Post publicado por Samuel D
09.10

Acaba de chegar a rede a canção, “You Control My Heart”, criada em 2012 por Kesha e Wayne Coyne, originalmente gravada para um projeto denomidado “Lip$ha”, uma parceria entre Kesha e a banda The Flaming Lips que infelizmente foi barrada pela gravadora da cantora, que julgou o material muito ‘não comercial’. Confira a faixa:


Post publicado por Samuel D
04.10

Ontem, Kesha desembarcou na China para uma série de 3 shows no país. O primeiro deles aconteceu hoje, em Xangai. Beijing e Guangzhou são as próximas cidades a receberem a cantora, que decidiu levar seus dançarinos para se apresentar não com a Fuck The World Tour, mas com um show no formato da antiga Warrior Tour.

O show aconteceu no Shanghai Indoor Stadium, com capacidade para 10 mil pessoas. Aparentemente, a setlist foi preservada das últimas apresentações da Warrior Tour, porém foi adicionado um cover de “Jealous”, do Nick Jonas. Os peças de roupas antigas dos últimos shows da tour também voltaram, alguns foram mesclados com peças inéditas. Confira algumas fotos e vídeos:

Um vídeo publicado por Kathy Z (@kathyzeng9) em

Um vídeo publicado por ☄Męlenthå (@melenthahan) em

Um vídeo publicado por TJU Shanghai China (@lewis_yida) em

Um vídeo publicado por 陆艺婷 (@lyt_0919_) em

Um vídeo publicado por Alice Lu 璐 (@alicelu_avrillavigne) em


Post publicado por Natália H.
01.10

Em uma recente entrevista, o produtor Wrabel, que também é um grande amigo de Kesha, revelou ter trabalhado com a cantora para o seu álbum de estreia, além de falar um pouco mais da amizade dos dois. Wrabel, porém, não deixa claro se a pareceria é apenas uma composição ou com vocais também. Confira o trecho traduzido da entrevista onde ele fala sobre Kesha:

 

Entrevistadora: Eu vi que Kesha tweetou [a sua música]! E ela é uma amiga sua. É legal ter alguém como ela por trás disso.

Wrabel: É incrível. Mesmo quando, agora estou há dois dias em turnê e acho que nós trocamos mensagens por duas horas na outra noite e eu estava “Oh, o que eu faço com isso? Como me sinto em relação àquilo?” e ela estava tipo “Se acalme, se acalme”.

Entrevistadora: Que conselho ela deu à você?

Wrabel: Algumas coisas eu não vou mencionar. Ela é uma ótima apoiadora e ela realmente entende. Nós somos muito parecidos na maneira que pensamos e agimos, então tem sido muito bom em ter ela segurando a minha mão, ás vezes literalmente, através de tudo isso e apenas sendo como “É assim que deve ser. Preste atenção nisso e foque nisso e nisso e todas essas coisas boas, e não deixo aquilo bagunçar a sua cabeça. Não deixe essas coisas roubarem esses momentos.” Ela me ajuda a arrasar um pouco mais.

Entrevistadora: Vocês já compuseram juntos?

Wrabel: Sim, nós já compusemos um pouco. Ela é realmente brilhante. Ela vai chegar e dizer “Eu pensei nisso esta manhã quando eu estava, tipo, segurando o meu gato” e então ela vai cantar a música toda e falar “OK. Almoço?”

Entrevistadora: Então, obviamente você está trabalhando no seu álbum agora, então você a vê talvez compondo algo para ele ou trabalhando em alguma música dele?

Wrabel: Sim, claro! O álbum está tomando forma o que é tão legal! Nós temo um monte de coisas de produção que está acontecendo enquanto eu estou em turnê, porque eu estou em uma turnê de sete semanas enquanto terminamos tudo. É um momento muito divertido experimentar coisas pela primeira vez, a primeira vez me ouvindo no rádio, a primeira vez tocando um show a primeira vez saindo em turnê, a primeira vez que as pessoas conhecem a música e ser o cara que canta ela, é tão legal.

