ehrlich. “Seria uma performance incrivelmente forte sob qualquer circunstância, mas quando você percebe o que está acontecendo, torna-se muito mais relevante, de certa forma. É o que eu mais amo sobre esse show. Obviamente, há muitas pessoas que se perguntam sobre Time’s Up e #MeToo e o que é tão gratificante para mim como uma criança dos anos 60 é ver este fervoroso compromisso de mudar por uma nova geração “.

O tapete vermelho terá início as 20h30 (transmissão pelo canal E!), e a premiação 22h30 (TNT Brasil).


Post publicado por Samuel D
18.01

Sem mais explicações, Kesha publicou um trecho profissional da “Rainbow Tour” em seu Instagram com o anúncio “Em breve”.

Já se é sabido que o irmão da cantora, responsável pelo documentário “My Crazy Beautiful Life”, esteve acompanhando a irmã durante toda a era Rainbow, filmando desde os shows da turnê até outras aparições públicas, logo, um novo documentário ou DVD da turnê é uma possibilidade que está deixando os fãs esperançosos até uma confirmação oficial. 

E ai, o que você acha que Kesha pretende anunciar em breve?


Post publicado por Pedro I.
19.10

Hoje, a MTV anunciou as primeiras performances confirmadas para o MTV EMA 2017. Dentre os anunciados, Kesha foi confirmada como atração musical da premiação. Além da cantora, Rita Ora, The Killers, Demi Lovato, Shawn Mendes, Stormzy e Camila Cabello.

A premiação acontece dia 12 de novembro, em Londres. A apresentação será feita pela cantora Rita Ora.

Em 2010, Kesha compareceu a premiação para performar Tik Tok e para receber o prêmio de Melhor Artista Revelação. Confira a performance:


Post publicado por Pedro I.
22.09

Ontem (21.09), Kesha e sua banda gravaram a performance de “Praying” no “The Ellen DeGeneres Show”. O programa vai ao ar ás 17:00 (horário de Brasília). Para assistir ao programa em tempo real, escolha entre as opções de streams disponíveis:

LIVE TV CAFE: clique aqui

US TV NOW: clique aqui(é necessário fazer login e, então, clicar no canal “CBS”)

Lembrando que a performance já se encontra disponível no YouTube. Para assistir, clique aqui.


Post publicado por Samuel D
15.09

Hoje, Macklemore anunciou que “Good Old Days”, sua parceria com Kesha será lançada oficialmente terça-feira (19). A confirmação aconteceu no programa de rádio Elvis Duran Show. O artista também revelou que um videoclipe “muito diferente” foi gravado para a faixa! Ansiosos?

Ao ser questionado sobre um possível encontro com Kesha no iHeartMusic Festival, Macklemore não negou a possibilidade insinuando que o momento pode até mesmo acontecer em cima do palco… Hm! 

Confira o momento do anuncio em 6min:


Post publicado por Samuel D
10.08

O lançamento mundial do novo álbum de Kesha, “Rainbow”, acaba de acontecer! Ouça-o no Spotify clicando aqui.

Compre no iTunes clicando aqui.


Post publicado por Pedro I.
09.08

Confira a resenha feita pela revista norte-americana Rolling Stone para o álbum “Rainbow”, da Kesha:

Em seu excelente retorno, “Rainbow”, Kesha canaliza esse drama que ela passou nos últimos anos para as melhores músicas de sua carreira – encontrando um lugar em comum entre os honky-tonks que ela ama e as baladas que ela governou com seus sucessos como “Tik Tok” e “Die Young”, entre brilhantes batidas, baladas épicas e riffs de guitarra. No processo, ela também encontra sua própria voz: uma feminista empoderada e rebelde do Top 40.

