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Post publicado por Samuel D
09.08

Em semana de divulgação e prestes a lançar “Rainbow”, seu novo álbum, Kesha participou pro quadro “Note to Self”, parte do programa “CBS This Morning”. Na prévia divulgada, Kesha fala sobre o lado obscuro da fama e alguns dos problemas que se tornaram públicos após as polêmicas envolvendo o ex-produtor executivo da cantora. Confira a transcrição: 

“A má notícia é que você quase cometeu suicídio no caminho do sucesso. Cheia de medo de falhar, problemas de ansiedade e insegurança, você irá se tornará criticamente bulímica e anoréxica e, quanto pior sua doença ficar, você mais vai receber elogios de pessoas da indústria, e isso vai mexer com a sua cabeça”


Post publicado por Pedro I.
09.08

Confira a resenha feita pela revista norte-americana Rolling Stone para o álbum “Rainbow”, da Kesha:

Em seu excelente retorno, “Rainbow”, Kesha canaliza esse drama que ela passou nos últimos anos para as melhores músicas de sua carreira – encontrando um lugar em comum entre os honky-tonks que ela ama e as baladas que ela governou com seus sucessos como “Tik Tok” e “Die Young”, entre brilhantes batidas, baladas épicas e riffs de guitarra. No processo, ela também encontra sua própria voz: uma feminista empoderada e rebelde do Top 40.

O álbum começa suavemente com “Bastards”, uma balada madura para um campfire singalong (música típica para cantar em volta de uma fogueira). Acima de uma guitarra acústica, seus vocais únicos, cansados de auto-tune, respiram com facilidade, enquanto mostra com agilidade e confiança o seu alcance subestimado, cantando: “Don’t let the bastards get you down.”. O álbum segue com o glam-punk de “Let ‘Em Talk”, onde ela se juntou a Eagles of Death Metal. Kesha, que está como produtora executiva do álbum, trabalhou com uma equipe que incluiu de Ryan Lewis e Ben Folds a sua mãe. Em todos os cantos, ela consegue um equilíbrio cuidadoso de seus diversos eixos musicais: o gospel “Praying” toma a estrada desejando o melhor para as pessoas que feriram ela, e “Woman” é irreverente e com um auto-tune suficiente com o apoio do grupo de funk Dap-Kings.

Kesha costumava cantar sobre festas com homens ricos e de se sentir como o P. Diddy. O álbum “Rainbow” é cheio de metáforas e típicos [termos] clichês de terapeutas: “Live and learn and never forget it/Gotta learn to let it go” ela cantar na música “Learn To Let Go”. Por sorte, ela também mostra seu senso de humor absurdo. Em destaque com “Hunt You Down”, ela evoca June Carter diabolicamente ameaçadora: “Baby, I love you so much”, ela canta como na voz mais inocente da Southern-Belle e, em seguida, ela avisa: “Don’t make me kill you.”. Em “Godzilla”, uma fatia generosa de indie-folk kitsch (folk utilizado por cantores indies na década de 1990), ela imagina como seria se apaixonar por um monstro de desenho animado, criando uma novidade alegre do caos e da destruição.

O momento mais poderoso do álbum é o cover de Dolly Parton “Old Flames (Can not Hold a Candle to You”) – O auge que a família Sebert atingiu como compositores. A própria Parton ajuda os vocais como participação. Kesha voa através de uma visão sonhadora, transformando a doce música em um rockabilly (um sub-gênero do rock que teve fama nos anos de 1950) animado até o padrão parecer atualizado e vividamente moderno, como se estivesse em uma batalha e tivesse nascido de novo. 

FONTE: Rolling Stone


Post publicado por Pedro I.
09.08

Durante a manhã de hoje (09.08), Kesha foi participação especial no programa norte-americano “Good Morning America” para promover seu novo álbum, “Rainbow”, que será lançado nesta sexta-feira.