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Post publicado por Samuel D
24.09

Na edição de hoje do jornal novaiorquino New York Times, Kesha foi destaque na primeira página da sessão de artes do veículo, com uma review do show que a cantora fez no estado na última quinta. Confira abaixo a matéria traduzida:

Fora Do Tribunal e de Volta aos Palcos

Canções pop atualmente são os frutos de colaborações – cantores, compositores, produtores, engenheiros de som e muitos mais, todos têm um papel a desempenhar. Esse arranjo gera uma ansiedade constante na vida do pop-star: são as canções que têm fãs, ou o cantor? E pode o cantor ganhar reconhecimento sozinho, destacando o ambiente que construiu as bases para o seu sucesso?

Kesha vivenciou essas perguntas em tempo real na quinta-feira à noite, quando ela fez um show no Warsaw, casa de shows localizada no Brooklyn, como parte de sua primeira turnê depois de três anos.

Ela tem passado por um tempo tumultuado: ações judiciais que buscam libertação de seu contrato, ela acusou o produtor Dr. Luke, seu colaborador de longa data e o chefe da gravadora com a qual ela assinou, de atos impróprios, incluindo estupro. Ele rebateu, afirmando difamação e tentativa de quebra de contrato. Como resultado, ela não lançou nenhuma música original desde 2013 e só recentemente começou performar suas músicas antigas ao vivo.

Mas músicas antigas são memórias e, como ficou claro neste show, Kesha estava esperando para performa-las da maneira mais inovadora possível, refazendo completamente os arranjos pop para um rock hostil. Ao longo da noite, ela desconstruiu seus antigos sucessos – “We R Who We R”, “Take It Off”, “Your Love Is My Drug” – e os reconstruiu com ajuda de sua banda (The Creepies) como um country-rock relaxado com leves toques de psicodelia.

Kesha estava vestida como uma amante de rockabilly chique – uma roupa com temática do velho oeste, incluindo uma jaqueta enfeitada com crânios e com franjas coloridas penduradas nas mangas – e o título da turnê, que inclui um palavrão, foi escrito em letras enormes em estilo saloon no fundo do palco.

Ela deu um toque de teatralidade típica de filmes de baixo orçamento durante todo o show, lutando contra um par de companheiros com máscaras de dinossauros durante “Dinosaur” e atacando um deles durante “Cannibal”, se levantando com sangue escorrendo de sua boca. O efeito foi carnavalesco, uma apresentação em débito com a era das novidade estilísticas e capricho excessivo.

Embora fosse difícil e raramente eficaz, o gosto de Kesha para a turnê não era inesperado. Por um tempo no início da década, ela prometia ser um tipo diferente de estrela pop – estilisticamente ágil, com a língua solta, fazendo rap tão bem quanto canta, aparentemente desinteressada no que o mundo pop geralmente promete. Naquela época, nunca foi claro o quão Kesha iria se levar a sério, ou sua música, uma atitude que se deu bem contra a solidibilidade de seus registros. Ambos os seus álbuns – “animal” (2010), “e” Warrior”(2012) foram excelentes.

Mas essas canções, ainda enquanto foram a moeda que ganhou a entrada dela na estratosfera pop, viraram albatrozes. As suas performances eram como rejeições. Quando Kesha entregou o hit que lhe deu popularidade (“Tik Tok”) no fim do seu show usando essencialmente seu arranjo original, foi como um raio de sol através das nuvens. 

Isso também foi um lembrete irritante do que fazia as suas canções tão presentes nos primeiros lugares das paradas – a ação recíproca do abandono salaz de Kesha e o extático comando de produção por Dr. Luke e outros. 