O álbum começa suavemente com “Bastards”, uma balada madura para um campfire singalong (música típica para cantar em volta de uma fogueira). Acima de uma guitarra acústica, seus vocais únicos, cansados de auto-tune, respiram com facilidade, enquanto mostra com agilidade e confiança o seu alcance subestimado, cantando: “Don’t let the bastards get you down.”. O álbum segue com o glam-punk de “Let ‘Em Talk”, onde ela se juntou a Eagles of Death Metal. Kesha, que está como produtora executiva do álbum, trabalhou com uma equipe que incluiu de Ryan Lewis e Ben Folds a sua mãe. Em todos os cantos, ela consegue um equilíbrio cuidadoso de seus diversos eixos musicais: o gospel “Praying” toma a estrada desejando o melhor para as pessoas que feriram ela, e “Woman” é irreverente e com um auto-tune suficiente com o apoio do grupo de funk Dap-Kings.

Kesha costumava cantar sobre festas com homens ricos e de se sentir como o P. Diddy. O álbum “Rainbow” é cheio de metáforas e típicos [termos] clichês de terapeutas: “Live and learn and never forget it/Gotta learn to let it go” ela cantar na música “Learn To Let Go”. Por sorte, ela também mostra seu senso de humor absurdo. Em destaque com “Hunt You Down”, ela evoca June Carter diabolicamente ameaçadora: “Baby, I love you so much”, ela canta como na voz mais inocente da Southern-Belle e, em seguida, ela avisa: “Don’t make me kill you.”. Em “Godzilla”, uma fatia generosa de indie-folk kitsch (folk utilizado por cantores indies na década de 1990), ela imagina como seria se apaixonar por um monstro de desenho animado, criando uma novidade alegre do caos e da destruição.

O momento mais poderoso do álbum é o cover de Dolly Parton “Old Flames (Can not Hold a Candle to You”) – O auge que a família Sebert atingiu como compositores. A própria Parton ajuda os vocais como participação. Kesha voa através de uma visão sonhadora, transformando a doce música em um rockabilly (um sub-gênero do rock que teve fama nos anos de 1950) animado até o padrão parecer atualizado e vividamente moderno, como se estivesse em uma batalha e tivesse nascido de novo. 

FONTE: Rolling Stone


Post publicado por Pedro I.
07.08

A Entertainment Weekly deu nota A- (9/9,4) para Rainbow, novo álbum de Kesha. Confira a opinião crítica:

“Praying”, o single principal do primeiro álbum da Kesha em quase cinco anos, é tão triunfante quanto as músicas que vêm a seguir. Os pianos em ascensão e os melhores vocais da carreira dela enquadram o corte, que aparentemente se refere ao intervalo criativo da cantora, causado pelo ex-produtor Dr. Luke. […] Ela não trabalhou diretamente com Luke no Rainbow, embora esteja sendo liberada para a gravação do álbum por sua gravadora, Kemosabe, com sua aprovação. Mas Rainbow, seu rico e magistral terceiro LP, é muito mais do que um adeus aos demônios do passado – é uma façanha artística, como Kesha une as incursões estilísticas com seu lirismo afiado e resistido.

Em 2012, com “Warrior”, Kesha juntou-se a artistas, desde Will.i.am à Iggy Pop, mas carecia de uma visão unificadora. Aqui, ela é mais camaleoa do que nunca – O álbum contém um glamour glam-rock com Eagles of Death Metal (em “Boogie Feet”) e um colaboração divertida com Dap-Kings Horns (“Woman”). Ainda assim, ela está entoando o country com Dolly Parton em “Old Flames (Can’t Hold a Candle To You)” e colocando em prática o pop de sintetizadores que a fez uma estrela no passado (“Hymn”), sua autenticidade nunca se envelhece; As 14 faixas do Rainbow são puramente “Kesha sem cortes”.