No programa, antes de iniciar suas performances, Kesha teve uma pequena conversa com Robin Roberts, uma das jornalistas do programa, sobre o significado do single “Praying” e como essa música ajudou ela nos momentos em que a Kesha vem passando. Confira a entrevista abaixo:

Em seguida, Kesha performou “Praying” e “Woman”, senda a última em uma versão clean. Veja:


Post publicado por Samuel D
08.08

Nesta quarta (9), Kesha se apresenta no “Good Morning America”, programa matinal norte-americano que também é palco de muitos artistas em fases promocionais de suas carreiras. O programa vai ao ar das 9h às 11h da manhã no horário brasileiro, porém a aparição de Kesha é esperada para segunda metade do programa, a partir das 10h. Você pode acompanhar a transmissão ao vivo pela ABC, que está disponível online neste link.

UPDATE: Você também pode assistir ao GMA através da ABC no link a seguir, basta criar uma conta gratuitamente! http://watch.ustvnow.com/guide#_=_


Post publicado por Samuel D
07.08

A Vevo Brasil acaba de anunciar via Twitter uma listening party exclusiva para o álbum “Rainbow” aqui no Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro! O evento ocorre na próxima quarta na cidade maravilhosa e 15 fãs serão escolhidos para participar da experiência!

ATENÇÃO: O ganhador será responsável por quaisquer gastos necessários para sua deslocação até o local do evento!

Para participar basta responder o Tweet a seguir até amanhã (8) às 15h:


Post publicado por Samuel D
07.08

Em uma matéria exclusiva para a Billboard, Kesha compartilhou um pouco sobre suas inspirações para composição e produção do novo álbum. A cantora disse que sempre gostou de suas musicas, mas elas nunca soaram como as musicas que ela ouvia e por isso estava meio receosa em seguir os traços de suas inspirações. Como bandas e artistas que a influenciaram no “Rainbow”, Kesha citou “Rolling Stones”, “T-Rex”, “The Beach Boys”, “Beatles”, “Iggy Pop”, “Johnny Cash” e “Dolly Parton”, essa ultima inclusive está presente no registro de Kesha, colaborando no cover de “Old Flames”. Confira: 


Post publicado por Pedro I.
07.08

A Entertainment Weekly deu nota A- (9/9,4) para Rainbow, novo álbum de Kesha. Confira a opinião crítica:

“Praying”, o single principal do primeiro álbum da Kesha em quase cinco anos, é tão triunfante quanto as músicas que vêm a seguir. Os pianos em ascensão e os melhores vocais da carreira dela enquadram o corte, que aparentemente se refere ao intervalo criativo da cantora, causado pelo ex-produtor Dr. Luke. […] Ela não trabalhou diretamente com Luke no Rainbow, embora esteja sendo liberada para a gravação do álbum por sua gravadora, Kemosabe, com sua aprovação. Mas Rainbow, seu rico e magistral terceiro LP, é muito mais do que um adeus aos demônios do passado – é uma façanha artística, como Kesha une as incursões estilísticas com seu lirismo afiado e resistido.

Em 2012, com “Warrior”, Kesha juntou-se a artistas, desde Will.i.am à Iggy Pop, mas carecia de uma visão unificadora. Aqui, ela é mais camaleoa do que nunca – O álbum contém um glamour glam-rock com Eagles of Death Metal (em “Boogie Feet”) e um colaboração divertida com Dap-Kings Horns (“Woman”). Ainda assim, ela está entoando o country com Dolly Parton em “Old Flames (Can’t Hold a Candle To You)” e colocando em prática o pop de sintetizadores que a fez uma estrela no passado (“Hymn”), sua autenticidade nunca se envelhece; As 14 faixas do Rainbow são puramente “Kesha sem cortes”.

As letras da Kesha, que canalizam sua turbulência pessoal em catarse e reflexão, são, em última análise, o que une o conjunto. “A vida nem sempre é justa, mas o inferno está vivendo em ressentimento”, ela diz em “Learn to Let Go”, logo antes da música explodir em um estrondoso refrão sobre exorcizar demônios e deixar o passado para trás. Em “Boots”, ela chega a uma moral poderosa: “Se você não aguenta as garras, não pegue essa gata”. “Godzilla” fala sobre levar para casa um monstro para encontrar sua mãe – para evitar a tristeza. “Não deixe os bastardos te derrubarem”, ela canta em “Bastards” – e Rainbow exibe o que a perseverança pode produzir.