Nos meses recentes, as batalhas de Kesha a fizeram uma causa célebre; incontáveis outros performers ofereceram o seu apoio público, e Taylor Swift disse que a daria $250,000 (“para ajudar com as necessidades financeiras durante esse período de necessidade”, um representante de Srta. Swift disse em uma declaração). 

Depois de “Dinosaur”, Kesha se dirigiu à ansiosa multidão de cerca de 1.000 pessoas: “Faz muito, muito tempo”, disse ela, encontrando um rugido de elogios nutritivos. “Eu honestamente não sei se eu teria conseguido passar pelos últimos três anos sem vocês”. O público respondeu com gritos encorajantes. Quando eles gritaram “Liberte a Kesha” continuamente, ela foi para um lado do palco e pegou um celular emprestado para que pudesse filmar o momento. 

Mesmo que a maioria de suas afirmações contra Dr. Luke tenham sido rejeitadas por uma juíza, a sua situação legal continua complicada. Ela não tocou nenhuma música nova lá. Em adição de meia dúzia de hits próprios, ela encheu o seu show com covers, uma estratégia necessária mas também problemática. Cantar a música de outra pessoa te mostra descoberto e revela o que você pode adicionar à uma conversa que está acabada há tempos.

Havia um barulhento cover de “Nightclubbing” de Iggy Pop e uma deslocada chance em “Till The World Ends” de Britney Spears (uma canção que conta com a composição de Kesha). Durante o seu bis “não bem-vindo”, ela roeu o refrão de “Jolene” de Dolly Parton for alguns momentos de melancolia, então cantou “Old Flames Can’t Hold a Candle to You”, uma canção country escrita por sua mãe, fechando a redenção morna por afirmar: “Eu estou cansada de ouvir pessoas dizendo que eu não consigo cantar!” 

Ela foi melhor quando usou canções para fazer declarações: “You Don’t Own Me” (Você Não Me Possui) de Lesley Gore, ou “I Shall Be Released” (Eu Terei de Ser Libertado) de Bob Dylan, que encerrou o show. “Sempre tenham esperança em seu coração”, disse Kesha à multidão antes de começar a canção usando isso como um diário e luta.

*Em sua versão online, a crítica teve seu título editado para “Kesha, esquivando-se do passado, mas ainda contando com ele”.

Tradução: Natália H. e Samuel D.
Fonte: NYT; Leitor.


Post publicado por Samuel D
22.09

Há instantes, Kesha marcou presença em um evento da Global Citizen, intitulado de “The World On Stage”. A cantora foi acompanhada de sua banda, The Creepies, e posou para fotos no backstage, antes de subir ao palco para uma performance de “I Shall Be Released”, cover do Bob Dylan. Confira fotos e vídeos:


Post publicado por Samuel D
22.09

Hoje, a DJ e cantora australiana Havana Brown lançou seu single de retorno, intitulado “Like Lightning”. A canção é uma parceria com Dawin e tem sua composição assinada por Kesha, John Crichton, James Newman e Dawin Polanco. Confira a música, sua letra e respectiva tradução:

 

[Verso 1: Havana Brown]
Like lightning / Como um relânago
Do you still like me? / Você ainda gosta de mim?
You still into me and you? / Você ainda está a fim de nós?
I think you kinda crazy / Eu acho que você é meio louco
Maybe I’m crazy too / Talvez eu seja louca também
It hit me like lighting / Me acerta como um relâmpago
Like a bullet from across the room / Como uma bala atravessando da sala
I know it’s kind of frightening / Eu sei que é meio assustador
I guess I really like you too / Eu acho que também gosto de você

[Pré-refrão: Havana Brown]
It’s like every little thing you do / É como se cada coisinha que você faz
Makes me feel funny like I’m back at school / Me faz sentir engraçada como se eu estivesse na época da escola
I just want me and you / Só quero eu e você
What’s the point of love unless you tell the truth / Qual é o sentido do amor a não ser que você diga a verdade