As letras da Kesha, que canalizam sua turbulência pessoal em catarse e reflexão, são, em última análise, o que une o conjunto. “A vida nem sempre é justa, mas o inferno está vivendo em ressentimento”, ela diz em “Learn to Let Go”, logo antes da música explodir em um estrondoso refrão sobre exorcizar demônios e deixar o passado para trás. Em “Boots”, ela chega a uma moral poderosa: “Se você não aguenta as garras, não pegue essa gata”. “Godzilla” fala sobre levar para casa um monstro para encontrar sua mãe – para evitar a tristeza. “Não deixe os bastardos te derrubarem”, ela canta em “Bastards” – e Rainbow exibe o que a perseverança pode produzir.

FONTE: Entertainment Weekly


Post publicado por Samuel D
07.08

A slant magazine divulgou uma review do “Rainbow”, novo álbum de Kesha com lançamento programado para dia 11. A revista falou bem do material, dando-o 3,5 de 5 estrelas. Confira a opinião do veículo de mídia:

O álbum abre com a devidamente intitulada “Bastards”, que começa como uma bocejane balada country antes de entrar em um brilhante estilo “Hey Jude” suavizada por algumas guitarras elétricas. A faixa serve como uma declaração de propósito: “Fui subestimada a minha vida inteira / Eu sei que as pessoas vão falar merda, e querida, está tudo bem” – se sente como uma reintrodução estilisticamente perturbadora de Kesha como artista. Ela não perde tempo, no entanto, lembrando-nos de que ela ainda é capaz de zombar da irreverência. Como em “Bastards”, a faixa “Let’s Em Talk” assume os “haters” de Kesha, mas o faz com um senso de humor acerbado quando canta: “Chupe meu pau”, em uma voz angelical.

Como sua batalha legal contra o Dr. Luke ainda não foi resolvida, Kesha caminha numa linha delicada por todo o álbum, sem medo de se tornar pessoal, mas consciente das propriedades universais de uma boa música pop. O carro-chefe do álbum, “Praying”, funciona como uma música de separação no estilo de Adele e um pouco de abuso: “Bem, você quase me enganou / Disse-me que eu não era nada sem você.”. Ao entregar seu testemunho, a trilha desenvolve lentamente – com cordas, bateria e, finalmente, um coro – antes do clímax com um arrepiante lamento da cantora, que parece ter passado mais de meia década para fazer.

Em outros momentos, “Learn to Let Go” pretende inspirar-nos a relevar o passado, com palavras de sabedoria da Kesha, temperadas com uma dose saudável de ceticismo: “Eu sei que sempre digo a todos que você não precisa ser uma vítima”. Para todos as mensagens genuínas do álbum e diretrizes de auto-ajuda sinceras, ela nunca se leva muito a sério. Apesar da falta de cânticos sobre álcool, a personalidade turbulenta de Kesha permanece intacta em músicas como “Boots”, anulando qualquer suspeita de que sua imagem de “garota-festeira” fosse uma criação de estúdio: “Se você não consegue lidar com essas garras, então não pegue essa gatinha”, ela canta.

Criada em Nashville, Kesha mergulhou os dedos pela primeira vez nos pops-country com “Wonderland” do “Warrior”, mas ela mergulha ainda mais fundo em canções como “Hunt You Down” e a encantadora bagunça acústica de “Godzilla”. Ela até faz um cover de “Old Flames (Can’t Hold a Candle To You)”, uma música co-escrita por sua mãe, Pebe Sebert, no final dos anos 70 e popularizada por Dolly Parton, que também tem sua participação aqui. Essa interpretação é desnecessariamente estridente, em comparação com a versão anterior da Dolly e a anterior e fantasmagórica da Kesha. Rainbow possui uma autenticidade – e uma sensação de diversão desenfreada – que a “Joanne” de Lady Gaga não tem.

Rainbow provavelmente não passaria o teste retórico de objetividade crítica: se não fosse um álbum da Kesha, é improvável que alguém percebesse isso. Mas, embora não seja a descoberta de um novo talento, certamente é o aprofundamento de um talento já existente em uma longa lista de estrelas pop femininas que inicialmente ofereciam uma agência criativa e “profissional limitada”, agora tentando explodir o patriarcado.

FONTE: Slant Magazine


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