FONTE: Entertainment Weekly


Post publicado por Samuel D
07.08

A slant magazine divulgou uma review do “Rainbow”, novo álbum de Kesha com lançamento programado para dia 11. A revista falou bem do material, dando-o 3,5 de 5 estrelas. Confira a opinião do veículo de mídia:

O álbum abre com a devidamente intitulada “Bastards”, que começa como uma bocejane balada country antes de entrar em um brilhante estilo “Hey Jude” suavizada por algumas guitarras elétricas. A faixa serve como uma declaração de propósito: “Fui subestimada a minha vida inteira / Eu sei que as pessoas vão falar merda, e querida, está tudo bem” – se sente como uma reintrodução estilisticamente perturbadora de Kesha como artista. Ela não perde tempo, no entanto, lembrando-nos de que ela ainda é capaz de zombar da irreverência. Como em “Bastards”, a faixa “Let’s Em Talk” assume os “haters” de Kesha, mas o faz com um senso de humor acerbado quando canta: “Chupe meu pau”, em uma voz angelical.

Como sua batalha legal contra o Dr. Luke ainda não foi resolvida, Kesha caminha numa linha delicada por todo o álbum, sem medo de se tornar pessoal, mas consciente das propriedades universais de uma boa música pop. O carro-chefe do álbum, “Praying”, funciona como uma música de separação no estilo de Adele e um pouco de abuso: “Bem, você quase me enganou / Disse-me que eu não era nada sem você.”. Ao entregar seu testemunho, a trilha desenvolve lentamente – com cordas, bateria e, finalmente, um coro – antes do clímax com um arrepiante lamento da cantora, que parece ter passado mais de meia década para fazer.

Em outros momentos, “Learn to Let Go” pretende inspirar-nos a relevar o passado, com palavras de sabedoria da Kesha, temperadas com uma dose saudável de ceticismo: “Eu sei que sempre digo a todos que você não precisa ser uma vítima”. Para todos as mensagens genuínas do álbum e diretrizes de auto-ajuda sinceras, ela nunca se leva muito a sério. Apesar da falta de cânticos sobre álcool, a personalidade turbulenta de Kesha permanece intacta em músicas como “Boots”, anulando qualquer suspeita de que sua imagem de “garota-festeira” fosse uma criação de estúdio: “Se você não consegue lidar com essas garras, então não pegue essa gatinha”, ela canta.

Criada em Nashville, Kesha mergulhou os dedos pela primeira vez nos pops-country com “Wonderland” do “Warrior”, mas ela mergulha ainda mais fundo em canções como “Hunt You Down” e a encantadora bagunça acústica de “Godzilla”. Ela até faz um cover de “Old Flames (Can’t Hold a Candle To You)”, uma música co-escrita por sua mãe, Pebe Sebert, no final dos anos 70 e popularizada por Dolly Parton, que também tem sua participação aqui. Essa interpretação é desnecessariamente estridente, em comparação com a versão anterior da Dolly e a anterior e fantasmagórica da Kesha. Rainbow possui uma autenticidade – e uma sensação de diversão desenfreada – que a “Joanne” de Lady Gaga não tem.

Rainbow provavelmente não passaria o teste retórico de objetividade crítica: se não fosse um álbum da Kesha, é improvável que alguém percebesse isso. Mas, embora não seja a descoberta de um novo talento, certamente é o aprofundamento de um talento já existente em uma longa lista de estrelas pop femininas que inicialmente ofereciam uma agência criativa e “profissional limitada”, agora tentando explodir o patriarcado.

FONTE: Slant Magazine


Post publicado por Pedro I.
03.08

Hoje (03.08), o site Headline Planet anunciou que a cantora Kesha tem performance marcada para a véspera do lançamento do álbum “Rainbow (10.08) no programa “Tonight Show Starring Jimmy Fallon”.

Como o programa inicia poucos minutos antes de dar meia-noite e sua performance está programada para ocorrer no final do programa, ao encerrar a performance, o álbum “Rainbow” já estará disponível nas plataformas digitais, sendo assim uma ótima maneira de alcançar maior engajamento.