[Refrão: Havana Brown]
Light me up, light me up, light me up / Me acenda, me acenda, me acenda
Like lightning / Como um relâmpago
(x4)

[Instrumental Break: Havana Brown]
Like lightning / Como um relâmpago
(x3)

[Verso 2: Havana Brown]
Babe you gotta chase me / Baby, você tem que me perseguir
If you wanna hold these cards / Se quiser colocar as mãos em mim
Nothing’s gonna phase me / Nada vai me fazer desaparecer
Come and show me who you really are / Venha e me mostre quem você realmente é
Could be rolling like thunder / Poderia estar rolando como um trovão
Nothing’s gonna stop us now / Nada irá nos parar
Never going under / Nunca estaremos por baixo de nada
Let’s show ’em what it’s all about / Vamos mostrar as pessoas o que isso representa

[Pré-refrão: Havana Brown]

[Refrão: Havana Brown]

[Instrumental Break: Havana Brown]

[Ponte: Dawin]
I keep me emotions down under / Eu mantenho minhas emoções escondidas
Trying to focus on fun stuff / Tentando focar em coisas engraçadas
But I’ll bring you lightning and thunder / Mas irei te trazer relâmpagos e trovões
To power your heart until it functions / Para alimentar seu coração até que ele funcione
Just tell me you’re gonna return the feeling / Apenas me diga que você irá trazer de volta o sentimento
‘Cause baby you know I give you the real thing / Porque, baby, você sabe que eu te dou sentimentos reais
And my love will be a shock to your system / E meu amor vai ser um choque para o seu sistema
Look nobody can replace my position / Olhe, ninguém pode substituir meu lugar

[Pré-refrão: Darwin & Havana Brown]
It’s like every little thing you do / É como se cada coisinha que você faz
I just want me and you / Eu só quero eu e você

[Refrão: Havana Brown]

[Refrão: Havana Brown & Darwin]


Post publicado por Samuel D
11.09

Hoje, Kesha usou seu instagram para anunciar que está em estúdio com um(a) artista premiado(a) pelo Grammy Awards!

making a FUCK OFF song with a casual Grammy award winning secret person ✨✨☄☄☄⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ I got a good feeling about this one …….

Uma foto publicada por Kesha (@iiswhoiis) em

“Fazendo uma música FODA com um(a) casual ganhador(a) secreto(a) do Grammy Awards (…) Tenho uma boa sensação sobre essa música….”

Foi mais que o suficiente para gerar grande agitação entre os fãs, que estão tentando descobrir quem esteve em estúdio com Kesha hoje.

Levando em consideração que o(a) artista em questão não precisa ser necessariamente um cantor(a), podendo ser um(a) escritor(a)/produtor(a), e os nomes que apoiaram Kesha durante sua batalha judicial, temos aqui uma listas das pessoas mais favoráveis a terem colaborado com Kesha nessa sessão secreta:

Lady Gaga

Ganhadora de 6 gramofones de ouro, Lady Gaga demonstrou enorme apoio a Kesha durante a batalha judicial que a cantora vem enfrentando.

Taylor Swift

Dona de 10 Grammy Awards, Taylor Swift ajudou Kesha emocionalmente e financeiramente esse ano. Aparentemente, as duas se aproximaram bastante nos últimos meses, Kesha foi convidada a passar o feriado de 4 de Julho com a cantora e outros amigos. Alguns fãs estão apostando na Taylor pelo fato da cantora ter começando a gravar seu próximo álbum recentemente e também pelo fato de Kesha ter usado 13 (número da sorte de Taylor) emojis para anunciar a novidade.

Lorde

Possuidora de 2 prêmios Grammy, Lorde não se calou ao saber que Kesha teve seu pedido de liminar negado e foi ao Twitter mandar energias positivas para a colega.

Adele

Premiada 10 vezes pela academia do Grammy Awards, Adele demonstrou publicamente seu apoio a Kesha. Ao ganhar o prêmio de Melhor Cantora Britânica pelo BRIT Awards, Adele subiu ao palco e dedicou-o a cantora.

Jack Antonoff

Co-escritor/produtor de 3 músicas do álbum 1989, de Taylor Swift, Jack possui 3 gramofones dourados. O músico ofereceu ajuda a Kesha no começo do ano, e disse estar disposto a gravar algo com a cantora e depois vazar online.

Diane Warren

Compositora responsável por “Til It Happens To You”, Diane e Kesha se também se aproximaram bastante. Diane assumiu o piano enquanto Kesha fez um cover de TIHTY em um evento da The Humane Society esse ano. Warren possui 1 Grammy Award pela composição da música “Because You Loved Me”, de Celine Dion.

Diplo

O produtor é dono de 2 prêmios Grammy. Atualmente, Kesha está participando do Mad Decent Block Party, festival organizado por Diplo e sua gravadora.

ZEDD

O produtor e DJ possui um Grammy em sua estante pelo hit “Clarity” e é grande amigo de Kesha, visto que os dois ja trabalharam juntos em “True Colors”.
Não deixe de deixar sua opinião e aposta sobre quem é a pessoa misteriosa com quem Kesha dividiu o estúdio hoje!

*Essa lista foi baseada nos artistas que demostraram apoio a cantora ou tiveram seus nomes associados a cantora recentemente.


Post publicado por Samuel D
08.09

Recentemente, Kesha foi entrevistada pela Glamour e opinou sobre a violência armada nos EUA e um mashup de Obama e Hillary Clinton cantando “Timber”, música de Pitbull com participação da cantora. Confira a entrevista traduzida:

GLAMOUR: Você esteve na Convenção Nacional do Partido Democrata em julho, performando em um evento da PAC para soluções responsáveis. Quando e como foi seu primeiro contato com a questão da violência armada?

KESHA: Infelizmente, crescer nos EUA significa que é muito comum ouvir falar de pessoas sendo baleadas diariamente. Parte meu coração e me deixa enjoada cada vez que ouço de sobre pessoas inocentes sendo mortas por armas de fogo. A violência armada é uma epidemia nos Estados Unidos. Não podemos ignorar todos os fuzilamentos em massa e vidas perdidas devido à falta de controle de armas. As pessoas continuam jogando as mãos para cima em derrota em relação a este problema, mas isso não é mais uma opção, precisamos mudar imediatamente. E não devemos nos dividir por nossas preferências políticas em relação a esta questão, pois afeta a todos. É a nossa segurança coletiva – são nossos membros da família indo à escola, a um clube, ao cinema e voltando para casa seguros. Eu entendo que o direito de possuir uma arma é uma questão constitucional, mas a nossa primeiro direito como seres humanos é viver. Por não colocar algum tipo de limites à posse de armas, o direito de viver com simplicidade é tirado de algumas pessoas sem motivo. Por que um caçador precisa de um rifle de assalto? E se qualquer pessoa pode comprar um rifle de assalto, por que não podemos nós todos comprar lançadores de granadas propelidas por foguetes? Onde está essa linha exatamente? Você não pode prever quando a raiva ou ressentimento de alguém irá tornar-se tão profundo ao ponto de quererem matar outra pessoa, mas você pode controlar quem tem acesso a armas, e que tipo de arma eles têm acesso. Eu amo como nosso país e livre e acredita que o amor e empatia podem curar as divisões, mas se os nossos políticos, independentemente do partido, não fizerem algo para reduzir os frequentes fuzilamentos em massa e violência diária, eles não estão fazendo seu trabalho. Não podemos apenas continuar a fechar os olhos. Eu acredito em manter os EUA livres como qualquer outra pessoa, mas, como seres humanos, precisamos abrir essa discussão para a mudança real. Nós temos que fazer algo para manter a nós mesmos, nossas famílias, e todos os nossos irmãos e irmãs seguros, estamos todos juntos nisso.