Sua última vez no programa foi em 2014. Confira:

FONTE: Headline Planet


Post publicado por Pedro I.
03.08

Provavelmente, a experiência mais poderosa que já tive como artista é ter fãs que dizem que tal música ou álbum ajudou-os em momentos difíceis.  Alguns deles chegaram a dizer para mim que minha música ajudou a salvar a vida deles. Isso é difícil de compreender, e enquanto eu viver, nenhuma outra honra igualará isso. Ouvir essas palavras dos fãs me transformou.

Eu acho que uma das razões pelas quais minha música se conecta com pessoas que sentem que não se enquadram é porque eu nunca me encaixo – é por isso que a música “Hymn” é tão especial para mim. O título original foi “Hymn for the Hymnless”. E quando eu digo “hymnless”, estou falando de pessoas que sentem que não se encaixam, pessoas que não têm um hino.

É assim que sempre me senti – nunca houve um grupo que fosse inteiramente meu. Os versos são: “Este é um hino para os que não se encaixam, crianças sem religião”. A religião, para mim, nesta música não significa necessariamente a religião como na sua crença espiritual, mas sim como crianças sem um modo de vida definido. Eu ainda estou tentando descobrir o que eu acredito e o que está no meu coração, e eu sei que não estou sozinha. Minha mente e minhas opiniões continuam mudando e expandindo.

Acho que nunca houve um momento mais importante para os sonhadores serem sinceros sobre suas crenças do que agora. Eu estava lembrando de alguns momentos em que saí às ruas no ano passado para saber o que sentia sobre certos problemas ao escrever versos como “Go on, read about us in the news… After all we’ve been through/ No, we won’t stand and salute … If we die before we wake/ Who we are is no mistake/ This is just the way we’re made”. Eu nunca vou parar de lutar pela igualdade para todos os seres humanos. Essa é a paixão por trás dessa música.

Esta música é dedicada a todos os idealistas do mundo que se recusam a dar as costas ao progresso, ao amor e à igualdade quando são desafiados. É dedicado às pessoas que saíram pelas ruas do mundo todo para protestar contra o racismo, o ódio e a divisão do que for. Também é dedicado aos que sentem que não são entendidos pelo mundo ou não são respeitados por ser quem são. É uma canção esperançosa sobre todas essas pessoas – que eu também me considero – e o poder que todos nós temos quando estamos juntos.

Eu escrevi a música com minha mãe (Pebe Sebert), Cara Salimando, Jonny Price e o gênio galáctico Ricky Reed. Por causa do assunto desta música, eu tive que trabalhar com a minha mãe na composição – como eu, sua cabeça está acima das nuvens, no espaço. Eu sou uma alma frágil para este mundo – Eu sinto que vivo por algo inexplicável e mágico no espaço sideral. Eu adoro essa ideia de pessoas com filosofias semelhantes reunidas, e essa foi uma das inspirações para essa música.

Espero que esta seja uma dessas músicas que conectam com aqueles que se sentem rejeitados, especialmente com os jovens de hoje crescendo com a internet, porque o bullying hoje é tão assustador devido a toda a tecnologia. Isso acaba com o meu coração ao ouvir sobre crianças sendo atacadas online sendo tão jovens e sensíveis. Eu creio que ninguém deve ser submetido ao assédio e ao ódio, e isso inclui na internet. Eu sei que, por experiência pessoal, esses tipos de comentários podem ser muito mais do que doloroso. Esses comentários podem realmente prejudicar a autoconfiança e a auto-estima. Então, quando canto a letra desta música, faço isso para lembrar que não podemos deixar que os haters e a negatividade ganhem. Sabemos “que somos perfeitos, mesmo quando estamos fodidos”. Somos todos “sonhadores que procuram a verdade”, e sabemos que o inexplicável bem universal nas pessoas – o amor inato, a luz e compaixão de um pelo outro – nos unirá para fazer ótimas coisas.

Confira agora “Hymn”, quarta faixa liberada do álbum “Rainbow”:

FONTE: Mic


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