GLAMOUR: Você frequentemente fala sobre como amor e empatia podem nos curar, como nós temos que amar uns aos outros e nos dar apoio, o que é uma contradição à mensagem de Donald Trump nesta eleição. Como você reagiu à retórica odiosa de Donald Trump?

KESHA: O amor derrota o ódio, ponto. E por favor não vamos dar o controle de armas nucleares a um homem que se descontrola por um comentário negativo no Twitter. Isso me assusta.

GLAMOUR: Você já viu o vídeo de Clinton e Obama”cantando” “Timber” e você tem algum pensamento sobre ele?

KESHA: Eu amo aquele mashup. Hillary e Obama formam uma ótima dupla de rap.

GLAMOUR: A que questão essa eleição se resume para você e por quê?

KESHA: Para mim, é sobre direitos humanos. É sobre quem vai dar apoio e lutar pela igualdade para todo humano, sem importar a cor de sua pele, orientação sexual, identidade de gênero, fundo socio-econômico, ou qualquer outra coisa. Eu acredito que nós precisamos de um líder que irá nos unir. Baseado na plataforma atual dela, eu apoio a Hillary Clinton. Essa eleição é sobre esperança contra o medo, e eu escolho a esperança.


Post publicado por Natália H.
24.08

O tabloide americano Page Six publicou uma matéria onde diz que a juíza Shirley Kornreich, responsável por dar Dr Luke como inocente no caso judicial, é casada com o advogado Ed Kornreich é um parceiro da Proskauer Rose, uma firma de advogados que tem a Sony/RCA como clientes.
Veja a tradução do artigo:

A Sony Music e a RCA tiveram vantagem sobre a cantora Kesha quando a Corte Suprema de Justiça Shirley Kornreich quando dispensou o caso dela contra o produtor Dr Luke em Abril?

O marido de Kornreich, Ed Kornreich é um sócio da Proskauer Rose, uma firma de advogados que tem Sony/RCA como cliente.

“Parece haver um forte conflito de interesse”, um insider de música diz.

Kesha retirou o seu processo judicial contra Dr Luke por assédio sexual e abuso, na California, dizendo que ela “queria ter a sua música lançada” esse mês. Mas ela continua apelando em Nova Iorque.

“Esse processo é tão pesado no meu, uma vez, espírito livre e eu só posso rezar para um dia sentir felicidade de novo,” a cantora disse em seu Facebook.

Sony não comentou sobre.

ATUALIZAÇÃO:

Em uma recente conferência de status do caso, tanto os advogados de Kesha quanto os de Dr. Luke concordaram que a juíza deve ser retirada do caso, visto que há um conflito de interesses entre Kesha e a júri. Provavelmente a equipe de Dr. Luke concordou com a idéia para que a equipe de Kesha não possa usá-la contra ele no futuro.

De qualquer maneira, a retirada definitiva da juíza está para ser confirmada, e o caso segue adiante, porém com as acusações de violência sexual retiradas.

Fontes: PS | PH

 


Post publicado por Samuel D
15.08

Após retirar acusações contra Dr. Luke no estado da California, com intuito de facilitar sua volta ao mundo da musica, Kesha não usará mais a alegação de abuso sexual como argumento de defesa para o caso de New York. Confira o update do The Hollywood Reporter:

Batalha legal de Kesha continua. Ela já deu um passo atrás em sua ação judicial contra Dr. Luke na Califórnia. Agora, enfrentando reivindicações do produtor de ter violado seu contrato e ter perdido a maioria de seus contra-argumentos (atualmente o assuntoaser discutido), Kesha confirmou a um juiz de Nova York na sexta-feira que ela não vai estar contando com  a alegação de abuso como uma defesa no caso contra Luke, que diz respeito a violação do contrato.

Apesar da perda do argumento, é esperado que a batalha judicial continue para a decisão das questões contratuais entre Kesha e o produtor.


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